terça-feira, 25 agosto, 2026
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Nora é presa após confessar ter matado a sogra em Confresa para não perder o marido

CONFRESA – Uma mulher de 29 anos foi presa após confessar ter matado a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, dentro de uma casa em Confresa, no sábado (22). Os vizinhos acionaram a Polícia Militar depois de ouvirem gritos de socorro vindos da residência.

Vítima trabalhava na Prefeitura de Confresa – Imagem Reprodução.

Maria era ex-servidora pública municipal. A Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias pela morte dela.

O crime ocorreu por volta das 6h35. De acordo com a Polícia Civil, quando os policiais militares chegaram ao endereço, encontraram o portão da casa trancado. A equipe tentou contato com os moradores, mas não teve resposta e precisou subir no muro para verificar o que estava acontecendo.

Ao perceber a presença dos policiais, a nora de Maria abriu o portão e disse que havia ocorrido uma “tragédia” com a sogra.

Dentro da casa, os policiais encontraram Maria caída no chão, com grande quantidade de sangue ao redor do corpo. Conforme a polícia, ela estava com um fio de extensão elétrica no pescoço e apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente. Um pedaço de madeira com sinais de sangue foi apreendido no local.

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Segundo o delegado plantonista Daniel Moura, a nora foi levada para prestar esclarecimentos e confessou o crime durante o depoimento. Ainda conforme o delegado, a suspeita relatou que estava passando por problemas familiares e que teve um surto. As circunstâncias e a motivação do crime ainda são investigadas.

Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram na residência para realizar a perícia e dar início à apuração do caso.

Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e destacou os anos em que Maria atuou no serviço público municipal e lamentou a morte da ex-servidora.

Motivação

Nora confessou o crime – Imagem Reprodução.

Alessandra do Nascimento Gonçalves, de 29 anos, afirmou em depoimento à polícia que matou a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, a pauladas, após entrar em desespero diante da possibilidade de o marido deixá-la e deixar os filhos.

Segundo Alessandra, o marido estava ameaçando terminar o relacionamento. No depoimento, ela relatou que acreditava que, se algo acontecesse com a sogra enquanto ela estivesse ao lado dele demonstrando apoio, o marido não iria embora.

Por G1MT.

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