Com a maior taxa de crescimento do país, Mato Grosso gerou 40.119 novos empregos no primeiro semestre de 2023, resultando numa variação positiva de 4,81% em relação ao mesmo período de 2022. Os dados foram compilados pelo Observatório de Desenvolvimento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Seguido de MT com maior percentual de aumento de vagas, estão Goiás (4,25%), Roraima (4,21%), Mato Grosso do Sul (4,17%) e Piauí (4,02%).
O setor de serviços liderou as contratações com 16.225 vagas, seguido pela agropecuária (8.347), construção civil (6.275), indústria (5.792) e comércio (3.480).
“Na comparação com o primeiro semestre de 2022, o setor de construção civil cresceu 14,8%, muito estimulado pelas construções de rodovias, ferrovias e obras urbanas que movimentou mais de 50% dos empregos gerados no setor. Todos esses investimentos realizados pela gestão do govenador Mauro Mendes em construção de escolas, retomada das obras da BR-163, rodovias estaduais, hospitais tem refletido na geração de emprego e renda”, destacou o secretário adjunto de Agronegócios e Investimentos, Anderson Lombardi.
Christiano Antonucci/Secom-MT
Dentro do setor da construção civil, destaca-se a construção de rodovias e ferrovias, que gerou 55,52% de empregos a mais no 1º semestre de 2023 em relação a 2022. O estoque de empregos neste setor era de 4.906 nos primeiros seis meses do ano passado saltou para 7.630 neste ano. Em seguida há o crescimento das obras de urbanização – ruas, praças e calçadas (53,39%); obras de arte especiais – pontes e viadutos (29,71%); obras de terraplanagem (25,28%) e construção de edifícios (11,52%).
A mão de obra contratada com carteira assinada tem perfil jovem. Cerca de 42% dos empregos foram para pessoas de 18 a 24 anos, 67% dos trabalhadores empregados possuem o ensino médio completo, 33% são trabalhadores da produção de bens e serviços industriais. Além disso, 71,6% dos contratados são homens e 28,4% são mulheres.
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Alguns setores demitiram mais que contrataram, como a locação de mão de obra temporária, serviços de preparação de terreno, serviços de controle de pragas agrícolas, fabricação de medicamentos de uso veterinário e apoio a extração mineral.
“Depende muito da visão sobre isso, pois houve migração dessa mão de obra. O serviço de preparação de terreno e de locação de mão de obra caiu porque as construções foram para outras fases e muitos passaram a assinar a carteira. No caso do controle das pragas agrícolas, os produtores passaram a utilizar medidas mais sustentáveis no controle de pragas com o uso de bioinsumos. Já em relação a fabricação de medicamentos de uso veterinário, pode ser reflexo da não obrigação de vacinação contra febre aftosa no estado, por estar livre da doença, tanto quanto dos baixos casos de brucelose”, explicou o coordenador do Observatório do Desenvolvimento, Vinicius Hideki Bispo.
SANTA TEREZINHA – Na tarde da última quinta-feira (10), Felipe Ribeiro Dias Neto, um homem de 48 anos, foi assassinado a tiros em uma propriedade rural situada a 40 km do centro do município. O crime ocorreu na localidade conhecida como “Torre”.
Segundo relatos fornecidos pelas autoridades locais, o corpo de Felipe Neto foi descoberto pelo seu próprio filho, um menino de apenas 8 anos, quando retornava da escola.
Foto: Reprodução
O corpo da vítima apresentava marcas de cinco disparos de arma de fogo.
As forças de segurança, representadas pela Polícia Militar, rapidamente chegaram ao local do crime e estabeleceram um perímetro de isolamento, a fim de permitir que os peritos investigativos realizassem uma minuciosa análise da cena do crime.
Se o Vale do Araguaia fosse um país, teria o maior crescimento econômico do mundo em 2022
As investigações desse ato de violência estão a cargo da Delegacia de Polícia Civil de Santa Terezinha.
O Programa SER Família Mulher foi lançado nesta quarta-feira (09.08) para beneficiar mulheres vítimas de violência com medida protetiva prevista na Lei Federal nº 11.340/2006, no Estado. A cerimônia foi no auditório Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás, após o Encontro Estadual de Enfrentamento da Violência Contra Mulher. Acompanhada do governador Mauro Mendes, a primeira-dama de MT, Virginia Mendes, idealizadora do programa social, assinou o Termo de Cooperação Técnica nº 0268/2023 que autoriza o cartão para pagamento do auxílio moradia no valor de R$ 600.
Assinatura do Termo de Cooperação do programa SER Família Mulher Crédito – Jana Pessôa
O benefício será gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e também conta com o apoio da Desenvolve MT e com a rede integrada de proteção a mulher composta pela Segurança Pública; Justiça; Assistência Social e Saúde.
O evento contou com três importantes palestras: a delegada de Polícia Civil abordou o Atendimento Humanizado nas Delegacias da Mulher no Estado de Mato Grosso e o Programa SER Família Mulher; a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Bugalho com detalhes sobre programa; e a vice-presidente do Tribunal de Justiça de MT (TJMT), desembargadora Maria Erotides Kneip tratou sobre a Evolução do Combate a Violência Contra a Mulher no Estado.
Emocionada, a primeira-dama do Estado falou da conquista e de todos os esforços para concluir o processo, e agradeceu a participação dos 138 prefeitos e primeiras-damas presentes.
“Hoje ver o SER Família Mulher saindo do papel é uma honra e estou muito emocionada. De coração, agradeço a presença de todos os prefeitos, prefeitas e primeiras-damas. Vocês serão fundamentais para o sucesso desta ação. Obrigada, secretária Grasielle, toda sua equipe na Setasc e minha equipe Unaf, por ajudarem tornar esse programa uma realidade. Estendo esse agradecimento a todos que se empenharam, ao meu marido que não mede esforços e apoia todos os meus projetos. Estou muito emocionada, porque esse projeto diz tudo, Superação, Esperança e Respeito esse é o significado do SER. É tudo o que nós desejamos dos homens, maridos, namorados, irmãos, parentes, que nos respeitem, que nos admirem, que nos elogiem, que saibam que a gente pode andar ao lado e não atrás. Essa conquista é uma união de todos nós, porque ninguém faz nada sozinho”, declarou.
Ela ainda fez um apelo para que as mulheres não se calem à margem da violência. “Ninguém segura uma mulher segura, então mulheres falem e denunciem, não fiquem à margem da violência, vocês não estão sozinhas. Vamos nos unir porque unidas somos muito mais fortes”, ratificou.
Virginia Mendes fez questão de mencionar a colaboração da vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) , desembargadora Maria Erotides, lembrando como surgiu a Delegacia da Mulher 24 horas.
“A doutora Maria Erotides, logo que o Mauro assumiu em 2019, me chamou para uma reunião para que nós tirássemos do papel o projeto da Delegacia da Mulher. Confesso que eu não sabia por onde começar, mas ela foi tão carinhosa e disse que eu daria conta. Com seu apoio, doutora, naquele mesmo dia eu voltei para o Palácio e conversei com o governador. Não foi fácil a implantação da Delegacia, mas graças a Deus e todos que colaboraram hoje ela é uma realidade”, agradeceu.
A desembargadora Maria Erotides destacou o poder de convencimento da primeira-dama Virginia Mendes. “Eu sei que quem tem a caneta é o governador, mas eu sei que a ideia é dela, e ela é uma mulher capaz de convencer. A Virginia pensou e continua pensando, ela quer acabar com aquela história de 20 anos em que só a delegada, doutora Miedir Santana resolvia, eu tenho certeza que ela é capaz de muitas vitórias”.
Maria Erotides destacou o novo momento reservado às mulheres. “Quero dizer que a história é outra, nós agora temos instrumentos. A mulher pode ter o seu dinheiro, pode ser capacitada e ela pode chegar onde quiser. Virginia é uma grande mulher porque ela pensou em outras mulheres. O presente que ela nos dá nos 17 anos da Lei Maria da Penha, exatamente com o programa SER Família Mulher podemos contar uma nova história”.
O governador Mauro Mendes elogiou o empenho da primeira-dama Virginia Mendes nas ações sociais, e destacou a necessidade da aplicação de leis eficientes no combate à violência doméstica.
“Parabéns Virginia pela sua dedicação aos projetos sociais voluntariamente com a Setasc e Unaf. As mulheres têm conquistado espaços importantes. Elas são maioria na sociedade brasileira. Lamentavelmente, temos que falar do tema violência contra a mulher, que é algo que fere a família e não podemos tratar como um crime comum, não é a mesma coisa. Precisamos de leis mais duras para combater a violência contra a mulher, precisamos estabelecer a cultura de respeito entre homens e mulheres. Uma forma de resolver um problema é encarar ele de frente”.
Para o deputado estadual Max Russi, a área social em MT passa por um momento histórico, e elogiou a atuação da primeira-dama Virginia Mendes. “O Mauro tem a felicidade de ter uma grande mulher ao seu lado. Esse é um Governo que sem sombra de dúvidas vai marcar a nossa história por tudo o quem tem feito em todas as áreas e especialmente está construindo um legado no social, e isso é fruto da coordenação, trabalho e esforço da nossa primeira-dama de Estado, que de forma voluntária consegue coordenar ações. A Virginia tem feito uma defesa muito forte com a causa da mulher. Ela trouxe a ex-primeira-dama do país, Michelle Bolsonaro, para inaugurar a Delegacia da Mulher 24 Horas uma das poucas do Brasil, ou seja, ela tem deixado o seu legado também”.
O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, citou os desafios da gestão do Estado, e destacou o avanço social com o novo programa. “Governar um estado como Mato Grosso num país com tantos desafios não é uma tarefa fácil, demanda coragem, demanda determinação, problemas que estão em nossa sociedade a tantos anos que precisam ser enfrentados, e o tema violência doméstica é algo que nos causa tremenda indignação e precisamos evoluir em nossas leis. Hoje lançamos aqui o que acredito ser o mais completo programa de enfrentamento a violência doméstica em todo o nosso país,. Quero parabenizar a primeira-dama Virginia Mendes e todas as pessoas que se empenharam por esse tão importante passo, de poder dar às mulheres em situação de violência doméstica ferramentas e a independência necessária para que não sejam mais submetidas a esse tipo de violência”.
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A violência contra a mulher é um grave problema que a sociedade enfrenta e, por isso, a necessidade de unir esforços institucionais para romper o ciclo. A partir do fortalecimento de serviços já existentes e a criação de outros serviços na rede de enfrentamento da violência doméstica contra a mulher de maneira articulada com a Segurança Pública, Saúde, Educação, Assistência Social, e outras forças, é possível obter resultados de sucesso.
O programa SER Família Mulher surgiu com a perspectiva de proporcionar condições de sobrevivência imediata à mulher vítima de violência doméstica, afastando o agressor e promovendo o espaço da beneficiária com o acesso a oportunidades e recomeço de vida digna na sociedade.
Também participaram da cerimônia os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, Beto Dois a Um e Dotor Eugênio; os secretários de Estado, Grasielle Bugalho da Setasc; coronel Cesar Roveri (SESP), Laice Souza (Secom), Jefferon Neves (Secel), Alan Porto (Seduc); a presidente do Desenvolve MT, Mayran Beckman Benício; representando o Ministério Público do Estado de MT, a subprocuradora-geral de Justiça, Clarice Vogel Dutra; a defensora pública de MT, Rosana Leite Antunes Barros; a presidente da OAB–MT Gisella Cardoso; a delegada-geral da PJC, Daniela Maidel; o diretor da Politec, Rubens Sadao Okada; representando o Corpo de Bombeiros a coronel Vivian Rizziolli; a presidente do COEGEMAS, Jucélia Ferro (primeira-dama de Sorriso); e demais autoridades.
Cartão SER Família Mulher
O benefício consiste na concessão do cartão auxílio moradia no valor de R$ 600 e acompanhamento familiar pelo prazo de 12 meses, com prorrogação de um ano se necessário às mulheres vítimas de violência doméstica com renda per capita de até 1/3 do salário mínimo vigente atendidas com medida protetiva, previsto na Lei Federal nº 11.340/2006.
Outra condição indispensável é que a beneficiária faça curso de qualificação profissional. Os cursos estão disponíveis de maneira gratuita por meio do programa SER Família Capacita, também projetado pela primeira-dama de MT e que, em menos de seis meses de implantação, já capacitou mais de 2000 profissionais.
QUERÊNCIA – O crescimento econômico do Vale do Araguaia, região que fica entre Barra do Garças e Vila Rica, congregando 25 municípios, não foi somente maior do que o apresentado pelo Mato Grosso ou o Brasil em 2022, mas foi maior do que qualquer outro país do mundo.
Trevo de acesso a Querência; Foto – OP.
O levantamento foi feito pelo OPioneiro, com base nos dados publicados pela Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso), no Diário Oficial do dia 30 de junho, onde consta o que se chama de Valor Adicionado dos municípios do Estado, que nada mais é do que a riqueza gerada por eles e que representa por mais de 98% do PIB (Produto Interno Bruto).
Em 2021, o VA do Vale do Araguaia foi de R$ 22,014 bilhões. Em 2022, esse valor saltou para R$ 26,715 bilhões, um crescimento real de 14,71%, já descontada a inflação do ano passado, que foi de 5,79%.
Na comparação, o Mato Grosso, que é um dos estados que mais cresce no Brasil, na soma dos VAs dos 141 municípios, saiu de R$ 204,368 bilhões em 2021 para R$ 238,013 bi em 2022, um crescimento real um pouco superior a 10%. Já o PIB do Brasil aumentou 2,9% no ano passado.
O país que mais cresceu no mundo em 2022 foi a Arábia Saudita, com 7,6%, impulsionada, principalmente, pela alta do petróleo. Aqui na América do Sul, a Colômbia também teve um aumento de 7,6% em seu PIB, ficando na segunda colocação.
Se o Vale do Araguaia fosse um país, apresentaria quase o dobro de crescimento econômico em relação à nação que mais prosperou no ano passado. Isso é fruto, principalmente, da expansão do agronegócio. A região já planta mais de dois milhões de hectares de soja e mais de 1,5 milhão de hectares de milho, mas possui, conforme o Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), mais de cinco milhões de hectares de pastagens que ainda podem ser convertidas em lavouras.
O crescimento do agro junto com a instalação de grandes empresas que trabalham com o beneficiamento da produção agrícola, devem garantir altos índices de crescimento econômico no Vale do Araguaia pelas próximas décadas.
Municípios do Araguaia
O município do Araguaia com maior VA é Querência, que saiu de R$ 3,896 bi para R$ 4,522 bi, um acréscimo econômico de R$ 626 milhões. Em valores absolutos, o maior acréscimo foi em Barra do Garças, que saltou de R$ 1,816 bi para R$ 2,507 bi, incremento de R$ 690 milhões, Já em percentual, o maior crescimento entre os municípios do Araguaia foi registrado em Serra Nova Dourada, que saiu de um VA de R$ 86 mi em 2021, para R$ 170 mi em 2022 (88%).
O segundo maior VA da região é de Canarana, com R$ 2,884 bilhões, seguido por Barra do Garças (R$ 2,5 bi), São Félix do Araguaia (R$ 2,4 bi), Água Boa (R$ 1,8 bi) e Confresa (R$ 1,7 bi). O município com menor VA é Luciara, com R$ 28 milhões.
Por Rafael Govari e Lavousier Machry para OPioneiro.
Policiais militares prenderam um homem de 53 anos por furto de gado e porte ilegal de arma de fogo, nessa terça-feira (08.08), em Peixoto de Azevedo. A prisão ocorreu após duas vítimas procurarem a polícia para denunciá-lo.
Com o suspeito, a PM apreendeu dois revólveres, uma espingarda e recuperou a quantia de R$ 8,8 mil em dinheiro que ele tinha recebido pela venda dos animais de uma pessoa que não sabia da procedência dos bovinos.
PMMT
O homem que comprou o gado furtado disse que teria pago a quantia de R$ 10 mil em dinheiro para o suspeito e apresentou comprovantes das transações financeiras correspondentes ao saque, e informou o endereço onde o criminoso residia.
Os militares abordaram o homem de acordo com as características informadas pelas vítimas e, em revista, encontraram um revólver calibre .38 com cinco munições, além da quantia em dinheiro.
Autor de estupro na zona rural de Paranatinga é preso em flagrante pela Polícia Civil
Questionado sobre as denúncias, o suspeito confirmou o crime e disse que já tinha gastado parte do dinheiro entregue pela vítima que comprou o gado furtado. Ainda em depoimento, o homem disse que tinha mais armas na casa dele e levou a PM até o local, onde foram localizados o revólver calibre .38 e uma espingarda de calibre 22 adulterada.
O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Delegacia de Peixoto de Azevedo, com todo o material apreendido.
O proprietário do gado furtado e a vítima que tinha feito a compra crime entraram em um acordo.
Um crime de estupro ocorrido na madrugada de terça-feira (08.08), na zona rural do município de Paranatinga (373 km ao sul de Cuiabá) foi esclarecido pela Polícia Civil, com a prisão do autor poucas horas após o crime. O suspeito que trabalha na mesma propriedade rural que a vítima foi autuado em flagrante por estupro.
As investigações iniciaram na tarde de terça-feira após a vítima procurar a Delegacia de Paranatinga para comunicar os fatos. Segundo informações, o suspeito entrou pela porta dos fundos na residência, por volta de 01 hora da madrugada e começou a assediá-la.
Foto: Reprodução
Diante da negativa da vítima, o suspeito a jogou na cama e manteve a conjunção carnal sem seu consentimento. Muita abalada com a situação, a vítima decidiu procurar a Polícia.
Após a coleta de diversas informações sobre os fatos, os policiais identificaram o local onde o suspeito ainda estaria. Com base nas informações, por volta das 16 horas, os policiais se deslocaram até a propriedade rural, cerca de 150 quilômetros de Paranatinga, sentido Gaucha do Norte.
PM persegue motocicleta sem placa e sem retrovisor e apreende menor sem CNH em Canarana
No local, os policiais localizaram e realizaram a sua prisão em flagrante. Ele foi conduzido à Delegacia de Paranatinga, onde após ser interrogado, pelo delegado Eric Martins, foi autuado em flagrante por estupro.
CANARANA – A Policia Militar de Canarana – MT prendeu um menor de 17 anos por volta das 14:30h da tarde de terça-feira na Rua Boa Vista do Buricá. Ele estava em uma motocicleta sem os retrovisores e sem placa.
Conforme o Boletim de Ocorrência, os agentes estavam fazendo rondas pela região quando avistaram o jovem na motocicleta irregular com um caroneiro e que ainda, ao atravessar a via, não respeitou o sinal de pare. A viatura iniciou acompanhamento e emitiu sinais sonoros para que o condutor parasse a moto. Este, no entanto, empreendeu fuga.
Jayme cobra de Pacheco votação de marco temporal e alerta para tensão social no Norte Araguaia
Na perseguição, os agentes efetuaram um disparo não letal que atingiu o caroneiro no braço direito, de modo que, após isso, o condutor parou o veículo, sendo conduzida a abordagem.
Nada ilícito foi encontrado. Contudo, foi constatado que o condutor era menor de idade e não possuía CNH e ainda, que a motocicleta estava com os documentos vencidos. O caroneiro atingido pelo disparo se recusou a receber atendimento médico. O veículo foi entregue à Ciretran.
Durante sessão plenária desta terça-feira, 8, o senador Jayme Campos (União-MT) cobrou do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que seja colocada em votação “com urgência necessária” o projeto de lei 490 /2007 que estabelece o Marco Temporal para demarcação de terras indígenas no Brasil. O projeto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados.
“Estamos vivenciando um clima muito ruim em Mato Grosso e infelizmente o marco temporal, até o dia de hoje, não foi votado” – disse o parlamentar mato-grossense ao alertar as demais autoridades para o clima de tensão social que se estabeleceu nos municípios da região do Norte Araguaia com o anúncio de estudos para demarcação da Terra Indígena Kapôt Nhinore.
Foto: Reprodução
A área em questão se localiza entre os municípios de Vila Rica, Santa Cruz do Xingu, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, Pará. A medida pode causar a desapropriação de 201 propriedades rurais. Ou seja, “os donos das fazendas podem perder tudo o que construíram, sem direito algum em suas áreas”. Jayme pediu “uma solução jurídica e política para essa situação”.
Jayme Campos lembrou que Mato Grosso possui 12,5 milhões de hectares de terras indígenas regularizadas, representando 14% do território do estado. Ele criticou as ampliações de reserva indígena “sem nenhum critério”. Ele ressaltou que o anúncio do estudo antropológico causaram efeito imediato: “As terras daquele cidadão já não valem nada” – criticou.
Governador defende Fethab e cobra que Senado defina alíquota de novo imposto nacional
A votação do Marco Temporal ainda não tem data para acontecer. De autoria do deputado mato-grossense Homero Pereira, já falecido, o projeto tramitará em nas comissões de Agricultura e Reforma Agrária e de Constituição e Justiça antes de chegar ao plenário para deliberação. O PL foi aprovado no final de maio pelos deputados.
Na semana passada, na Comissão de Meio Ambiente, Campos foi duro ao defender os produtores rurais, alarmados com a possibilidade de perder suas terras. Na votação do projeto de lei que endurecia as penas aos crimes ambientais, ele reportou depoimentos de agricultores que procuraram a bancada federal de Mato Grosso em busca de uma saída. “Cortou o meu coração. Muitos choraram ao relatar que estão há mais de 30 anos na terra, trabalhando e produzindo o sustento de suas famílias” – disse. Isso não é política de respeito ao cidadão brasileiro”.
A população indígena do país chegou a 1.693.535 pessoas em 2022, o que representa 0,83% do total de habitantes. Um pouco mais da metade (51,2%) estava concentrada na Amazônia Legal. Em 2010, quando foi realizado o Censo anterior, foram contados 896.917 indígenas no país. Isso equivale a um aumento de 88,82% em 12 anos, período em que esse contingente quase dobrou. O crescimento do total da população nesse mesmo período foi de 6,5%.
De acordo com a responsável pelo projeto de Povos e Comunidades Tradicionais do IBGE, Marta Antunes, o aumento do número de indígenas no período intercensitário é explicado majoritariamente pelas mudanças metodológicas feitas para melhorar a captação dessa população. “Só com os dados por sexo, idade e etnia e os quesitos de mortalidade, fecundidade e migração será possível compreender melhor a dimensão demográfica do aumento do total de pessoas indígenas entre 2010 e 2022, nos diferentes recortes. Além disso, existe o fato de termos ampliado a pergunta ‘você se considera indígena?’ para fora das terras indígenas. Em 2010, vimos que 15,3% da população que respondeu dentro das Terras Indígenas que era indígena vieram por esse quesito de declaração”, explica.
A população indígena recenseada no país aumentou 88,82% em 12 anos; avanços na metodologia influenciaram crescimento – Foto: Acervo IBGE
No Censo Demográfico anterior, o quesito de cor ou raça foi aplicado a todas as pessoas recenseadas no país. Quando elas eram residentes das Terras Indígenas oficialmente delimitadas e se declaravam como brancas, pretas, pardas ou amarelas, ou seja, não respondiam que eram indígenas nesse quesito, havia a abertura da pergunta “você se considera indígena?”. Em 2022, houve a extensão dessa pergunta de cobertura para outras localidades indígenas, que incluem, além desses territórios oficialmente delimitados pela Funai, os agrupamentos indígenas identificados pelo IBGE e as outras localidades indígenas, que são ocupações domiciliares dispersas em áreas urbanas ou rurais com presença comprovada ou potencial de pessoas indígenas. No Censo 2022, cerca de 27,6% da população indígena do país assim se declararam por meio dessa pergunta de cobertura.
Outro ponto destaque foi a cartografia participativa. “Ela nos garante uma ampla cobertura, ou seja, sabemos melhor sobre a distribuição indígena no território nacional. Ao colaborarem com a cartografia, os povos indígenas, em suas organizações nas cidades e na área rural, se sensibilizaram para o Censo. O Amazonas, por exemplo, fez grandes mobilizações também na área urbana. Então quando o Censo chega para as pessoas que se mobilizaram para fazer a base territorial, elas sabem que o objetivo é contá-las. Essa é uma mudança muito grande”, diz.
Ela cita ainda entre os fatores que podem explicar o crescimento da população a metodologia de abordagem e de coleta, em que houve maior participação dos indígenas desde o início da operação censitária e o monitoramento da coleta, que passou a ser compartilhado com a Funai. Além disso, houve aumento no número de Terras Indígenas, passando de 505 para 573 entre 2010 e 2022.
Cartografia participativa garantiu ampla cobertura e sensibilização para o Censo – Foto: Acervo IBGE
Norte e Nordeste respondem por 75,71% dos indígenas do país
Grande parte dos indígenas do país (44,48%) está concentrada no Norte. São 753.357 indígenas vivendo na região. Em seguida, com o segundo maior número, está o Nordeste, com 528,8 mil, concentrando 31,22% do total do país. Juntas, as duas regiões respondem por 75,71% desse total. As demais têm a seguinte distribuição: Centro-Oeste (11,80% ou 199.912 pessoas indígenas), Sudeste (7,28% ou 123.369) e Sul (5,20% ou 88.097).
Frente a 2010, as maiores variações absolutas no número de indígenas ocorreram no Norte, que teve acréscimo de 410,5 mil, e no Nordeste, onde o aumento foi de 296,1 mil indígenas. No Sul, que teve a menor variação entre as regiões, foram 9,3 mil pessoas indígenas a mais.
Somados, Amazonas e Bahia concentram 42,51% da população indígenas do país. Eles são os estados com maior quantitativo dessa população: 490,9 mil e 229,1 mil, respectivamente. Em seguida, vêm Mato Grosso do Sul (116,3 mil), Pernambuco (106,6 mil) e Roraima (97,3 mil). A maioria da população indígena do país (61,43%) vive nesses cinco estados.
Por outro lado, Sergipe (4,7 mil pessoas indígenas), Distrito Federal (5,8 mil) e o Piauí (7,2 mil) são os estados com o menor número de residentes indígenas. Na comparação com 2010, em cinco estados o número de indígenas mais do que dobrou: Rio Grande do Norte, que passou de 2.597, em 2010, para 11.725, em 2022, Bahia, que passou de 60.120 para 229.103, Ceará (de 20.697 para 56.353), Amazonas (de 183.514 para 490.854), Piauí (de 2.944 para 7.198) e Goiás (de 8.583 para 19.522).
Apesar de ser apenas o quinto estado com maior número de residentes indígenas, Roraima é o que tem maior proporção dessa população entre o seu total de habitantes: 15,29%. O estado é seguido por Amazonas (12,45%), Mato Grosso do Sul (4,22%), Acre (3,82%) e Bahia (1,62%).
Indígenas estão presentes em 86,7% dos municípios brasileiros
Dos 5.568 municípios brasileiros, acrescidos do Distrito Federal e de Fernando de Noronha, 4.832 tinham, em 2022, pelo menos um residente indígena, o que representa 86,7% do total. Dentre eles, 79 municípios tinham mais de cinco mil habitantes declarados indígenas, um aumento na comparação com 2010, quando eram 42 municípios com, no mínimo, esse quantitativo. Outros 199 municípios tinham de mais de mil a cinco mil residentes indígenas.
Os três municípios brasileiros com o maior número de indígenas são do Amazonas: a capital, Manaus, com o total de 71.713 mil pessoas, São Gabriel da Cachoeira, com 48,3 mil, e Tabatinga, com 34,5 mil. O segundo município também aparece entre aqueles que tinham o maior percentual de indígenas no total da população, com 93,17%. Nesse indicador, São Gabriel da Cachoeira fica atrás apenas de Uiramutã (96,60%), em Roraima, e Santa Isabel do Rio Negro (96,17%), também no Amazonas.
Maioria dos indígenas vive fora das Terras indígenas
Em 2022, havia 689.202 habitantes em Terras Indígenas e 90,26% deles (ou 622,1 mil) eram indígenas. O Norte concentrava quase metade (49,12% ou 338,5 mil) do total de habitantes, sendo 93,49% deles indígenas. Já as regiões que tinham, dentro das terras indígenas, o maior percentual de habitantes indígenas eram o Centro-Oeste (97,74%) e o Sudeste (95,01%).
O gerente de Territórios Tradicionais e Áreas Protegidas, Fernando Damasco, afirma que a investigação do Censo dentro e fora das Terras Indígenas foi um desafio, já que era a primeira vez que a pergunta de cobertura (“você se considera indígena?”) era aplicada fora dos territórios delimitados. “Para que isso fosse possível, tivemos que mapear essas localidades. Toda a estrutura do IBGE foi mobilizada para fazer o mapeamento que representasse a diversidade territorial indígena. Os povos indígenas estão presentes nas cidades, em áreas urbanas, em áreas rurais, em áreas remotas, em favelas e todos precisam ser recenseados”, conta o pesquisador.
Ele também reforça a importância da análise da população indígena dentro e fora dos territórios delimitados. “Esse é um recorte importante não só para os órgãos indigenistas planejarem e executarem as políticas públicas direcionadas às terras indígenas, mas também porque revela uma demografia específica da população residente nessas áreas. Por isso ela precisa ser investigada e analisada em separado”.
Quando considerada a totalidade de indígenas vivendo no país, 622,1 mil (36,73%) residiam em Terras Indígenas e 1,1 milhão (63,27%) fora delas. Três estados respondiam por quase metade (46,46%) das pessoas indígenas vivendo nas terras indígenas: Amazonas (149 mil), Roraima (71,4 mil), e Mato Grosso do Sul (68,5 mil).
O Sudeste era a região com a maior proporção de indígenas que viviam fora desses territórios delimitados (82,56% ou 101,9 mil), seguido do Nordeste (75,43% ou 398,9 mil) e do Norte com 57,99% (436,9 mil). Somados, Amazonas e Bahia concentravam 46,46% do total de indígenas nessa situação geográfica no país.
A terra indígena com maior número de habitantes indígenas é a Yanomami (AM/RR): 27.152, ou 4,36% do total de indígenas em terras indígenas. Raposa Serra do Sol (RR) vem a seguir, com 26.176 indígenas e a Terra Indígena Évare I (AM), com 20.177, aparece em terceiro lugar no ranking.
Na Terra Indígena Yanomami, que também é a maior do país em área, com 9,5 milhões de hectares, a operação censitária foi realizada pelos meios de transporte terrestre, fluvial e aéreo. Na última etapa, houve um acordo de cooperação técnica que envolveu o Ministério dos Povos Indígenas, o Ministério do Planejamento e Orçamento, o Ministério da Defesa e o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
“Começamos a coleta do Censo Yanomami em agosto de 2022, com campanhas fluviais, com recenseadores subindo os rios nas partes mais baixas da terra indígena e depois também por longos deslocamentos terrestres. Por volta de outubro, iniciamos a coleta através de aviões, com o apoio da Funai, que mobilizou aeronaves e viabilizou o acesso a algumas comunidades com pistas de pouso. Cerca de 60% das comunidades indígenas eram muito remotas, acessíveis apenas por helicóptero”, destaca Fernando.
Maior parte dos indígenas vive na Amazônia Legal
A publicação traz ainda o recorte da Amazônia Legal, região formada pelos estados do Norte, Mato Grosso e parte do Maranhão. No território habita a maior parte dos indígenas do país (51,25% ou 867,9 mil indígenas). Esse contingente corresponde a 3,26% do total de habitantes da região.
“Esse é um recorte importante para entender a participação da população indígena na Amazônia e a importância para a conservação do ambiente amazônico. É importante destacar que esses dados acabam revelando que há uma grande participação indígena na Amazônia Legal, mas lembram também que há aproximadamente metade dessa população residindo fora dela”, observa Fernando.
Na Amazônia Legal foram contados 403,3 mil indígenas vivendo nos territórios oficialmente delimitados, o equivalente a 64,83% dos indígenas vivendo nessas terras. Na Amazônia Legal, a proporção de indígenas que vivem nesses territórios (46,47%) supera a média do país (36,73%).
Cerca de 630 mil domicílios no país têm pelo um morador que se declarou indígena
Dos 72,4 milhões domicílios particulares permanentes ocupados do Brasil, 630.041 (0,87%) têm pelo menos um morador indígena. Destes domicílios com pelo menos um morador indígena, 137.256 estão dentro de Terras Indígenas (21,79%) e 492.785 estão fora de Terras Indígenas (78,21%).
Marta esclarece que, para fins de domicílios particulares permanentes ocupados nas situações em que a população indígena habita em malocas, são considerados os grupos familiares. “Maloca é um domicílio indígena com mais de uma família morando de forma conjunta no mesmo espaço, com uma organização própria. Para fins estatístico, no Censo, nas malocas, cada grupo familiar foi classificado como um domicílio particular permanente ocupado”, explica.
A região Centro-Oeste se destaca com maior percentual de domicílios com pelo menos um morador indígena dentro de Terras Indígenas (36,33%), seguida das regiões Norte (28,50%), Sul (27,38%), Nordeste (15%) e Sudeste (7,70%).
Por unidades da federação, Roraima tem maior percentual de domicílios com pelo menos um morador indígena localizado dentro de Terras Indígenas (58,84%), seguida do Mato Grosso (57,91%), Maranhão (52,59%) e Tocantins (51,13%). Os estados com maior percentual de domicílios com pelo menos um morador indígena fora de Terras Indígenas são Goiás (99,20%), Rio de Janeiro (99,16%), e Piauí (99,08%).
Média de moradores é maior nos domicílios em Terras Indígenas
A média de moradores para o total de domicílios onde havia pelo menos uma pessoa indígena foi de 3,64. Dentro das Terras Indígenas, essa média foi de 4,6 pessoas e fora das Terras Indígenas, de 3,37 pessoas. Em todos os casos, foi mais alta do que para o total de domicílios do país (2,79).
Nas comparações com 2010, houve queda tanto para o total de domicílios com pelo menos um morador indígena (4,33) quanto para os localizados em Terras Indígenas (5,2).
Já o percentual de moradores indígenas em domicílios particulares permanentes ocupados com pelo menos um morador indígena foi de 73,43% para o total Brasil, sendo de 98,41% para os domicílios localizados dentro das Terras Indígenas e de 63,94% fora delas.
“Esse era o esperado: dentro de Terras Indígenas, a maioria dos moradores dos domicílios são indígenas, já fora das terras, há uma presença maior de não-indígenas coabitando com indígenas nos mesmos domicílios”, ressalta Marta.
O Centro-Oeste se destaca com o maior percentual de moradores indígenas em domicílios ocupados com pelo menos uma pessoa indígena dentro de Terras Indígenas (99,37%), seguido da região Sul (99,12%), Norte (99,00%), Sudeste (97,80%) e Nordeste (96,08%).
Nos domicílios particulares permanentes ocupados com pelo menos um morador indígena localizados fora de Terras Indígenas, destaca-se o Sudeste (48,66%) com o menor percentual de moradores indígenas, seguido por Sul (54,41%), Centro-Oeste (57,51%), Nordeste (64,87%) e Norte (71,14%).
Mais sobre a pesquisa
Os primeiros resultados do Censo Demográfico 2022 para a população Indígena apresentam os totais de pessoas indígenas residentes no país e de domicílios particulares permanentes ocupados com pelo menos um morador indígena. Os dados estão detalhados por Unidades da Federação, Municípios, Amazônia Legal e Terras Indígenas. Acesse os principais resultados, gráficos e mapas no hotsite Panorama do Censo 2022, na Plataforma Geográfica Interativa e no Sidra.
Cerca de 29 kg de substâncias análogas à pasta base de cocaína e cocaína foram apreendidas pela Polícia Militar no município de São José do Xingu na noite de domingo (6).
Conforme apuração, a informação foi recebida via denúncia anônima, na qual o denunciante afirmou que um veículo de Sapezal estaria transportando os ilícitos e atravessaria a balsa para levar a droga para Confresa.
Os entorpecentes apreendidos pela equipe Foto: PMMT
Foi realizado um bloqueio, então, por volta de 19:20h os policiais abordaram um VW Fox cinza, que ao ver a guarnição, tentou retornar. O condutor não apresentou um motivo convincente para os policiais sobre ter tentado retornar. Foi realizada uma vistoria no carro, momento em que os policiais apreenderam 26 kg de substância análoga à pasta base de cocaína e 3 kg de substância análoga à cocaína. Os ilícitos estavam dentro do estepe e no para-choque traseiro.
Em conversa com os agentes da lei, o suspeito informou que levaria o entorpecente para Confresa.
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Além das drogas, os policiais apreenderam dois celulares, um notebook, seis relógios e a quantia de R$ 805,00 em dinheiro.
O suspeito foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas. A operação contou com o apoio do Gefron, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.