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FUTILIDADE – A história e evolução dos microscópios

A invenção do microscópio mudou completamente a maneira do homem ver o mundo. A microscopia possibilitou a observação e exploração de diversas áreas até então desconhecidas, revolucionando o conhecimento científico.

Foto: Kasvi

O que até então era invisível a olho nu passou a ser analisado através das lentes do microscópio. Teorias como a da “geração espontânea” (em que organismos vivos podem se originar de matéria inanimada) foram derrubadas.

Os “seres invisíveis”, que causavam diversas doenças na população, muitas vezes atribuídos ao sobrenatural, passaram a ser observados. Aprendeu-se sobre as doenças e as criaturas microscópicas que a originavam. Isso possibilitou a evolução no tratamento e funcionamento das doenças.

A palavra microscópio tem sua origem nos termos mikrós (do grego, pequeno) e scoppéoo (do grego observar, ver através). Muitos ainda discutem quem teria inventado esse equipamento. Mas para chegar na forma que conhecemos hoje foi preciso um processo longo, que começou com algo simples, as lentes

A evolução da microscopia

Ao longo dos anos foram realizadas muitas mudanças e a qualidade dos microscópios aumentaram muito. As melhorias, principalmente nas lentes, resolveram diversos dos problemas óticos.

Em meados de 1880, os microscópios ópticos atingiram a resolução de 0,2 micrômetros (equivalente a milionésima parte do metro), limite que permanece até hoje.

Em 1933, Ernst Ruska inventa o primeiro microscópio eletrônico. Esse equipamento possui um poder de resolução muito maior. Ao contrário do microscópio óptico que usa a luz, o microscópio eletrônico utiliza feixe de elétrons e lentes eletromagnéticas para observar o objeto, atingindo a ampliação de até um milhão de vezes. A importância do equipamento foi tão grande que em 1986, Ruska recebeu o Prêmio Nobel de Física.

Por Kasvi.

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