RIBEIRÃO CASCALHEIRA – O diretor de empreendimentos da Infra, André Ludolfo, gostou do resultado da rodada de negociações com os 28 caciques da Terra Indígena Pimentel Barbosa.
Ludolfo ressalta que um acordo passará para a esfera judicial para ter sua aplicabilidade. Já outra parte do acordo terá que passar ainda pelo crivo da FUNAI. O encontro começou no sábado (10/10) com amplas discussões até um acerto final na manhã de domingo (11/10).
A Infra adiantou que acordou com os líderes indígenas a realização de estudos para a demarcação do território indígena e uma série de compensações como forma de mitigação do empreendimento da Ferrovia de Integração Centro Oeste.
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André Ludolfo ressaltou que dentro da condicionante ambiental consta que devem ocorrer negociações com 5 Terras Indígenas impactadas pela FICO. Segundo o diretor da Infra, até agora os diálogos encaminharam positivamente os acordos com 4 Terras Indígenas, restando apenas Areões para o fechamento das negociações.
O acordo fechado com a Terra Indígena Pimentel Barbosa ainda não representa a liberação da continuação das obras. “Existem passos burocráticos que devem ser percorridos, mas esse pré-acordo já mostra sinal verde no diálogo do Componente Indígena. O acordo prevê o repasse de 28 Vans para atender as aldeias, e alguns caminhões para melhorar a mobilidade dos indígenas.
À nossa reportagem alguns caciques presentes disseram que a demora no acordo foi por falta de agilidade do Governo.
Por Notícias Interativa.
