ÁGUA BOA – O detento Silveira Junior Pires da Rocha, de 22 anos, preso no ano passado por assassinar a ex-mulher, Paulina Luz Amorim, de 23, no município de Querência – MT, foi encontrado morto dentro de sua cela da Penitenciária Major Zuzi, em Água Boa – MT. A suspeita é que ele tenha cometido suicídio. O pescoço dele estava amarrado com um lençol.
A morte foi confirmada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) nesta terça-feira (30). “O reeducando foi encontrado desacordado por volta das 15h, na cela onde estava preso. Uma equipe da unidade socorreu-o até o hospital local, onde recebeu atendimento de urgência, porém seu óbito foi confirmado logo depois”, informou a Pasta.
Conforme a Sesp, apesar da suspeita de suicídio, a Polícia Civil vai investigar o caso.
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O crime
O crime ocorreu no dia 25 de novembro de 2023. Junior esfaqueou a ex-esposa na frente da filha dele, à época com apenas um ano e dois meses.
A Polícia encontrou o homem deitado próximo ao corpo da vítima, que estava todo ensanguentado. Ele estava abraçado à filha do casal e os militares precisaram imobilizá-lo para retirar a criança dos braços dele.
Vizinhos afirmaram que o casal estava separado havia certo tempo.
As ações de combate aos crimes ambientais do Governo de Mato Grosso já resultaram na aplicação de R$ 303 milhões em multas somente no primeiro quadrimestre de 2024. As ações tiveram como alvos principais os desmatamentos ilegais e as queimadas ilegais.
“Desde o início desta gestão, o Estado tem atuado com tolerância zero contra os crimes ambientais. Prova disto são os resultados obtidos ao longo deste primeiro quadrimestre. Equipes da Sema, Bombeiros e demais forças de segurança estão sempre em campo para punir aqueles que insistem em causar dano ambiental”, afirmou a secretária de Estado de Meio Ambiente (Sema), Mauren Lazzaretti.
As fiscalizações pelos órgãos estaduais resultaram em 1.198 autos de infração e 889 áreas embargadas, que resultam em 61 mil hectares. O bioma amazônico é o que concentra o maior número de multas aplicadas, com R$ 256,69 milhões. No Cerrado e Pantanal foram R$ 27,93 e R$ 16,38 milhões em multas, respectivamente.
Combate aos incêndios florestais
Também no primeiro quadrimestre de 2024, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso aplicou R$ 21,3 milhões de multas pelo uso irregular do fogo.
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“Montamos nossas ações de fiscalização a partir do monitoramento diário de focos de calor com satélites de alta tecnologia e os alertas de desmatamento associado ao uso irregular do fogo. Este ano, as previsões apontam que o clima terá mudanças drásticas e, por isso, o governo vai estar ainda mais forte para evitar que desastres aconteçam”, pontuou a comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel Pryscilla de Souza.
Ela explicou que o Estado passa por um período atípico desde o final de 2023, com pouca incidência de chuvas e baixa humidade. Com isso, o material orgânico seco, se acumula, o que facilita a combustão.
Por esse motivo e prevendo a proximidade da época mais seca do ano no Estado, o Governo publicou decreto com prazos ampliados para o período proibitivo de uso do fogo em 2024.
Na Amazônia e Cerrado, o uso do fogo fica proibido entre 1º de julho a 30 de novembro, e no Pantanal, entre 1º de julho e 31 de dezembro.
Conforme o decreto, fica determinada situação de emergência ambiental entre março a outubro nas mesorregiões Nordeste, Norte e Sudeste, que englobam o bioma Amazônico; entre abril a novembro no Sudoeste, onde está inserido o Pantanal; e entre os meses de maio a dezembro no Centro-Sul do Estado, onde está o Cerrado.
O documento estabeleceu ainda que a Sala de Situação Central deverá funcionar com ações de monitoramento e resposta rápida aos incêndios florestais e crimes ambientais, entre 1º de julho a 31 de dezembro, se estendendo por mais 30 dias após o fim do período. A Sala de Situação fica vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública, com coordenação geral exercida pelo Corpo de Bombeiros.
Além disso, o Plano de Operações da Temporada de Incêndios Florestais está em execução, com ações de prevenção, como contratação de brigadistas, manutenção de aceiros, realização de queimas prescritas em unidades de conservação estaduais e capacitação de agentes.
Apreensões
Todas as ações de fiscalização resultaram na apreensão de bens, sendo 24 tratores, 24 caminhões, 22 esteiras, 14 barcos, 13 motosserras, 12 motocicletas, 10 dragas ou balsas, cinco veículos, quatro ferramentas ou acessórios, três escavadeiras e duas retroescavadeiras, entre outros.
As operações são coordenadas pela Sema, em parceria com a Polícia Militar, Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), Núcleo de Inteligência e Operações Conjuntas (NIOC), Diretorias de Unidade Desconcentrada (DUD) da Sema, Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), de Rondas Ostensivas (Rotam) e de Proteção Ambiental (BPMPA), dentre outras instituições.
Por Governo de MT. Crédito fotos – Marcos Vergueiro/Secom-MT
CANARANA – A Prefeitura Municipal começou a enviar na semana passada, cartas informativas assinadas pelo Prefeito Fábio Faria, aos confrontantes do traçado do futuro anel viário de Canarana – MT. Nessa carta, consta informações sobre o projeto e rota, que terá uma extensão de quase 20 km e ligará as MTs 020, 110, 109 e 326.
Uma empresa foi contratada para fazer um estudo sobre a melhor rota. Foram tomados alguns cuidados, como cruzar entre divisas de propriedades ou, onde isso não era possível, sobrepor estradas de fazendas já existentes. Também foi evitado áreas de mata e áreas alagadas por questões ambientais e custo de implantação da estrada.
Em conversas de bastidores com a maioria dos proprietários confrontantes, eles sinalizaram apoio ao traçado, seja pela necessidade do anel viário para Canarana, bem como pelo benefício de ter um estrada, que futuramente será pavimentada, cruzando no limite de suas propriedades, trazendo desenvolvimento e valorizando as áreas.
Feito o comunicado, a Prefeitura está redigindo o projeto de lei que será enviado à Câmara Municipal. Sendo aprovado pelos vereadores, o objetivo é abrir a estrada no atual período de seca, para já dar passagem aos veículos ainda em 2024.
Novo traçado da BR-242 vai utilizar três rodovias estaduais e cruzar pela cidade de Canarana
Sem um anel viário, atualmente todo o tráfego de veículos e de carretas cruza por dentro da cidade de Canarana, trazendo perigo de acidentes e comprometendo a infraestrutura asfáltica, que não foi construída para suportar esse tráfego e peso.
Possível federalização do Anel Viário
Com a definição de que a rodovia BR-242, entre Gaúcha do Norte e a BR-158, cruzará por Canarana, cresceu a urgência de criação do anel viário, visto que boa parte do tráfego no sentido leste/oeste dentro do Mato Grosso cruzará por essa rota.
Em reunião na semana passada em Brasília sobre a BR-242, o presidente da Câmara Municipal, vereador Rafael Govari, apresentou a proposta do anel viário. Na oportunidade, o diretor do Dnit, Dr. Luiz Guilherme, solicitou que após a aprovação, o mesmo seja enviado ao órgão para ser incorporado ao traçado da BR-242, recebendo recursos para o projeto e também sua pavimentação.
O Traçado
Na MT-020, o anel viário margeia o armazém da COFCO e sai na 2ª Agrovila, adentra na MT-110 e na sequência margeia a área que receberá a usina de etanol de milho da Agrícola Alvorada. Depois adentra a área do atual lixão, cruza a MT-109 e segue na direção leste até sair nos fundos da 1ª Agrovila, chegando até a MT-326.
No total são 19,86 km, sendo 11,8 km de estradas existentes e 7,5 km de estradas a implementar.
O Comando do Exército anunciou nesta segunda-feira (29) que o grupo israelense Elbit Systems venceu a licitação internacional para o fornecimento de 36 veículos blindados de combate obuseiros. O valor da compra pode chegar perto de R$ 1 bilhão.
A chinesa Norinco, a francesa Nexter e a tcheca Excalibur também estavam na lista final de concorrentes. As novas viaturas blindadas vão substituir equipamentos incorporados pela força terrestres entre a Segunda Guerra Mundial e a década de 1970.
Foto: Reprodução
O sistema Atmos, produzido pela Elbit e mais bem pontuado pelo Comando Logístico do Exército, já foi exportado para diversos países. Os sistemas de quinta geração são operados pelos militares da Dinamarca, integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), e da Colômbia. Versões anteriores equipam as forças da Tailândia, de Filipinas e de Uganda, entre outros.
Segundo relatos, há temor no Exército de que a escolha final pelo Atmos sofra com alguma influência política. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem feito duras críticas à postura de Israel na guerra contra o Hamas e teve um conflito diplomático com o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
A torcida, entre os militares brasileiros, é para que questões políticas não pesem na decisão final. Eles alegam que o sistema Atmos mostrou-se não só o melhor produto para as necessidades da força, mas também aquele que ofereceu as melhores contrapartidas (offset tecnológico).
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Cada veículo deve custar em torno de US$ 5 milhões. Tendo esse valor como base, a encomenda total de 36 unidades poderá chegar a US$ 180 milhões — quase R$ 1 bilhão pela cotação atual.
Além disso, o Exército calcula uma necessidade de gastar de 15% a 20% adicionais no treinamento e capacitação de suas tropas para uso do equipamento, que tem como objetivo atualizar e reforçar seus sistemas de artilharia.
A assinatura do contrato para o fornecimento das duas primeiras viaturas, em um lote piloto, poderá ocorrer ainda em maio. Se isso ocorrer, essas unidades deverão ser entregues para testes em 2025.
Se aprovados, os demais 34 veículos serão contratados em seguida e têm cronograma de entrega escalonado até 2034. O pagamento ocorre ao longo do tempo.
Considerados armamentos pesados, pelo alto poder destrutivo, obuses são uma espécie de canhão dos tempos modernos, nos quais projéteis explosivos são disparados dentro de um tubo que dá direcionamento até o alvo. Eles podem ser usados individualmente (rebocados), mas tornou-se mais comum instalá-los em veículos blindados (autopropulsados).
A nova linha de obuseiros será sobre chassis de veículos, diferentemente dos sistemas rebocados, e justamente por isso permite maior articulação com forças mecanizadas. Com essa renovação, o Exército vai ganhar mais mobilidade e alcance.
Os sistemas que estão sendo comprados pelo Brasil vão chegar no chamado “padrão Otan”, com projéteis de 155 mm e maior poder de fogo.
Segundo relatos feitos por fontes militares, os obuseiros atuais do Exército demoram até 15 minutos para dar o primeiro tiro e levam oito minutos para disparar dez tiros. Nos novos sistemas, são cinco minutos para o primeiro tiro e até seis disparos por minuto.
O menor preço não é o único critério da aquisição — nem necessariamente o principal. Como costuma ocorrer em projetos na área de defesa, o Exército exige “offset” tecnológico, que envolve obrigações como transferência de tecnologia ou uso de conteúdo local para o futuro grupo fornecedor do equipamento.
No caso dos obuseiros, o offset deverá se concentrar na nacionalização da capacidade fabril de munições, preferencialmente em associação com uma empresa brasileira (a Imbel é favorita para isso), segundo fontes ouvidas. Hoje, as munições para esse tipo de equipamento não são produzidas no Brasil.
Além disso, o offset envolve garantia de suporte logístico para todo o sistema, com garantia de peças fabricadas no país. Abrange, ainda, o desenvolvimento de um sistema de simulador para treinamento das tripulações com baixo custo.
A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) recebeu, na tarde desta segunda-feira (29.04), mais de 32 mil doses da vacina contra a dengue, que serão liberadas e distribuídas nesta quinta-feira (02.05) aos 35 municípios mato-grossenses selecionados pelo Ministério da Saúde.
As doses só serão liberadas após uma reunião orientativa e de alinhamento entre equipes técnicas do órgão federal e da SES. A expectativa é de que o Estado receba mais 99 mil doses nas próximas semanas.
As doses só serão liberadas após uma reunião orientativa e de alinhamento entre equipes técnicas do órgão federal e da SES. Foto: Mailson Prado
“Estamos contentes em receber essa primeira remessa da vacina contra a dengue. Pedimos aos pais que residem nos 35 municípios elencados pelo Ministério da Saúde que levem as crianças de 10 a 14 anos para vacinar, pois esse é o público que deve tomar a vacina agora. E o principal: não deixem de tomar os cuidados contra o mosquito da dengue, pois cerca de 80% dos criadouros estão em ambientes residenciais”, enfatizou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.
A superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes, explicou a logística utilizada para a distribuição das doses.
“Nós trabalhamos em regime de colaboração com todos os municípios de Mato Grosso e isso fortalece nosso sistema de distribuição vacinal, realizado com a máxima segurança. Os últimos detalhes e orientações de entregas estão sendo formalizados pelo Ministério da Saúde, para que nós possamos iniciar a distribuição”, afirmou.
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Alessandra ainda reforçou que a escolha do público-alvo e demais segmentações regionais dessa primeira fase foram definidas pelo Ministério da Saúde. O esquema vacinal será composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas.
“O Ministério da Saúde segue as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI), por meio da recomendação feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em que constataram um agravamento na faixa etária dos jovens de 10 a 14 anos em relação à doença. Essa definição foi necessária em razão da capacidade limitada de fornecimento de doses pelo laboratório fabricante da vacina, que não abrange todo o nosso território”, explicou.
Veja a lista completa de cidades contempladas:
Cuiabá; Várzea Grande; Chapada dos Guimarães; Santo Antônio do Leverger; Planalto da Serra; Nova Brasilândia; Nossa Senhora do Livramento; Jangada; Poconé; Acorizal; Barão de Melgaço; Sinop; Sorriso; Lucas do Rio Verde; Nova Mutum; Nova Ubiratã; Cláudia; Santa Carmem; União do Sul; Feliz Natal; Tapurah; Vera; Santa Rita do Trivelato; Itanhangá; Ipiranga do Norte; Tangará da Serra; Campo Novo do Parecis; Sapezal; Nova Olímpia; Barra do Bugres; Porto Estrela; Santo Afonso; Arenápolis; Nova Marilândia; Denise.
O Governo de Mato Grosso fortalece a infraestrutura de transporte aéreo na região Araguaia com dois convênios firmados com as prefeituras de São Félix do Araguaia e Confresa para a revitalização de dois aeródromos. O investimento total de R$ 10 milhões destinado às reformas das pistas de pouso e decolagem vai expandir a capacidade dos municípios para receber jatos e voos comerciais, além de melhorar o turismo e contribuir com a produção agrícola na região.
Aeródromo de Juara
Em São Félix do Araguaia, cidade de 10.500 habitantes e 9ª maior produtora de grãos do Estado, o projeto de R$ 5,6 milhões financiará a restauração da pista de pouso e decolagem do aeródromo local. Esta obra inclui também a reforma das pistas de taxiamento, com a prefeitura contribuindo com uma contrapartida de R$ 5,6 mil.
A prefeita de São Félix do Araguaia, Janailza Taveira, explicou que o aeroporto foi construído ainda nos anos 90 e desde então nunca tinha passado por uma grande reforma, passando apenas por manutenções mais simples, o que impediu a utilização recente da pista por jatos e aviões comerciais. O convênio assinado vai mudar essa realidade.
“O Governo vai possibilitar a revitalização dessa pista, que era esperada há muitos anos, porque o desgaste do tempo impedia de receber voos. São Félix recebe voos diariamente e agora vai receber ainda mais, com o fomento do turismo de pesca”, ressaltou.
Entre os atrativos turísticos da região está a temporada de praias do Rio Araguaia.
“A restrição para os jatos tem dificultado o desenvolvimento da região. Agora isso vai ser resolvido e vai continuar o desenvolvimento cada vez mais”, completou.
Janailza Taveira – Prefeita de São Félix Créditos: christiano Antonucci
Confresa, que tem uma população de 31 mil habitantes, receberá um investimento de R$ 4,5 milhões para asfaltar e sinalizar a pista do aeródromo local.
“É um sonho para a sociedade, porque esse aeroporto era uma verdadeira novela. Quero agradecer muito ao nosso governador por estarmos hoje celebrando esse convênio. Isso vai trazer uma linha aérea doméstica para a cidade”, disse o prefeito do município, Ronio Condão.
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“Somos a maior cidade do Araguaia depois de Barra do Garças. Estamos a mais de 1.100 km de distância da capital, então a região ganha muito, a população está muito feliz com isso”, completou o prefeito.
O Governo de Mato Grosso realiza uma série de investimentos nos aeródromos do Estado. Obras já foram finalizadas em Juara, com a pavimentação da pista, em Água Boa e Porto Alegre do Norte, com o cercamento da pista, atividade essencial para uma operação segura dos aeródromos.
Cáceres, Sorriso, Canarana, Vila Rica, Brasnorte, Matupá e Poconé são outros aeroportos com obras realizadas em parceria com o Estado. No total, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística trabalha em 43 aeródromos, seja em obras, projetos ou termos de cooperação para implantação de pistas.
Estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), publicado neste mês de abril, apontou que Mato Grosso será um dos quatro Estados do país que fechará as contas de 2024 no azul, ou seja, a receita será suficiente para cobrir as despesas públicas.
O levantamento foi feito a partir de dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), referentes ao primeiro bimestre de 2024. Ao lado de Mato Grosso, também têm previsão orçamentária positiva os Estados de São Paulo, Amapá e Espírito Santo.
Estado se destaca por investimentos Crédito – Secom-MT
“O equilíbrio orçamentário de Mato Grosso é um reflexo das medidas que temos tomado desde o início de nossa gestão, em 2019. Foram medidas duras lá no começo, mas que toda a população colhe os resultados já há alguns anos, com muitas obras e ações que já foram entregues e muitas outras sendo feitas em todas as regiões do Estado”, afirmou o governador Mauro Mendes.
Para este ano, o Governo de Mato Grosso prevê orçamento de R$ 35 bilhões, sendo que 15% da receita corrente líquida, corresponde a R$ 4,3 bilhões, será aplicado em investimentos diretos à população, como obras e ações em todas as áreas.
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Para as despesas do Estado serão destinados R$ 29,8 bilhões, incluindo gastos com folha de pagamento e amortização de dívidas.
A Firjan revelou ainda que os Estados que não conseguirão cobrir as despesas terão déficit acumulado de R$ 29,3 bilhões em 2024. O maior rombo será no Rio de Janeiro, com R$ 10,4 bilhões.
Segundo a federação, um dos principais motivos para o baixo desempenho dos Estados foi que as despesas tiveram crescimento maior que a arrecadação.
“Apesar de Mato Grosso ter feito a lição de casa para não deixar que as despesas fossem maiores que a receita, o Estado também registrou aumento de quase o dobro dos gastos com pessoal. Em 2023, a receita cresceu 5,3%, enquanto a folha de pagamento, 9%. Temos o cuidado de analisar esses números e não gastar além do que é possível, para mantermos as contas no azul e seguirmos no rumo do desenvolvimento para Mato Grosso”, finalizou o governador.
Canarana, 29 de abril de 2024 – Neste mês de abril, a Iguá Saneamento emitiu seu relatório integrado com os resultados atingidos no ano de 2023, com os destaques sobre a atuação da companhia e seus compromissos com foco em qualidade, respeito, ética e transparência. Com a garantia do selo GRI (Global Reporting Initiative), organização internacional que desenvolve parâmetros para relatórios de sustentabilidade, o documento reforça a importância dos quatro pilares que guiam a companhia: eficiência operacional, gestão regulatória, sustentabilidade e novos negócios. Os números publicados ressaltam que a empresa se consolida, cada vez mais, como uma das principais operadoras privadas de saneamento no país
No âmbito financeiro, destaque para receita líquida de R$ 2,3 bilhões e os R$3,8 bilhões em emissões de debêntures para financiar investimentos em saneamento no Rio de Janeiro. Já o EBITDA ajustado do grupo aumentou 34% e atingiu R$869 Milhões, enquanto a margem EBITDA subiu em 4 pontos percentuais para 42,5%, refletindo melhoria da eficiência operacional.
Comprometida com a meta da universalização dos serviços de água e esgotos, em 2023 a companhia investiu R$546,6 milhões que garantiram o abastecimento de cerca de 7 milhões de pessoas em 6 estados. No final desse período, a companhia contava com um total de aproximadamente 5 mil km de redes de distribuição de água e mais de 8,7km de redes coletoras de esgoto.
Não à toa, a Iguá alcançou em 2023, o 1º lugar na categoria Saneamento – gestão de resíduos e infraestrutura – no ranking Top Open Corps que premia as corporações líderes em open innovation. Também recebeu o Prêmio Melhores Casos ESG do Instituto Trata Brasil por certificação de títulos verdes, e foi finalista do Prêmio Nacional de Qualidade em Saneamento (PNQS) com as operações Agreste Saneamento (AL) e Atibaia Saneamento (SP), pela excelência na inovação da gestão de saneamento ambiental. Ainda em 2023, a companhia marcou 96 pontos no GRESB (Global Real Estate Sustainability Benchmark) – referência internacional em avaliação ESG para investimentos de infraestrutura – a classificação destaca a Iguá 13 pontos acima da pontuação média global.
Na área social, a Iguá reforçou suas ações de responsabilidade social, contribuindo com o desenvolvimento social dos municípios onde atua e priorizando as comunidades mais vulneráveis no entorno das operações. No ano passado, a empresa atendeu mais de 47 mil famílias cadastradas na modalidade de tarifa social e mais de 123 mil pessoas foram beneficiadas diretamente pelas ações sociais realizadas pela empresa. Um dos reflexos da valorização do capital humano para a Iguá foi a sétima certificação consecutiva do selo Great Place To Work (GPTW), um reconhecimento pelos seus colaboradores dos esforços da companhia na manutenção de um ambiente transparente, leve e inclusivo.
Na esfera de governança, a Iguá conquistou as certificações ISO 37001 (gestão antissuborno) e ISO 37301 (gestão de compliance), reforçando seu posicionamento em gerir o negócio de forma ética e transparente. Ainda referente às certificações, em 2023 a operação Águas Cuiabá (MT) recebeu a ISO 9001 (qualidade) e a ISO 14001 (gestão ambiental), ratificando o comprometimento da Iguá com a gestão voltada para a qualidade de suas operações.
Dentre os projetos ambientais, a transferência de 41 mil mudas de mangue vermelho dos viveiros para as margens do Complexo Lagunar de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e o recebimento pelo 3º ano consecutivo do Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol devido à transparência na publicação do seu inventário de emissão de gases de efeito estufa são exemplos de algumas das iniciativas realizadas em 2023. A Iguá também assinou do contrato de autoprodução de energia e hoje já é realidade a utilização de energia solar com 50MWm de potência instalada no Complexo Solar de Janaúba, no norte de Minas Gerais. A estimativa é que, em 15 anos, seja evitada a emissão de 120 mil toneladas de GEE (gases causadores de efeito estufa).
Canais de atendimento levam agilidade e solução aos clientes da Águas Canarana
Para 2024, os investimentos seguem firmes e os esforços estão centralizados em desenvolveras iniciativas e estratégias estabelecidas pelo grupo. Para o CEO da empresa, Roberto Barbuti, o ano de 2023 marcou um passo importante para consistência e maturidade da companhia, principalmente na agenda de criação de valor para clientes, colaboradores e acionistas. E para este ano, o crescimento continua entre as principais metas do Grupo: “Em 2024, manteremos nossos esforços de melhoria contínua com um modelo mais escalável de negócio e iremos focar na agenda de crescimento. “, afirma o executivo.
O relatório completo com todas as ações realizadas ao longo de 2023 estão disponíveis no site da companhia: www.igua.com.br
Sobre a Águas Canarana – Por meio de concessão plena com validade de 40 anos, a Águas Canarana atua nos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município, desde 2000. A companhia, que atende mais de 25 mil pessoas, tem como objetivo universalizar o acesso da população à água de qualidade e à coleta e tratamento de esgoto. Desde 2017, a concessionária faz parte do Grupo Iguá, uma das principais empresas privadas do setor, presente em 27 municípios brasileiros e atendendo 3 milhões de pessoas com o propósito em ser a melhor empresa de saneamento para o Brasil.
Sobre a Iguá Saneamento: Companhia controlada pela IG4 Capital, a Iguá atua no gerenciamento e na operação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário por meio de concessões e parcerias público-privadas. Uma das principais empresas do setor no país, está presente em 27 municípios, de seis estados brasileiros – Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo – com 16 operações que beneficiam 3 milhões de pessoas. Signatária da Rede Brasil do Pacto Global (iniciativa da Organização das Nações Unidas), a companhia participa dos Movimentos 2030, com foco na universalização do saneamento, na segurança hídrica, na redução das emissões de CO2, no aumento de mulheres na liderança e na transparência da gestão do negócio. Por sua gestão sustentável, desde 2021 figura no ranking do GRESB (Global Real Estate Sustainability Benchmark). A Iguá também se destacou como líder na categoria de saneamento, gestão de resíduos e infraestrutura no TOP Open Corps 2023, ranking nacional que avalia a relação com startups. Recebeu duas certificações das normas ISO (International Organization for Standardization) ISO 37001 e 37301 – que abrangem, respectivamente, Sistemas de Gestão Antissuborno e Sistemas de Gestão Compliance, reforçando os altos padrões éticos e legais aplicados nas operações. Ainda em 2023, a companhia alcançou pelo 3° ano consecutivo o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que consagra empresas que alcançam o nível mais alto de qualificação e transparência nos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), e foi eleita pelo 7° ano consecutivo como excelente empresa para se trabalhar pela consultoria Great Place to Work (GPTW). Mais informações em www.igua.com.br.
Uma tentativa de homicídio foi registrada no fim da tarde de sábado (27) em Porto Alegre do Norte. O pai teria atirado na perna do próprio filho durante uma discussão.
De acordo com informações, a guarnição da Polícia Militar foi acionada pela equipe do Hospital Municipal pois havia dado entrada no local um idoso com ferimento provocado por tiro.
A arma de fogo apreendida pela PM Foto: PMMT
Na unidade hospitalar, a vítima de 60 anos contou que teve uma discussão com seu pai, um idoso de 94 anos, e que durante a desavença, ele teria se munido com uma arma de fogo que possui há mais de 30 anos. O filho tentou segurar a arma do pai, mas um tiro foi disparado, o qual atingiu a perna da vítima.
“Nenhum governador fez tanto pelo turismo de Mato Grosso como Mauro Mendes”, afirma presidente da Fecomércio
Nesse momento ele teria conseguido pegar a arma do pai e fugiu em direção ao hospital. O filho entregou o revólver calibre 38 à PM, que registrou um boletim de ocorrência.
O caso foi registrado como tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo. O caso seguiu para providências da Delegacia de Polícia Judiciária Civil.
Mato Grosso se destacou como líder em investimentos per capita entre os estados brasileiros em 2023, com aportes que alcançaram R$ 1.828 por habitante, o que representa um aumento de 253% em relação à média nacional de R$ 517. Esses dados foram fornecidos pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).
Enquanto outros 23 estados, incluindo o Rio de Janeiro e Minas Gerais, enfrentam sérias restrições financeiras com grandes déficits orçamentários previstos para 2024, Mato Grosso mantém suas contas equilibradas, sem previsão de déficit para este ano.
Com investimentos recordes, Governo constrói seis hospitais, entre outras centenas de obras importantes infraestrutura Crédito – Marcos Vergueiro/Secom-MT
O Governo do Estado tem sido eficiente na alocação de recursos em áreas essenciais, como educação, saúde e segurança, demonstrando um modelo de gestão fiscal e orçamentária que promove tanto a estabilidade econômica quanto o desenvolvimento social.
“Mato Grosso fez a lição de casa e passou a ter capacidade de fazer investimentos recordes para a população. São seis novos hospitais, quase 200 novas pontes, dezenas de escolas, 3.500 km de asfalto novo, convênios para infraestrutura dentro das cidades e centenas de outros investimentos para devolver, em forma de obras e ações, aquilo que os mato-grossenses pagam de imposto”, destacou o governador Mauro Mendes.
Governador afirma que reforma tributária desincentiva "a industrialização do país"
Desde 2021, Mato Grosso tem investido acima dos 15% da receita corrente líquida – valor que atingiu os 19,8%, em 2023.
No ano passado, o Estado atingiu a marca de mais de R$ 5,5 bilhões investidos em convênios com municípios, valor jamais alcançado em gestões anteriores.
Além disso, Mato Grosso possui menor dependência de auxílio federal. O Estado, segundo o relatório, está em uma posição fiscal estável e é o que tem requerido menos socorro financeiro da União em comparação com outros estados.
Mato Grosso reduziu pela metade a dívida herdada, de R$ 6,46 bilhões em 2019 para R$ 3,78 bilhões em 2023, evidenciando uma governança fiscal responsável e independente.