sexta-feira, 24 abril, 2026
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Pessoas flagram homem pelado nas ruas de Barra do Garças

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BARRA DO GARÇAS – Um homem aparentando uns 40 anos foi visto e fotografado andando nu, usando apenas um boné amarelo, nas ruas do centro de Barra do Garças, na segunda-feira (04/05).

A foto foi publicada em um grupo de notícias de Barra, às 17h51, mas nenhuma fonte oficial dos órgãos de segurança ou assistência emitiu qualquer informação sobre o fato.

Na imagem o homem parece estar na Avenida Goiás, em frente as Delegacias da PM e PJC de Barra do Garças. Nos poucos comentários sobre o fato, os populares citaram a possibilidade de ser alguém com problemas mentais.

Por Notícias do Araguaia.

Médico que atuava em Colíder e Água Boa ao mesmo tempo tem bens bloqueados

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COLÍDER – O juiz da Primeira Vara da Comarca de Colíder, Ricardo Frazon Menegucci, decretou a indisponibilidade de bens, no limite de R$ 1.657.115,80, da pessoa física e jurídica de um médico, em razão de relevantes indícios de prática de improbidade administrativa. O magistrado concedeu tutela de urgência em caráter liminar pedida pelo Ministério Público Estadual em ação civil pública proposta contra o médico, por suposto descumprimento de carga horária.
Segundo o magistrado, o MPE apresentou vasta documentação que, a priori, evidenciam a prática de ato improbo por parte do requerido. Consta dos autos que o médico possui vínculo com o Estado de Mato Grosso, desde 01/09/2014, para atuar no Hospital Regional de Colíder. Porém, em 24/09/2014, foi assinado termo de cooperação entre o Hospital Regional e o Município de Colíder, para que o médico exercesse as funções no Centro de Ressocialização Feminino de Colíder.
De 14/08/2014 a 04/05/2015, em virtude de aprovação em processo seletivo, o médico firmou contrato e passou a atuar na Saúde do Município de Colíder, como clínico geral. Ao final do contrato com o Município, agora por meio de pessoa jurídica, o médico firmou contrato com o Instituto de Pesquisas e Gestão Pública – IPGP, de 04/05/2015 a 30/04/2016, para prestar serviços médicos ao município, com carga horária de 40h semanais.
“Sustenta que o requerido durante todo o período de 14/08/2014 a 30/04/2016 deixou de cumprir, deliberadamente, a carga horária a que estava obrigado, seja junto ao Estado de Mato Grosso, seja perante o Município de Colíder, recebendo, por outro lado, seus vencimentos na íntegra”, diz trecho da decisão.
A situação se torna ainda mais grave, segundo o juiz, devido ao conteúdo de outros documentos juntados aos autos pelo MPE, que demonstram que, de agosto de 2014 a junho de 2015, o requerido também prestou serviços médicos junto à Prefeitura de Água Boa. E ali, pelo menos nos meses de agosto, outubro, novembro e dezembro, também possuía dois vínculos de trabalho, um de 30 horas semanais (temporário) e outro de 40 horas semanais (efetivo).
“Ora, se inviável a acumulação de dois vínculos de 40 horas semanais, que dirá de quatro vínculos que, juntos, somam 150 horas de trabalhos semanais”, destacou o magistrado. Segundo ele, a ilicitude se torna ainda mais evidente quando se constata que os municípios de Colíder e Água Boa estão distantes mais de 800 km um do outro.
Por Nadja Vasques/Coordenadoria de Comunicação do TJMT; Foto – ABNews.

Policiais civis recuperam veículo de vítima de estelionato em Nova Xavantina

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NOVA XAVANTINA – A Polícia Judiciária Civil de Nova Xavantina recuperou um veículo, objeto de estelionato praticado na cidade. A vítima deu o veículo em troca na comercialização de um terreno, que não pertenceria à pessoa que fez a transação.

A vítima procurou então a Delegacia da Polícia Civil e informou que teria caído em um golpe quando entregou seu veículo, um Gol prata, modelo 2007/2007, em troca de um terreno no bairro Conagro. Porém, ao verificar junto à Prefeitura sobre o terreno descobriu que área era de propriedade do município.

A vítima procurou inicialmente o vendedor do lote para desfazer o negócio. Contudo, o homem informou que teria vendido o carro para terceiros e tratou a vítima com ignorância.

O delegado Raphael Diniz Garcia determinou a instauração de inquérito policial pelo crime de estelionato e determinou a apreensão do veículo, que foi localizado pela equipe de Investigadores. O veículo foi encaminhado à delegacia para deliberações pertinentes e apreciação do Poder Judiciário.

A investigação segue para localizar o suspeito do estelionato.

Assessoria/Polícia Civil-MT.

Índices criminais no estado reduzem durante período de isolamento social

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CUIABÁ – Entre 10 de março e 26 de abril de 2020, os principais índices criminais de Mato Grosso tiveram redução considerável, em comparação com o mesmo período de 2019. O homicídio doloso, por exemplo, diminuiu 20%, sendo que este ano foram registrados 92 casos, contra 115 no ano anterior. O acompanhamento, feito pela Superintendência do Observatório de Violência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), leva em consideração o período de quarentena, em função do coronavírus (Covid-19).

Roubos e furtos também apresentaram -42,6% e -47,5% registros, respectivamente. Foram constatados 1.031 roubos este ano, contra 1.797 no ano passado, e 3.312 furtos no período atual e 6.310 no anterior. O crime de latrocínio (roubo seguido de morte) caiu pela metade, sendo 5 registros em 2020, contra 10 em 2019.

O levantamento contempla ainda as ocorrências de lesão corporal, com -31,9% de casos (1.776 este ano e 2.608 no ano passado), e de tráfico e uso de drogas, que foi responsável por 772 registros em 2020 e 1.122 em 2019, ou seja, redução de 31,2%.

Na avaliação do secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp-MT, coronel PM Victor Fortes, a redução é reflexo direto do isolamento social, na medida em que há menor circulação de pessoas e veículos nas ruas. “Também neste período houve o fechamento de bares, restaurantes, alguns segmentos dos comércios, casas noturnas, o que influencia na redução de crimes”.

Ele pondera que paralelamente a isso, as forças de segurança mantiveram o fluxo de atuação. “A Sesp continua desenvolvendo as ações integradas preventivas e repressivas, sem redução do ritmo de trabalho, o que também colaborou para os resultados positivos nos índices”.

Nara Assis/Sesp-MT.

Mapa monitora casos de Covid-19 próximos a terras indígenas em MT

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CUIABÁ – Um mapa que monitora casos suspeitos de coronavírus (Covid-19) próximos a terras indígenas em Mato Grosso foi elaborado nesta semana pela Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT) e pelo Instituto Centro de Vida (ICV).

A medida faz parte de um plano emergencial de contenção à disseminação do novo coronavírus.

O mapa tem atualização diária de número e localização de casos confirmados do vírus no estado.

A ferramenta mostra a proximidade de casos confirmados a aldeias indígenas do estado, o segundo com o maior número de Terras Indígenas (TIs) consideradas sob sério risco no país de acordo com pesquisa publicada pela Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep).

O mapa do plano emergencial ‘Covid Fora das Aldeias’ revela territórios das etnias kisêdjê, kayapó, nambikwara, xavante, bororo, tapirapé, paresi e cinta larga próximos a cidades com números que variam de um a 51 casos confirmados da doença.

Além das idas às cidades para compra de suprimentos e sacar benefícios como a aposentadoria e o bolsa-família, os indígenas sofrem maior risco de exposição ao vírus pelas invasões de garimpeiros e madeireiros ilegais que mantêm atividades nos territórios durante a pandemia.

Situação crítica

O estudo da Abep indicou 57 aldeias em Mato Grosso com índices de vulnerabilidade demográfica e infraestrutural classificados em moderado, alto, intenso ou crítico.

A pesquisa considerou fatores como distância de centros com unidades de terapia intensiva (UTIs), saneamento, porcentagem de idosos na população e capacidade de manter distanciamento social.

Maior território indígena do país, o Parque Indígena do Xingu é considerado sob ameaça intensa e integra os municípios de Querência (08 casos) e Canarana (02 casos), além de estar próximo ao município de União do Sul, com um caso confirmado.

A pesquisa mostrou duas Terras Indígenas (TIs) do estado com vulnerabilidade crítica, classificação máxima do nível de risco.

Uma é a Enawenê-Nawê, que também conta com a maior média de moradores por domicílio (31 pessoas) dentre as terras indígenas do Brasil.

A segunda é a aldeia da etnia chiquitano Portal do Encantado, que abrange dois municípios com casos confirmados, Vila Bela da Santíssima Trindade e Pontes e Lacerda.

As aldeias Jarudore, da etnia bororo, e Krenrehé, dos krenak e maxakali, figuraram na pesquisa como terceira e quarta, respectivamente, terras indígenas com maior índice de habitantes de 50 anos ou mais, principal grupo de risco do coronavírus.

Ainda não há casos confirmados do vírus em territórios indígenas do estado.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do dia 3 de maio, há dois indígenas com suspeita de infecção notificados pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Kayapó, que atende mais de 6 mil indígenas de municípios do norte de Mato Grosso e do sul do Pará.

Vulnerabilidade acentuada

De acordo com a FEPOIMT, a assistência de órgãos federais e estaduais são insuficientes para assegurar acesso à informação, alimentos, remédios e produtos de higiene, assim como equipamentos de proteção individuais às equipes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs).

A ameaça do novo coronavírus às cerca de 50 mil pessoas dos 43 povos indígenas do estado é potencializada pelas dificuldades de saneamento e acesso a água, atendimento médico e condições gerais de saúde nas aldeias.

Os xavantes, por exemplo, têm média quatro vezes superior à média nacional no número de diabéticos, grupo de risco da doença.

A federação informa que está em crescimento o número de ocorrências nas populações indígenas de doenças como hipertensão, diabetes, obesidade e doenças infecciosas como malária, tuberculose e hepatite B, assim como desnutrição e anemia em crianças.

Como parte do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS), os DSEIs são responsáveis pela atenção básica à saúde, ações de saneamento e acompanhamento de pacientes com doenças crônicas nas aldeias.

O serviço não inclui o tratamento de infectados pelo coronavírus, que devem ser encaminhados a centros especializados para testagem e encaminhamentos posteriores.

Aldeias e centros urbanos

Com habitações numerosas, a solução para conter o vírus entre os indígenas é manter controle de entrada e saída de pessoas com sintomas das aldeias, tarefa complexa principalmente em locais com trânsito intenso entre os municípios.

Já as áreas protegidas afastadas dos centros urbanos sofrem pelas dificuldades na obtenção de informações.

Realizando articulações para conscientização acerca dos riscos do novo coronavírus entre povos das sete regionais do estado (Xingu, Kayapó, Noroeste, Cerrado Pantanal, Vale do Guaporé, Xavante e Araguaia), a federação contribuiu na construção do mapa e o utilizará para monitorar os casos e articular ações.

A organização indígena ressalta a necessidade de orientações e apoio que levem em consideração as necessidades específicas das aldeias indígenas.

O indígena do povo chiquitano também atenta à necessidade urgente de conter a disseminação por causa dos grupos de risco entre os povos (idosos e portadores de doenças crônicas), famílias em situação social mais vulnerável e populações de territórios não demarcados.

O plano emergencial da entidade prevê diversas ações de enfrentamento à pandemia – entre elas, a arrecadação online para garantir o suprimento de produtos alimentícios e de higiene nas aldeias durante a pandemia.

Casos em Mato Grosso

Até terça-feira (5), Mato Grosso contabilizava 13 mortes entre os 366 casos confirmados, dos quais 29 pessoas se encontravam hospitalizadas e 215 recuperadas.

Os casos estavam distribuídos entre 36 municípios do estado, que também contava com 1.029 notificações de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG).

Por G1 MT; Foto – Arquivo O Pioneiro.

Perda total ou em parte da renda mensal já atingiu 40% dos brasileiros

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SÃO PAULO – Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que a perda do poder de compra já atingiu quatro em cada dez brasileiros desde o início da pandemia. Do total de entrevistados, 23% perderam totalmente a renda e 17% tiveram redução no ganho mensal, atingindo o percentual de 40%.

Quase metade dos trabalhadores (48%) tem medo grande de perder o emprego. Somado ao percentual daqueles que têm medo médio (19%) ou pequeno (10%), o índice chega a 77% de pessoas que estão no mercado de trabalho e têm medo de perder o emprego. De modo geral, nove em cada dez entrevistados consideram grandes os impactos da pandemia de coronavírus na economia brasileira.

A pesquisa mostra também que o impacto na renda e o medo do desemprego levaram 77% dos consumidores a reduzir, durante o período de isolamento social, o consumo de pelo menos um de 15 produtos testados. Ou seja, de cada quatro brasileiros, três reduziram seus gastos. Apenas 23% dos entrevistados não reduziram em nada suas compras, na comparação com o hábito anterior ao período da pandemia.

Questionada sobre como pretende se comportar no futuro, a maioria dos brasileiros planeja manter no período pós-pandemia o nível de consumo adotado durante o isolamento, sendo que os percentuais variam de 50% a 72% dos entrevistados, dependendo do produto. Essa tendência, segundo a CNI, pode indicar que as pessoas não estão dispostas a retomar o mesmo patamar de compras que tinham antes.

Apenas 1% dos entrevistados respondeu que vai aumentar o consumo de todos os 15 itens testados pela pesquisa após o fim do isolamento social. Para 46%, a pretensão é aumentar o consumo de até cinco produtos; 8% vão aumentar o consumo de seis a dez produtos; e 2% de 11 a 14 produtos. Para 44% dos entrevistados, não haverá aumento no consumo de nenhum dos itens.

Isolamento social

Os dados revelam que a população brasileira continua favorável ao isolamento social (86%), apesar das possíveis perdas econômicas, e quase todo mundo (93%) mudou sua rotina durante o período de isolamento, em diferentes graus.

No cenário pós-pandemia, três em cada dez brasileiros falam em voltar a uma rotina igual à que tinham antes. Em relação ao retorno para o trabalho depois de terminado o isolamento social, 43% dos trabalhadores formais e informais afirmaram que se sentem seguros, enquanto 39% se dizem mais ou menos seguros e 18%, inseguros.

“As atenções dos governos, das empresas e da sociedade devem estar voltadas, prioritariamente, para preservar vidas. Entretanto, é crucial que nos preocupemos também com a sobrevivência das empresas e com a manutenção dos empregos. É preciso estabelecer uma estratégia consistente para que, no momento oportuno, seja possível promover uma retomada segura e gradativa das atividades empresariais”, disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A maior parte dos entrevistados (96%) considera importante que as empresas adotem medidas de segurança, como a distribuição de máscaras e a adoção de uma distância mínima entre os colaboradores. Para 82% dos trabalhadores, essas medidas serão eficientes para proteger os empregados.

Dívidas

Um dado apontado pela pesquisa e considerado preocupante pela CNI é o endividamento, que atinge mais da metade da população (53%). O percentual é a soma dos 38% que já estavam endividados antes da pandemia e os 15% que contraíram dívidas nos últimos 40 dias, período que coincide com o começo do isolamento social.

Entre aqueles que têm dívida, 40% afirmam que já estão com algum pagamento em atraso em alguma dessas dívidas. A maioria dos endividados em atraso (57%) passou a atrasar suas parcelas nos últimos 40 dias, ou seja, período que coincide com o isolamento social.

O levantamento, realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, contou com 2.005 entrevistados, a partir de 16 anos, de todas as unidades da Federação, entre os dias 2 e 4 de maio e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Por Agência Brasil.

Consumo de cloroquina em Mato Grosso cresce 103%

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CUIABÁ – Mato Grosso está entre as unidades federativas brasileiras que mais consomem hidroxicloroquina, a popular cloroquina, medicamento que vem sendo utilizado no tratamento de pacientes com coronavírus (covid-19). O consumo do remédio subiu 103,19% entre os meses de janeiro e março deste ano, quando comparado ao mesmo período de 2019. O resultado causou espanto aos profissionais da área farmacêutica. Além disso, apresentou aumento nas vendas de outros remédios que fazem parte do tratamento dos infectados pelo novo vírus, como o paracetamol, liderando seu consumo no país.

O levantamento é do Conselho Federal de Farmácia (CFF), que promove, neste mês, juntamente com os conselhos regionais, a Campanha Nacional do Uso Racional de Medicamentos.

O órgão representativo das farmácias solicitou consultoria quanto às vendas de medicamentos em tempo da pandemia mundial de covid-19. Enquanto no primeiro trimestre de 2019 foram vendidas 2.473 hidroxicloroquinas, este ano, foram consumidos no Estado 5.025 unidades do medicamento (103,19% a mais).

O Estado também se destaca quanto ao uso do paracetamol, dispontando no ranking nacional. Entre janeiro e março do ano passado, foram vendidas 127.670 unidades, passando para 308.207 este ano, o que significa um crescimento de 141,41%.

Medicamentos como dipirona sódica, vitamina C (ácido ascórbico) e vitamina D (colecalciferol) também apresentaram aumento nas vendas de 40,65%, 134,34% e 33,26%, respectivamente.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o uso de ibuprofeno deve ser evitado por pacientes com suspeita ou confirmação da covid19. Observou-se que, nesses pacientes, o medicamento pode aumentar os níveis de um receptor que facilitaria a entrada do vírus na célula. Apesar de o estudo ser preliminar necessitando de maior investigação científica, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou que pessoas com sintomas da doença não usem ibuprofeno para aliviá-los.

Com isso, no Brasil e também em Mato Grosso houve uma leva queda no consumo do medicamento. O Estado que, no primeiro trimestre de 2019, consumiu 254.726 unidades de ibuprofeno, este ano, passou para 247.443, uma redução de apenas 2,86%.

Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Mato Grosso (Sincofarma-MT), Hamilton Domingos Teixeira, diz que, apesar de não ter um levantamento fechado do consumo farmacêutico do mês de abril, é notório que as vendas dos medicamentos usados no tratamento do coronavírus continuam em alta. “Principalmente da hidroxicloroquina, seguida de vitaminas, analgésicos e antitérmicos. Mas, neste mês de maio, a expectativa é que o consumo volte aos patamares normais”.

Por Gazeta Digital.

Inicia drenagem para asfaltamento da rua Três de Maio

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CANARANA – A rua Três de Maio, última via da cidade no lado sul, receberá asfalto nos próximos dias. As obras iniciaram ainda em abril e os trabalhos neste momento estão focados na construção da drenagem, para depois receber a camada asfáltica. Nessa etapa serão construídos 400 metros de asfalto na rua Três de Maio, o que não abrange todo o trecho. O restante será contemplado através de recursos do financiamento do Avançar Cidades.

Em entrevista para O Pioneiro, o vice-prefeito Vilson Biguelini, que está coordenando os trabalhos, disse que além da rua Três de Maio, já está licitado o asfaltamento e a drenagem das avenidas Goiás, Brasília e Tocantins no bairro Morada do Sol e algumas vias do bairro Jardim Tropical II. São recursos de emendas parlamentares. 

Além dessas vias, já foi para licitação o asfaltamento do restante das ruas do bairro Morada do Sol e do Tropical II, recursos do programa federal “Avançar Cidades”. O resultado do processo licitatório deve sair nos próximos dias.

Conforme salienta Vilson, primeiro serão realizadas as obras de drenagem em todos os trechos e, após, o asfaltamento, numa empreitada só. A previsão, é que os trechos contemplados pelas emendas estejam asfaltados até o final de julho.

“Além do asfalto, já foi licitado a sinalização, iluminação LED e ciclovias. O prefeito Fábio e eu temos ainda oito meses de mandato e queremos concluir o maior número de obras até o dia 31 de dezembro de 2020”, disse o vice-prefeito.

Por Lavousier Machry para O Pioneiro.

Querência pula de 6 para 8 casos do Covid-19

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O município de Querência-MT registrou a sexta confirmação de casos do novo coronavírus na última segunda-feira (04/05). Já nesta manhã de quarta-feira (06), a Secretaria Municipal de Saúde informou através do Boletim diário, mais dois novos casos, totalizando 8 casos confirmados no município.

Ainda de acordo com o boletim, o município conta com 25 casos suspeitos, 8 casos positivos, 15 negativos e 2 aguardam resultado de laboratório.

Destes 8 casos confirmados, 4 foram detectados através do teste rápido e 4 pelo exame laboratorial realizado no Laboratório Central do Estado (Lacen).

Por Notícias Interativa.

Maioria das mortes por Covid-19 registradas nas últimas 24 horas ocorreram em dias anteriores

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BRASÍLIA – A mídia divulgou amplamente na noite de terça-feira (05/05), que o Brasil contabilizou 600 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, maior registro para um dia, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde ontem. Também foi contabilizado o maior número de casos do novo Coronavírus de um dia para o outro: 6.935. Ao todo, já foram registrados 114.715 casos e 7.921 vítimas fatais da doença no país.

Porém, o que poucos veículos divulgaram, é que não necessariamente ocorrerem 600 mortes nas últimas 24 horas. Conforme a CNN Brasil, um dos únicos a divulgar essa informação, as mortes e casos contabilizados em 24 horas não necessariamente correspondem a casos que aconteceram neste intervalo de tempo. A contagem vem com atraso devido à demora na realização de exames e obtenção de resultados. Segundo o Ministério da Saúde, houve 76 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, sendo 25 na terça-feira e 51 casos na segunda-feira.

As estimativas do governo apontam ainda 58.573 casos em acompanhamento, 48.221 pacientes recuperados e 1.579 mortes em processo de investigação.

Metodologia

Os números divulgados diariamente pelo Ministério da Saúde refletem os casos registrados nos boletins pelas secretarias estaduais de Saúde, independentemente da data em que tenham ocorrido. Estimativas recentes mostraram que mortes chegam a levar mais de um mês para ser inseridas.

Oscilações nos números também são influenciadas por outros dois fatores: a capacidade de testagem e a própria rotina de trabalho das secretarias. De acordo com a pasta, os números podem ser influenciados pela resolução concentrada de diagnósticos e por feriados e finais de semana, que influenciam a equipe disponível para que as secretarias processem as informações.

Por JOPioneiro com CNNBrasil; Foto – Leopoldo Silva/Agência Senado.