domingo, 26 abril, 2026
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Dinetec Canarana se consolida como a feira agro que mais cresce no Brasil e projeta novo salto em 2026

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A apenas uma década de sua criação, a Dinetec Canarana alcançou um patamar de destaque nacional e já é considerada a feira agro que mais cresce no Brasil. O evento, que em seus primeiros anos recebia cerca de 1.500 visitantes, ultrapassou a marca de 14 mil pessoas em 2025, reunindo produtores, investidores, empresas e representantes do agronegócio de todo o país.

O volume de negócios acompanha o ritmo acelerado da expansão: em 2025, a feira movimentou R$ 2,7 bilhões — crescimento superior a 17 vezes em relação ao início da sua história. Para organizadores e expositores, o avanço expressivo revela não apenas o fortalecimento da feira, mas a capacidade do agronegócio brasileiro de incorporar tecnologia, ampliar produtividade e promover conexões estratégicas.

Foto: Agência da Notícia



Mais do que números, a Dinetec se tornou um símbolo da força do agro em Mato Grosso e no país, reunindo em um único espaço inovação, conhecimento e a união de quem impulsiona a produção no campo.

Em 2026, a feira volta a abrir oficialmente o calendário do agronegócio brasileiro. Marcada para os dias 14 a 16 de janeiro, em Canarana (MT), a nova edição promete ampliar ainda mais o número de expositores e gerar novas oportunidades de negócios para todos os setores da cadeia produtiva.



Empresas interessadas em participar já podem garantir seus estandes. A organização destaca que a procura tem sido intensa e reforça que essa é a oportunidade ideal para quem deseja se conectar com tomadores de decisão, compradores e investidores.

Os contatos comerciais podem ser feitos pelo link disponível na bio da Dinetec.

Com resultados crescentes e reconhecimento nacional, a Dinetec Canarana segue escrevendo sua história como um dos principais pontos de encontro do agro brasileiro.

Por Agencia da Noticia.

Capital do Pequi em Mato Grosso deve aumentar em 30% colheita até dezembro

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Produtores da agricultura familiar de Ribeirão Cascalheira projetam para 2025 um aumento de 30% na colheita de pequi, alcançando cerca de 520 toneladas. A nova safra já movimenta o mercado: nove revendedores iniciaram as compras para abastecer Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal, além dos polos de Itumbiara, Rio Verde e Cuiabá.

Agricultura familiar de Ribeirão Cascalheira aposta no incremento de 30% na colheita do pequi em 2025 – Foto por: Assessoria

A caixa com 30 quilos é vendida a R$ 1 o quilo. “O pequi sustenta 1,5 mil famílias de agricultores familiares nessa época do ano. No ano passado, vendemos 400 toneladas. A produção neste ano chega a 1,2 mil caixas ao dia”, destaca o técnico da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) na unidade estratégica de Ribeirão Cascalheira, território do Médio Araguaia, Carlos Alberto Quintino.

Considerada pelos atacadistas a capital do pequi em Mato Grosso no período da colheita, Ribeirão Cascalheira concentra uma safra que se estende por cerca de 100 dias. A colheita começou em 15 de outubro e vai até meados de dezembro. “É uma importante fonte de renda para os agricultores familiares. Oitenta por cento do pequi é proveniente do extrativismo. A Empaer faz o papel de orientação e visita a esses agricultores familiares”, destaca o técnico.

Ele destaca que o pequi da região é nativo. “O tipo de solo favorece à cultura”. A Central Estadual de Abastecimento, mercado atacadista de produtos hortifrutigranjeiros, no Distrito Industrial de Cuiabá, é a principal compradora e distribui para todo o Estado. “A Ceasa é a maior compradora de Cuiabá, Várzea Grande, Primavera do Leste e Rondonópolis”, destaca Carlos Quintino.

Comprador de pequi nesta época do ano na região de Ribeirão Cascalheira, da empresa Top Frutas de Cuiabá, Evanir Gonçalves da Silva distribui o produto para Goiânia, Brasília, Itumbiara, Rio Verde, Cuiabá, Montes Claros, Minas Gerais, entre outras regiões. “É um pequi de qualidade”, garante. “Estou carregando uma média de dois caminhões por dia. A média é de 1,2 mil caixas ao dia e 40 mil caixas por colheita”, diz.

Ribeirão Cascalheira possui aproximadamente 280 hectares de área com a cultura do pequi, sendo 150 hectares de plantas nativas e 130 hectares de plantio, feito para reflorestar áreas degradadas e para recuperação de áreas de proteção permanente (APP).

Por Andréa Haddad | Seaf/Empaer.

Governo de Mato Grosso aciona STF contra decreto ilegal de Lula

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O Governo de Mato Grosso entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender os efeitos do decreto assinado pelo presidente Lula, que amplia a Terra Indígena Manoki, em Brasnorte, de 46 mil para 252 mil hectares, por ser inconstitucional.

O pedido foi protocolado nesta semana e está anexado na Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) nº 87, sob relatoria do ministro Gilmar Mendes.

O governador Mauro Mendes
Crédito – Mayke Toscano/Secom

Na ação, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) alegou que o ato do presidente viola a Lei 14.701/2023 (que estabelece o marco temporal).

“A tentativa de ampliação revela grave afronta ao princípio da legalidade, pois desconsidera o artigo 13 da nova lei, que veda de forma expressa a ampliação de terras já homologadas”, diz trecho do documento.

Outro ponto-chave da ação é a ausência de comprovação de ocupação indígena na nova área até 5 de outubro de 1988, que é o marco estabelecido para reconhecimento de terras tradicionais.

A PGE afirmou que há registros históricos e jurídicos que comprovam que a área “foi ocupada por famílias não indígenas desde a década de 1950, com plena ciência do poder público”.

“Não há vestígios materiais, registros ou presença cultural que indiquem ocupação indígena na data constitucionalmente exigida”, relatou.

Outro ponto de atenção apontado na ação foi o impacto social e fundiário gerado pela medida. O governo afirma que a ampliação atinge diretamente centenas de produtores e famílias com títulos legítimos, Cadastros Ambientais Rurais (CAR) ativos e, em alguns casos, decisões judiciais reconhecendo sua ocupação regular.

“A ampliação promovida por decreto desestrutura a malha fundiária da região e instaura o caos jurídico, penalizando cidadãos que sempre atuaram conforme a lei”.

A PGE também criticou a ausência de diálogo com o Estado e o município de Brasnorte, que são diretamente afetados pelo decreto.

“Não houve qualquer consulta ou notificação formal aos entes federativos diretamente afetados, o que compromete a legitimidade do processo e afronta o pacto federativo”, pontuou.

De acordo com o governador Mauro Mendes, a ação não questiona os direitos dos povos indígenas, mas sim o desrespeito à legislação e às garantias fundamentais.

“Não aceitaremos que um decreto presidencial, editado de forma açodada e sem respaldo legal, prejudique quem produz e vive há décadas nessas regiões”, declarou.

Atualmente, Mato Grosso possui 73 terras indígenas demarcadas, que somam mais de 15 milhões de hectares, o equivalente a 16% de todo o território estadual.

“Defendemos o meio ambiente, respeitamos as comunidades indígenas, mas exigimos que tudo seja feito dentro da lei. A Constituição não pode ser ignorada para atender interesses ideológicos”, concluiu o governador.

Por Lucas Rodrigues | Secom/MT.

Morre paciente que estava internada há 18 dias com intoxicação por metanol em MT

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A paciente Márcia Rocha Guimarães, de 42 anos, morreu nessa sexta-feira (21), após ficar 18 dias internada no Hospital Regional de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, onde tratava uma intoxicação por metanol. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

O corpo de Márcia está sendo velado neste sábado (22), no Memorial Luz e Vida, em Sinop.

Márcia Rocha Guimarães, de 42 anos, morreu após dias internada em um hospital de Sorriso (MT) — Foto: Reprodução

Ela foi encaminhada de Itanhangá para Sorriso no dia 4 de novembro, junto com o genro, de 26 anos. Os dois teriam ingerido doses de uísque dois dias antes.

Segundo o secretário de Saúde de Itanhangá, Bruno Félix, a paciente apresentou sintomas de fadiga, dor de cabeça e relatou dificuldades para enxergar.

Efeitos do metanol

Segundo o Ministério da Saúde, os principais sintomas podem indicar intoxicação por metanol aparecem entre 12h e 24h após a ingestão de bebida contaminada. Os sintomas se assemelham aos de uma ressaca comum.

Veja os sintomas abaixo:

  • Dor abdominal;
  • Visão adulterada;
  • Confusão mental;
  • Náusea.

Caso apresente esses sintomas, o indicado é procurar atendimento médico e informar aos profissionais de saúde que consumiu bebida alcoólica.

Por g1 MT.

MT: produtores relatam replantio e prejuízos causados pela falta de chuvas

A falta da chuva regular continua sendo a principal queixa dos produtores rurais da região médio-norte de Mato Grosso. O projeto da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Mato Grosso Clima e Mercado, percorreu pelos núcleos de Tapurah, Ipiranga do Norte e Sorriso para ouvir os agricultores no terceiro episódio. Nesta quinta-feira (20.11), os agricultores afirmaram que na região ainda há maquinas operando no replantio e uso de irrigação para salvar a produção.

O produtor de Tapurah também relatou que o plantio atrasado, no caso dele o replantio, aumenta os custos da produção e deixa a planta mais propicia a enfrentar doenças nos meses de janeiro e fevereiro.

“A soja plantada nesta janela tem a incidência de mosca-branca e de doenças, vai ser muito grave, percevejo, a gente sabe disso aí, então é um desafio que vamos enfrentar lá na frente. O maior problema nosso aqui, que estou enfrentando, que muitos colegas estão enfrentando, é o custo alto dos insumos, do retrabalho e das práticas que vamos enfrentar na virada de janeiro para fevereiro”, explica.

Seguindo para outro município, Diogo Balistieri conversou com o delegado coordenador do núcleo de Ipiranga do Norte, Vitor Gatto, que também relatou o problema com as chuvas na região. Ele explicou que além das chuvas com tempo espaçados, houve chuva em pontos isolados. E para salvar a produção, e não precisar do replantio, Gatto utilizou irrigação com pivô na propriedade.

“Tivemos que usar a irrigação. O pivô, nesse sentido, acaba ajudando a gente, como produtor, que tem amor no que faz e quer salvar a soja, então acaba irrigando. Vale ressaltar que é um custo a mais porque hoje não é barato você irrigar, você conduzir uma lavoura irrigada, o custo da energia ele é bem alto, mas a gente teve que usar a irrigação até mais do que no ano passado”, relata.

O produtor de Ipiranga do Norte afirmou que vai ter perda na produtividade, pois a soja plantada na propriedade dele já se encontra no estágio reprodutivo, no momento do florescimento e formação das vagens, precisando ainda mais de água. O último entrevistado do terceiro episódio de Mato Grosso Clima e Mercado foi o delegado do núcleo de Sorriso, Diogo Damiani. Em conversa com Balistieri, o produtor afirmou que também enfrentou dificuldades com a falta da chuva regular na região e que por este motivo a safra 2025/26 teve o plantio mais longo no município.

“Na nossa região foi um plantio que se iniciou bastante acelerado e depois acabou se invertendo. O que vinha acumulado de chuva no mês de setembro, no mês de outubro praticamente não aconteceu, passamos os últimos 30 dias aqui com apenas 18 milímetros. Finalizamos o plantio aqui no município praticamente no dia 5 de novembro, um dos mais longos que nós contamos da história aqui do município”, conta.

Damiani também relatou à Aprosoja MT que faltam armazenamentos na região. Ele afirma que atualmente Sorriso tem somente 50% da capacidade de armazenar, precisando investir em bolsões para guardar os grãos.

O MT Clima e Mercado percorreu mais três núcleos neste episódio para mostrar de perto as dificuldades que os produtores rurais estão enfrentando no plantio da safra 2025/26. Em sua maioria, os produtores relataram falta de chuvas, replantios, custos de produção elevada e uso de pivô em diversas regiões para salvar a safra. Esses relatos mostram a verdade de quem vive do campo e a Aprosoja MT está na missão de compartilhar com a população a realidade do produtor.

Por Aprosoja.

Autor de homicídio em Cocalinho é preso pela Polícia Civil em São José do Xingu

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SÃO JOSÉ DO XINGU – Um homem apontado como autor de um homicídio ocorrido em 2020 no município de Cocalinho teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na manhã deste sábado (22.11), após ser localizado no município de São José do Xingu.

O suspeito estava com mandado de prisão em aberto por homicídio qualificado e era considerado foragido da Justiça.

A prisão do foragido da Justiça foi efetivada após trabalho integrado de inteligência policial desenvolvido pelas Delegacias de Polícia de Cocalinho e de São José do Xingu, sendo o investigado localizado na zona rural do município.

O crime, que vitimou Miguel Lucas, ocorreu no dia 06 de setembro de 2020, quando a vítima foi assassinada com golpes com instrumento contundente na cabeça, no município de Cocalinho. Após o homicídio, o autor empreendeu fuga do local.

As investigações foram realizadas pela equipe da Delegacia de Cocalinho, que identificou o autor do crime, representando pelo mandado de prisão preventiva, que foi deferido pela Justiça.

A localização e prisão do foragido ocorreu após troca de informações e mediante trabalho de inteligência policial com atuação integrada entre as Delegacias de Cocalinho e São José do Xingu, a Polícia Civil, sendo o autor do homicídio, localizado na zona rural, onde vivia escondido.

O preso foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça para responder pela prática do crime de homicídio qualificado.

Por Assessoria | Polícia Civil-MT.

Força Tática apreende arma de fogo com foragido da Justiça em Barra do Garças

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Policiais militares da Força Tática do 5º Comando Regional apreenderam, na manhã desta sexta-feira (21.11), um revólver calibre .38 durante uma abordagem em Barra do Garças (a 520 km de Cuiabá). O suspeito, que não teve a identidade divulgada, morreu após confronto com as equipes. O homem possuía passagens criminais por latrocínio e roubo, além de ter mandado de prisão em aberto.

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, com o apoio de outras unidades e do Comando de Operações de Divisa (COD) da Polícia Militar de Goiás, as equipes do Estado receberam informações sobre a possível localização do suspeito, que estaria escondido na zona rural do município.

Assim que os policiais militares chegaram ao local da ocorrência, identificaram o paradeiro do denunciado e tentaram abordá-lo. O homem disparou contra os militares, que revidaram à injusta agressão. As equipes prestaram atendimento de primeiros socorros, porém ele não resistiu ao ferimento e veio a óbito.

Os policiais militares apreenderam uma arma de fogo e munições que estavam com o envolvido. A ação contou ainda com apoio das equipes das agências locais de inteligência, Patrulha Rural e do 2º Batalhão de Polícia Militar de Barra do Garças. A arma foi entregue à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Por Wellyngton Souza | PMMT.

Caixa Econômica deixa de receber tributos estaduais a partir desta quinta-feira (20)

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A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz MT) informa que, a partir desta quinta-feira (20) a Caixa Econômica Federal, incluindo suas lotéricas e correspondentes bancários, deixará de receber taxas e tributos estaduais. A mudança ocorre porque a instituição não renovou o contrato de arrecadação com o Governo de Mato Grosso.

Foto: Tonico Pinheiro/Secom-MT

Com isso, os contribuintes que realizam pagamentos por boleto devem utilizar as instituições financeiras credenciadas: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob, Sicredi e Primacredi.

A Sefaz reforça que essa alteração se aplica exclusivamente aos pagamentos realizados por código de barras. As operações feitas por PIX continuam liberadas em qualquer instituição financeira, seja banco tradicional ou plataforma digital, garantindo segurança e facilidade ao contribuinte.

A Secretaria orienta que os contribuintes fiquem atentos ao local de pagamento para evitar transtornos, especialmente aqueles que utilizam lotéricas ou correspondentes da Caixa para quitar tributos estaduais. Em caso de dúvidas, os contribuintes podem entrar em contato com a Central de Atendimento da Sefaz.

Por Lorrana Carvalho – Sefaz-MT.

Cresce adesão ao consórcio rural, aponta associação do setor

A busca por alternativas mais acessíveis para financiar a modernização do campo tem impulsionado o avanço do consórcio rural entre produtores. A modalidade ganhou espaço ao oferecer previsibilidade e custos menores em comparação ao crédito tradicional, atraindo sobretudo pequenos e médios agricultores interessados em ampliar a produção e renovar máquinas.

“Essa alta se dá exatamente porque quem compra pelo banco, têm até 60 meses para pagar” – Foto: Divulgação

“Essa alta se dá exatamente porque quem compra pelo banco, têm até 60 meses para pagar. No consórcio, o pagamento pode ser feito em até 180 meses, ou seja, 15 anos para pagar. É por isso que cada vez mais pessoas do campo têm buscado  essa modalidade, ainda mais em um momento em que o crédito está caro e difícil de obter”, explica Cléber Gomes, CEO e sócio-fundador da Maestria.

Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios mostram que, em novembro, as cotas para máquinas agrícolas passaram a responder por 51% dos consorciados de veículos pesados, superando caminhões e outros equipamentos. Entre os contemplados, a preferência recai sobre máquinas novas, com destaque para tratores. O levantamento indica ainda forte presença de pessoas físicas e maior adesão de produtores experientes.

As informações apontam que cerca de 90% dos consorciados ativos atuam no campo, com predominância de culturas como soja, milho e arroz. O Centro-Oeste lidera a venda de cotas, seguido por Sudeste e Sul. A procura é maior em estados onde a modernização do parque de máquinas avança com intensidade, conforme análise mencionada por executivo do setor.

“Muitos produtores têm usado o consórcio como uma forma de poupança programada, que, além de proteger o capital, viabiliza a expansão da produção com custos menores. É uma estratégia inteligente de modernização e sustentabilidade financeira no agronegócio”, completa Gomes.

Por Agrolink – Leonardo Gottems.

Famílias de Querência recebem títulos de terrenos em quatro assentamentos

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A Prefeitura de Querência realizou uma cerimônia nesta quinta-feira (20) para a assinatura e entrega de 127 Títulos de Domínio Definitivos. O evento aconteceu no Plenário da Câmara Municipal e contou com a presença do prefeito Gilmar Wentz (PRD).

As famílias beneficiadas fazem parte dos Assentamentos Brasil Novo, Coutinho União, São Manoel e Pingos D’Água.

Foto: Reprodução

Segundo a administração municipal, esta ação representa um avanço importante na regularização fundiária e no fortalecimento da agricultura familiar local.

 

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Querência atuou em parceria com a prefeitura por meio do Núcleo do Titula Brasil para entregar 127 Títulos de Domínio Definitivo, concedidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), sendo 48 títulos assinados e 79 títulos já entregues para a população.

Da Redação.