segunda-feira, 15 junho, 2026
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Após pedido de socorro da filha, mãe viaja de Água Boa a Canarana e caso termina na polícia

CANARANA – Uma ocorrência de violência doméstica mobilizou a Polícia Militar na noite de sábado (13) em Canarana. O caso chamou a atenção após uma mãe sair da cidade de Água Boa, devido um pedido de socorro da filha, que estaria sendo ameaçada pelo companheiro.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher procurou ajuda após receber mensagens informando que a filha e o genro estavam discutindo em uma residência no município. A situação teria começado após um desentendimento envolvendo um cachorro da raça pitbull que, segundo relatos, estaria apresentando comportamento agressivo com outros animais da vizinhança.

Conforme a denúncia, durante a discussão o companheiro da jovem teria feito ameaças, afirmando que a mataria caso ela não resolvesse a situação do animal ainda naquele dia.

Preocupada, a mãe tentou contato telefônico com a filha. Pouco tempo depois, recebeu uma chamada de vídeo na qual a jovem demonstrava medo e pediu que a ligação não fosse encerrada. Segundo o relato da comunicante, durante a conversa ela teria visto o suspeito segurando um pedaço de madeira e puxando a filha pelos cabelos.

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Diante da gravidade da situação, a mulher saiu de Água Boa e seguiu para Canarana enquanto a Polícia Militar realizava as primeiras diligências no local.

Em um primeiro momento, os policiais estiveram na residência e conversaram com os envolvidos, porém a jovem negou que estivesse sendo agredida e informou que não desejava registrar ocorrência.

Após a chegada da mãe à cidade, a equipe retornou ao endereço. Segundo a PM, o suspeito foi encontrado em estado de alteração e estava sendo contido pelo próprio irmão.

Ainda conforme o boletim, a jovem apresentava hematomas em diferentes partes do corpo, incluindo pernas, boca e testa. Mesmo diante dos sinais observados pelos policiais, ela relutou em acompanhar a guarnição.

Diante dos indícios de violência doméstica, os envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Canarana, que dará continuidade às investigações e adotará as medidas cabíveis previstas na Lei Maria da Penha.

Da Redação.

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