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Capacete anti-distração? – Futilidade do dia

A cada dia, parece ficar mais difícil não se distrair com bobagens nas redes sociais, mas você sabia que em 1925 já havia sido inventado um capacete anti-distração? A invenção é bastante intrigante e a maioria de nós passaria bem longe, mas ela permitia que não fosse ouvido praticamente nenhum som externo e limitava o campo de visão. Será mesmo que valia a pena? E pensar, que antes mesmo da internet as pessoas já tinham problema com a concentração.

O capacete anti-distração foi criado por Hugo Gernsback (inventor, editor e escritor), considerado o “pai da ficção-científica”. Ele criou muitas outras coisas inusitadas, mas não conseguia vender em seu país natal (Luxemburgo), levando-o a emigrar-se para os Estados Unidos em 1904. 

O ‘acessório’ era feito de madeira e vidro (para possibilitar a visão), ligado à uma garrafa de oxigênio. Apesar de ter um objetivo interessante, como isolar barulhos e limitar o campo de visão do usuário, ele não era nada usual. Além disso, o capacete foi testado como método para ‘tratar’ o Transtorno do Déficit de Atenção (TDA) de crianças (mas na época não era diagnosticado dessa maneira). Contudo, não foi cientificamente eficaz.

Em 2015, a empresa ucraniana chamada Hochu Rayu lançou no mercado o Helmfon, também bastante intrigante, mas muito mais moderno. O Helmfon além de ter isolamento acústico, possibilita que o usuário faça ligações e ouça música através do sistema bluetooth.

Fonte: Aventuras na História; Hypeness; Megacurioso. 

Por Vitória Kehl Araujo, do OPioneiro.

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