Três apostas acertaram as 15 dezenas da Lotofácil 3655 e vão levar mais de R$ 1,7 milhão para casa. O sorteio foi realizado pela Caixa Econômica Federal nesta terça-feira (7), no Espaço da Sorte, em São Paulo.
Avião com 450 kg de cocaína é interceptado após decolagem em Gaúcha do Norte
As apostas ganhadoras irão receber R$ 1.767.336,48 cada, sendo uma de Fortaleza, no Ceará, uma de Água Boa, no Mato Grosso, e outra de Ribeirão Pires, em São Paulo. No entanto, as apostas ganhadoras com 14 números irão receber R$ 2.254,07.
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BARRA DO GARÇAS – O casal de empresários Gilberto Romanato e Eliana Moreira da Silva Romanato acionou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), Clarice Claudino da Silva, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em meio a uma disputa judicial envolvendo a Fazenda Eldorado, localizada em Barra do Garças e avaliada em mais de R$ 350 milhões.
A reclamação disciplinar, protocolada em 19 de março, aponta supostas omissões, irregularidades funcionais e falta de imparcialidade em decisões relacionadas ao caso. Segundo o casal, houve recusa em reconhecer a rescisão de contrato de compra e venda da propriedade, mesmo diante de alegada inadimplência por parte dos compradores.
Outro ponto questionado é uma multa de 10% que teria sido aplicada contra o casal por suposto uso protelatório de embargos de declaração. A defesa alega que os recursos buscavam corrigir omissões graves e pede ao CNJ a suspensão imediata dos julgamentos ligados ao caso, além da abertura de processo administrativo disciplinar para apurar eventual violação aos deveres da magistratura.
A petição ainda cita a Operação Sisamnes, da Polícia Federal, e menciona que, quando presidia o TJ-MT, a magistrada teria arquivado procedimentos disciplinares envolvendo os desembargadores João Ferreira Filho e Sebastião de Moraes Filho, posteriormente afastados pelo CNJ sob suspeita de venda de decisões judiciais.
Em tempo: essa é a segunda reclamação disciplinar que a desembargadora sofre no CNJ. O outro foi protocolado pelo empresário Pedro Roberto Peregrino Morales.
CUIABÁ – O Governo de Mato Grosso já ultrapassou, em 2026, a meta de expansão das escolas cívico-militares na Rede Estadual de Ensino. A previsão inicial era alcançar 205 unidades até o fim do ano, mas o Estado já soma 208 escolas e pode chegar a 224, conforme o andamento das novas consultas públicas previstas para este mês.
Foto – Gabriel Aguiar.
O avanço reforça a adesão das comunidades escolares ao modelo de gestão, que preserva a condução pedagógica nas mãos dos profissionais da educação e concentra as mudanças nas áreas administrativa e disciplinar.
A ampliação do modelo ocorre em ritmo superior ao planejado pelo Estado e evidencia o interesse das comunidades escolares em aderir a uma proposta que mantém intactos o currículo e a organização pedagógica das unidades.
A gestão pedagógica permanece sob a responsabilidade dos diretores, coordenadores e professores da Rede Estadual, em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
As mudanças se concentram nas esferas administrativa e disciplinar, com a atuação de militares da reserva em ações como a organização do ambiente escolar, o controle de acesso, a promoção de atividades cívicas e o fortalecimento de valores como disciplina, respeito e hierarquia. Na prática, o modelo busca contribuir para um ambiente mais organizado e favorável ao processo de ensino e aprendizagem.
Segundo o Cel. Anderson, superintendente das Escolas Estaduais Militares e Cívico-Militares da Seduc, com a meta já superada antes mesmo do encerramento do calendário de consultas, Mato Grosso consolida, em 2026, a expansão das escolas cívico-militares como uma das principais frentes de reorganização da rede estadual.
“O cenário mostra que o planejamento inicial foi ultrapassado e que a tendência é de um crescimento ainda maior, à medida que novas comunidades escolares participam das decisões sobre o futuro de suas unidades”, define Anderson.
GAÚCHA DO NORTE – Uma operação Integrada do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Polícia Militar e a Polícia Federal, com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), apreendeu nesta terça-feira (07.04) cerca de 450 quilos de pasta base de cocaína na zona rural de Gaúcha do Norte – MT.
A apreensão causou um prejuízo de R$ 12,5 milhões às facções criminosas.
Além da droga, foi apreendido um avião de pequeno porte, que estava sendo utilizado para o transporte do entorpecente. Quatro pessoas, de 34, 39, 56 e 66 anos, sendo três brasileiro e um estrangeiro, suspeitos de dar apoio ao transporte dos entorpecentes foram presos.
Após receber informações da Polícia Federal sobre uma aeronave que teria pousado em uma pista clandestina para reabastecimento em uma propriedade rural, em Gaúcha do Norte, equipe do Gefron e Polícia Militar chegaram até o local antes da decolagem e impedindo o voo.
O coordenador-adjunto do Gefron, tenente coronel PM Airton Feitosa destacou os resultados alcançados pelas forças de segurança durante a integração de forças de segurança estaduais e federais.
“Essa apreensão demonstra o quanto a integração entre as forças de segurança é necessária e o quanto isso tem surtido muito efeito no estado de Mato Grosso”, afirmou o coronel.
A droga, a aeronave e os presos foram encaminhados à Superintendência da Polícia Federal em Cuiabá, onde permanecem à disposição da Justiça.
O delegado da Polícia Federal, Daniel Pereira, detalhou que os presos serão interrogados, o procedimento é formalizado e encaminhado pela Justiça Federal para encerramento dos autos de prisão flagrante.
A operação também contou com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (Ficco) e Polícia Militar do estado do Amazonas.
O endividamento das famílias brasileiras segue em alta e já atinge 80,2% dos lares, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC). O dado, registrado em fevereiro, é o maior da série histórica e mostra que manter o orçamento equilibrado tem sido cada vez mais difícil para as famílias. No dia a dia, pequenos gastos recorrentes, como assinaturas pouco utilizadas, taxas em aplicativos e consumos automáticos, também pesam no bolso. Conhecidos como “gastos invisíveis”, eles costumam passar despercebidos, mas, ao longo do tempo, comprometem a capacidade de poupar e organizar as finanças.
Esse cenário se soma ao avanço da inadimplência no país. Dados do Mapa da Inadimplência da Serasa mostram que mais de 81 milhões de brasileiros estão com contas em atraso, principalmente na população economicamente ativa, entre 41 e 60 anos. Grande parte dessas dívidas está ligada ao uso descontrolado do crédito. O cartão de crédito lidera, com 26,8% das pendências. Na sequência aparecem as contas básicas como água, luz e gás, que somam 21,4%, seguidas pelas dívidas com financeiras (20,3%) e pelos serviços (11,6%), que incluem gastos recorrentes, como assinaturas de streaming, telefonia, internet e aplicativos como de transporte e alimentação.
Outro ponto de atenção está na renda. O endividamento atinge 82,5% das famílias que recebem até três salários-mínimos, enquanto entre aquelas com renda acima de 10 salários-mínimos o índice é menor, de 68,3%. Hoje, o salário-mínimo é de R$ 1.621. Para o consultor de Sustentabilidade e Cooperativismo do Sicredi, Eber Ostemberg, o principal risco dos gastos invisíveis está na frequência com que eles ocorrem. Pequenos valores, quando repetidos diariamente, podem gerar impacto significativo no orçamento. Além disso, o especialista alerta que o cérebro tende a minimizar gastos de baixo valor, criando uma falsa sensação de controle. Esse comportamento, conhecido como “piloto automático”, faz com que despesas recorrentes passem despercebidas e se acumulem ao longo do tempo.
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“O grande risco dos gastos invisíveis é que eles passam despercebidos. São pequenos consumos do dia a dia, feitos de forma automática, como um lanche ou um aplicativo, que parecem irrelevantes, mas, quando somados, acabam comprometendo o orçamento. O problema não está no valor isolado, mas na frequência e na falta de controle. Isso se agrava com o uso do cartão de crédito, já que o gasto não é percebido na hora e só aparece depois, na fatura”, destaca.
Ele acrescenta que para as famílias de menor renda, esse impacto é ainda maior, já que qualquer despesa recorrente faz diferença nas contas. “Por isso, identificar e controlar esses gastos é essencial para evitar o endividamento. O problema não é gastar com pequenos prazeres, mas fazer isso sem planejamento. O ideal é prever esses gastos no orçamento, destinando cerca de 10% da renda para esse tipo de consumo e reservando entre 10% e 15% para poupar ou investir, mantendo o equilíbrio da vida financeira”, complementa.
O perigo do pagamento sem atrito
A digitalização das finanças eliminou o chamado custo cognitivo do gasto. Antes, o ato de tirar o dinheiro da carteira gerava uma percepção psicológica de perda. Hoje, com biometria, pagamentos invisíveis (como apps de transporte e delivery) e cartões salvos, o ato de gastar se tornou emocionalmente neutro, o que aumenta sua frequência. Esse processo também encurta o caminho de decisão do consumidor. Com a facilidade do pagamento por aproximação ou aplicativos, o ato de consumir se torna mais rápido e automático, reduzindo a percepção do gasto e favorecendo a repetição de pequenas despesas.
Além disso, é essencial entender o efeito da repetição: não é a compra que pesa, mas a frequência com que é realizada. “Quando o pagamento se torna rápido e automático, a pessoa deixa de perceber o ato de gastar. Isso reduz a sensação de controle e faz com que pequenas despesas se repitam com mais frequência, sem planejamento. No fim do mês, esse acúmulo pode comprometer uma parte significativa do orçamento”, conclui o consultor.
Para Cristiane Amaral, gerente de Educação Financeira e Liderança Cooperativista do Sicredi, o risco desses gastos não reside no valor monetário isolado, mas no comportamento do chamado piloto automático. Segundo as ciências comportamentais, o cérebro tende a minimizar o impacto de valores baixos (R$ 5, R$ 10 ou R$ 20), criando uma falsa sensação de controle enquanto o orçamento é corroído. Para ilustrar esse impacto, ela faz uma análise simples: um gasto diário de R$ 8 pode parecer irrelevante, mas representa um desembolso de R$ 240 no mês ou R$ 2.880 no ano, valor que poderia ser o aporte inicial de uma viagem ou uma reserva de emergência.
A importância da faxina financeira
Para melhorar o controle do orçamento, a recomendação é revisar regularmente as despesas. Eber Ostemberg, orienta que a chamada “faxina financeira” inclua a análise de assinaturas, o cancelamento de serviços pouco utilizados e a identificação de cobranças que passam despercebidas no dia a dia.
A prática consiste em olhar detalhadamente os gastos mensais e identificar o que pode ser reduzido, substituído ou eliminado. Entre os exemplos estão a revisão de despesas recorrentes, como lazer frequente fora de casa, além de ajustes em contas básicas, como energia e água. “A faxina financeira é um passo importante para entender para onde o dinheiro está indo e, a partir disso, ajustar hábitos e evitar desperdícios. Na prática, é olhar com atenção os gastos do mês e ver o que dá para reduzir, substituir ou até eliminar”, ensina Eber.
CUIABÁ – O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), realizou nesta segunda-feira (06.04) uma coletiva de imprensa para apresentar os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo. O evento ocorreu no auditório do Edifício Cloves Vettorato, em Cuiabá, reunindo imprensa, técnicos e representantes do setor produtivo.
Foto – Divulgação.
A coletiva marca o encerramento da etapa soja da safra 2025/26 e teve como objetivo apresentar os principais dados do levantamento técnico realizado nas lavouras em todas as regiões do estado, oferecendo um panorama detalhado da produção. Durante os trabalhos, a equipe técnica percorreu mais de 34 mil quilômetros, realizando 998 avaliações em campo ao longo de 71 dias, reunindo informações estratégicas que contribuem para análises mais precisas do cenário produtivo em Mato Grosso.
O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, destacou a importância da parceria entre as instituições e a relevância do projeto para garantir dados confiáveis ao produtor rural e ao mercado.
“Estamos aqui na sede da Aprosoja Mato Grosso junto com a Imea, que fez a apresentação do Imea em Campo, que mostra o trabalho dessa parceria, no qual os técnicos visitam as lavouras em todas as regiões do estado, fazendo levantamento de números mais precisos e apurados da nossa produção. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós produtores e ao mercado, trazendo mais seriedade, mais coerência nesse fornecimento de dados que também interferem diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.
De acordo com os dados apresentados, a produtividade média da soja em Mato Grosso passou de 60,45 para 66,03 sacas por hectare, resultando em uma produção estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado na safra 2024/25. O desempenho reforça a capacidade produtiva do estado, mesmo diante de adversidades ao longo da safra. Para o analista do Imea, Henrique Eggers, a safra foi marcada por desafios climáticos que impactaram diretamente a qualidade dos grãos, apesar das boas condições de produção em grande parte do estado.
“Esse ano foi um ano muito desafiador. Nós tivemos bons volumes pluviométricos em relação ao clima, então nós tivemos condições muito boas de produção, tanto é que a nossa produção vai quase atingir o recorde produtivo. Só que nós tivemos alguns desafios em relação à questão dos grãos avariados. Essa chuva foi muito positiva por um lado, mas tivemos regiões em que a falta da chuva no início da safra foi negativa, e também depois na hora da colheita, nós tivemos um volume de chuva excessiva como as regiões, e que também proporcionou uma maior perda de peso de grãos e que consequentemente impossibilita de nós alcançarmos um novo recorde de produtividade”, salientou Henrique.
Durante o projeto, foram avaliados grãos por planta, peso de grãos e plantas por hectare, parâmetros que embasam novas estimativas de produtividade. A região Norte se destacou pelo aumento no número de grãos por planta e maior peso de grãos. A Centro-Sul teve aumento no número de grãos por planta, mas redução no peso. Já o Sudeste apresentou a maior queda no número de grãos por planta e peso abaixo da média estadual. O Nordeste teve aumento no número de plantas por hectare, porém com grãos por planta bem abaixo da média.
O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, destacou que, mesmo diante das adversidades, o principal ponto da safra foi a resiliência produtiva do estado. “Acho que o principal ponto dessa temporada que nós vimos foi a resiliência produtiva do Estado de Mato Grosso. Então, dados os desafios que nós passamos lá no começo da temporada, com a falta de chuva, desenvolvendo a extraditória, algumas regiões com veranico, ainda assim o Estado conseguiu alcançar altos índices produtivos, alcançando uma produtividade muito parecida com a temporada passada. Acho que o desafio que fica para essa temporada e também repercute ainda para a Safra 26/27 vai ser a rentabilidade. Então, dados os desafios que nós produzimos uma safra com um patamar de dólar muito superior ao que nós estamos comercializando nossa produção nesse momento, e as perspectivas dadas das discussões no Oriente Médio, os conflitos que estão acontecendo no Oriente Médio, trazem uma perspectiva ainda pior para essa composição de custos”, pontuou.
Segundo o superintendente, os números consolidados da safra também evidenciam o crescimento da produção no estado, ainda que em ritmo mais moderado. “Os principais números dessa temporada, acho que o principal número do estado de Mato Grosso deve ter alcançado os 3 milhões de hectares cultivados, então é o marco, o estado de Mato Grosso vem crescendo, acho que é importante também frisar que esse crescimento vem desacelerando nos últimos anos, com muito reflexo da rentabilidade que os produtores têm visto no campo e também a produtividade que alcançou índice muito parecido com a última temporada, então considerando e alcançando por dois anos consecutivos uma produção acima de 50 milhões de toneladas produzidas aqui no estado de Mato Grosso”, finalizou Cleiton Gauer.
Os dados apresentados pelo Imea reforçam o papel estratégico do estado como principal produtor de soja do Brasil e evidenciam a importância do acompanhamento técnico para garantir maior previsibilidade, apoio ao planejamento dos produtores e fortalecer a competitividade do agronegócio mato-grossense.
O governador Otaviano Pivetta anunciou, nesta segunda-feira (6.4), que a coronel da reserva da Polícia Militar Susane Tamanho passará a comandar a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Ela será a primeira mulher a chefiar a Pasta na história do Estado.
“Tenho confiança de que a Susane desempenhará seu trabalho pautada pela competência, liderança e comprometimento com que sempre atuou na Polícia Militar. Avançamos muito nos últimos anos na segurança pública, mas ainda temos o que melhorar e tenho certeza de que a coronel assume esse papel com todo empenho e capacidade para continuar servindo a população mato-grossense”, afirmou o governador.
Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT
O anúncio foi feito em reunião com a Secretaria de Estado de Justiça e adjuntos, Gabinete de Enfrentamento à Violência contra Mulher, Secretaria de Estado de Comunicação e com todos os chefes das forças de segurança, como Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, e adjuntos da Sesp.
Filha embriagada agride pai de 70 anos e acaba presa em Canarana
“Tenho que agradecer pela confiança e oportunidade. Servir à população é um propósito de vida e colocarei todo meu empenho nessa função, que assumo com muita honra”, ressaltou Susane.
A coronel já comandou a 20ª Companhia Independente da Força Tática de Cuiabá e também foi a primeira mulher a Brasil a se formar em um curso de especialização do Batalhão de Choque e Rondas Ostensivas “Tobias de Aguiar” (Rota) da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Ela já tem mais de 25 anos de carreira na PM, com capacitação em gestão de alto comando, entre outras.
Otaviano Pivetta ainda irá anunciar esta semana os nomes que assumirão a chefia das Secretarias de Estado de Educação (Seduc), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), do Escritório de Mato Grosso em Brasília (Sermat), e de Desenvolvimento Econômico (Sedec), cujo titular, César Miranda, solicitou exoneração nesta segunda-feira.
CUIABÁ – O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) endureceu o tom ao falar sobre o combate à criminalidade e afirmou que sua gestão adotará uma postura ainda mais rigorosa na área de Segurança Pública.
Governador Otaviano Pivetta – Imagem Reprodução.
“Na área de Segurança Pública, nós vamos avançar. A tolerância zero, como eu falei, vai ser menos um”, declarou, ao indicar que pretende intensificar as ações contra o crime e reforçar o enfrentamento direto às práticas criminosas no Estado.
CANARANA – Uma mulher de 34 anos foi presa na noite de quinta-feira (02) após agredir o próprio pai, de 70 anos, dentro de uma residência em Canarana.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por uma testemunha, irmã da suspeita, que relatou que a mulher estava embriagada, quebrando objetos e causando confusão no imóvel.
No local, os policiais encontraram a casa com diversos cacos de vidro espalhados e marcas de sangue. A testemunha informou que acolheu a irmã no fim do ano passado, mas que, nesta data, ela passou o dia ingerindo bebida alcoólica e, ao chegar em casa, iniciou uma discussão que evoluiu para agressões físicas.
Durante a confusão, o pai tentou intervir e também foi agredido. Segundo o relato, a suspeita ainda acusou o idoso com xingamentos e chegou a pegar uma faca para ameaçar os familiares, antes de se trancar em um dos quartos.
A irmã da suspeita apresentava um hematoma no braço e relatou temer novos episódios de violência, afirmando que não seria a primeira vez que a mulher tenta agredi-los.
A suspeita foi localizada no quarto e apresentava um pequeno corte na mão direita, sem saber explicar a origem. Ela recebeu voz de prisão e foi encaminhada à delegacia.
O idoso foi levado ao Hospital Municipal, onde recebeu atendimento médico. Ele apresentava sangramento no nariz, inchaço na testa e escoriações pelo corpo.
BARRA DO GARÇAS – O músico Joel Cunha Lima morreu aos 54 anos após passar mal e cair da Escadaria da Fé, localizada na região central de Barra do Garças, nessa sexta-feira (3). Ele era conhecido na cidade por ter integrado, por vários anos, o grupo de pagode “Combinação Perfeita”.
A Escadaria da Fé é um dos pontos turísticos mais famosos do município e conta com 1.204 degraus. No percurso, é possível contemplar a natureza e animais silvestres. Ao final, há uma vista do céu, além das estátuas do Cristo e de Nossa Senhora do Araguaia.
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Segundo o Corpo de Bombeiros, uma equipe foi até local e encontrou a vítima inconsciente, com um ferimento extenso na região do crânio e hemorragia severa. De imediato, foi realizada a contenção do sangramento por meio de curativo compressivo.
Na sequência, o paciente sofreu uma parada cardiorrespiratória, momento em que a guarnição iniciou imediatamente o protocolo de reanimação cardiopulmonar. Ele foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas morreu na unidade.
Conforme informado por familiares nas redes sociais, o velório está sendo realizado neste sábado (4), na Casa Mortuária Municipal. O enterro está previsto para domingo (5).