Após um mês da abertura nacional da colheita do milho 2ª safra, a colheita está na reta final na propriedade do associado do núcleo de Canarana, da Associação dos Produtores de soja e milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Lino Costa. Com uma equipe bem treinada, o trabalho começa cedo com uma etapa indispensável, a manutenção preventiva das máquinas e equipamentos, e se estende até a noite.
“Aqui nós começamos a operação a partir das sete horas da manhã, com as manutenções preventivas, para evitar problema durante o dia. Ponto de engraxar a máquina, limpar o radiador, toda essa manutenção necessária que você tem, para ter a maior segurança na hora da colheita. O milho é uma cultura que tem um grande risco de fogo, mas graças a Deus, de todo o tempo que nós operamos com colheita de milho aqui na Fazenda São Benedito, na colheita e na operação, nós nunca tivemos ocorrência de fogo”, explica Lino. Para reforçar a segurança, a colheitadeira é acompanhada por um trator com tanque de água e comunicação por rádio com os demais operadores, garantindo resposta rápida em caso de emergência.
Foto: Divulgação
Apesar do atraso na colheita da soja no início do ano, o milho foi plantado dentro da janela ideal e, segundo o produtor, a produtividade tem sido satisfatória. “A soja teve um período de chuva em que não conseguimos entrar na lavoura, mas depois o tempo firmou e conseguimos plantar o milho a tempo. A produção está dentro da normalidade e as chuvas até mais tardias ajudaram a cultura a se desenvolver bem”, explica.
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Além do milho, a propriedade cultiva gergelim e milheto como alternativas na segunda safra. Nesta temporada 24/25, mesmo com o aumento nos custos operacionais, o produtor decidiu ampliar a área plantada com milho, apostando em um cenário mais favorável de preços. Para ele, a segunda safra é essencial à sustentabilidade econômica do campo. “Hoje, em Mato Grosso, a gente já estrutura tudo pensando nas duas safras. A soja cobre os custos, mas é a segunda safra que garante a renda do produtor”, afirma.
Na reta final da colheita, o sentimento é de dever cumprido. Lino ressalta que o desenvolvimento de indústrias de etanol de milho na região pode incentivar ainda mais a produção e gerar novas oportunidades para os produtores locais.
A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (30.7), um mandado de busca e apreensão contra um policial militar da reserva, na cidade de Paranatinga. Uma arma de fogo de uso restrito foi encontrada em posse do policial da reserva.. Ele foi preso em flagrante e conduzido até a delegacia.
Segundo investigação policial, a arma teria sido usada pelo homem, em um crime de ameaça, ocorrido em maio deste ano, em Paranatinga. Além de ameaçar de morte a vítima, o suspeito teria efetuado alguns disparos.
Durante as diligências além da arma, também foram apreendidos quatro carregadores e dez munições calibre.40.
Diante dos fatos, foi lavrado o flagrante delito junto à Delegacia de Paranatinga, devendo o militar responder pelo crime de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, previsto no Estatuto do Desarmamento. Em seguida, o investigado foi encaminhado para audiência de custódia.
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A ação contou com o acompanhamento do comandante da Polícia Militar de Paranatinga, que esteve presente durante toda a execução da medida judicial, em transparência nas ações policiais.
O delegado de Parnatinga, Gabriel Conrado destacou o compromisso da Polícia Civil com a legalidade. “Polícia Judiciária Civil reforça seu compromisso com a legalidade e com o Estado Democrático de Direito, deixando claro à sociedade de Paranatinga que nenhuma autoridade está acima da lei, independentemente de sua patente ou função”.
O governo dos Estados Unidos aplicou a Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).
A informação de que a lei seria aplicada nesta quarta-feira (30) foi antecipada por Lourival Sant’Anna, analista de Internacional da CNN.
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Aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes • Reprodução
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Em um comunicado justificando a aplicação da lei, Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, afirmou que Moraes “assumiu a responsabilidade de ser juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”.
“De Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos politizados — inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de hoje deixa claro que o Tesouro continuará a responsabilizar aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e as liberdades de nossos cidadãos”, adicionou.
O que é a Lei Magnitsky?
A Lei Magnitsky é um dispositivo da legislação americana que permite que os Estados Unidos imponham sanções econômicas a acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanos.
Aprovada durante o governo de Barack Obama, em 2012, a lei prevê sanções como o bloqueio de contas bancárias e de bens em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país.
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Essa legislação foi criada após a morte de Sergei Magnitsky, advogado russo que denunciou um esquema de corrupção envolvendo autoridades de seu país. Ele morreu em uma prisão de Moscou, em 2009.
Inicialmente, a lei tinha como foco punir os responsáveis pela morte do advogado. Porém, em 2016, uma emenda ampliou seu alcance, permitindo que qualquer pessoa envolvida em corrupção ou abusos contra os direitos humanos pudesse ser incluída na lista de sanções.
Quais são as sanções previstas?
Segundo o comunicado do Departamento do Tesouro dos EUA, todos os bens e interesses de Moraes que “estejam nos Estados Unidos ou em posse ou controle de cidadãos americanos” estão bloqueados e devem ser reportados ao Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros.
Além disso, quaisquer entidades que sejam de propriedade, direta ou indiretamente, individualmente ou em conjunto, de 50% ou mais de Moraes também estão bloqueadas.
Outro ponto é que, a menos que haja uma autorização, os regulamentos “geralmente proíbem todas as transações por cidadãos americanos ou dentro (ou em trânsito) dos Estados Unidos que envolvam quaisquer bens ou interesses em bens de pessoas bloqueadas”.
O Departamento do Tesouro alerta que violações das sanções podem resultar na imposição de penalidades civis ou criminais a cidadãos americanos e estrangeiros.
“Além disso, instituições financeiras e outras pessoas podem correr o risco de serem expostas a sanções por se envolverem em certas transações ou atividades envolvendo pessoas designadas ou bloqueadas de outra forma”, destacam.
“As proibições incluem a realização de qualquer contribuição ou fornecimento de fundos, bens ou serviços por, para ou em benefício de qualquer pessoa designada ou bloqueada, ou o recebimento de qualquer contribuição ou fornecimento de fundos, bens ou serviços de qualquer pessoa designada ou bloqueada”, adicionam.
Para sair da lista, é preciso provar que não teve ligação com as atividades ilegais que levaram à punição, que já respondeu na Justiça por isso ou que mudou de comportamento de forma significativa.
Em alguns casos, as sanções podem ser retiradas se o governo americano entender que isso é importante para a segurança do país. O presidente deve avisar o Congresso com pelo menos 15 dias de antecedência antes de tomar essa decisão.
Um homem foi preso após subir no capô de um carro da Polícia Militar e fazer apologia ao crime em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, nesta segunda-feira (28). No momento da ocorrência, militares faziam uma atividade do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) com alunos da Escola Estadual Irmã Diva Pimentel e deixaram a viatura estacionada na frente do local. Câmeras do circuito de segurança registraram a ação dos suspeito.
Nas imagens, é possível ver o homem subindo na viatura e gravando vídeos. De acordo com a polícia, nas gravações, o suspeito teve falas hostilizando os policiais e fez apologia a uma facção criminosa. Após a ação, ele fugiu do local.
Com base nas características repassadas, os policiais intensificaram o patrulhamento na região e localizaram o suspeito. No momento da abordagem, ele exibia a gravação para outro homem e tentou quebrar o celular ao perceber a aproximação da PM.
Bombeiros recebem viaturas da Sema para reforçar combate aos incêndios florestais em MT
Segundo a PM, o suspeito tem passagens pela polícia por crimes como roubo, tráfico de drogas, furto, porte ilegal de arma, ameaça, corrupção de menores, lesão corporal, desacato, assédio sexual e desobediência.
O suspeito foi detido e encaminhado à delegacia, onde o caso foi registrado.
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) recebeu, na tarde desta terça-feira (29.7), viaturas cedidas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), que reforçarão as ações da corporação de prevenção e combate aos incêndios florestais no Estado.
Ao todo, foram 80 viaturas destinadas às ações do CBMMT, sobretudo neste período de estiagem, quando as condições climáticas se tornam mais propícias à propagação do fogo.
Foto: Christiano Antonucci – Secom – MT
A entrega foi realizada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá, e contou com a presença do comandante-geral do CBMMT, em substituição legal, coronel BM Rony Robson Cruz Barros; do secretário executivo de Meio Ambiente da Sema, Alex Marega; do delegado da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), Guilherme Pompeo; do secretário executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo em Mato Grosso, coronel BM Dércio Santos da Silva, além de coronéis da corporação.
O coronel Rony Robson destacou que as novas viaturas se somarão às frentes já em operação e fortalecerão a capacidade operacional do Corpo de Bombeiros Militar. Os veículos serão distribuídos estrategicamente em todo o Estado, ampliando a capacidade de resposta rápida, o transporte de equipes e o suporte logístico necessário às ações de campo.
As viaturas também contribuirão diretamente para a execução do Plano de Operações da Temporada de Incêndios Florestais (POTIF), que contempla medidas como prevenção, contratação de brigadistas, ampliação da estrutura da corporação, uso de maquinário pesado, estabelecimento de parcerias, entre outras ações estratégicas.
“As viaturas entregues serão empregadas em áreas prioritárias, em apoio direto às equipes e brigadas, ampliando nossa capacidade de resposta e mobilização rápida. Mato Grosso é um Estado de contrastes e riquezas naturais inigualáveis, e proteger esse patrimônio exige esforço conjunto, estratégia e presença. Nos últimos anos, enfrentamos desafios severos, mas também mostramos que, quando Estado e instituições caminham juntos, com planejamento e compromisso, é possível fazer a diferença”, afirmou.
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O secretário Alex Marega ressaltou que a entrega das viaturas é resultado do trabalho desenvolvido pelo Comitê Estratégico de Combate ao Desmatamento Ilegal e aos Incêndios Florestais, criado em 2020, com o objetivo de integrar e fortalecer as ações ambientais no Estado. Segundo ele, vêm sendo realizados planejamentos estratégicos que têm permitido ao Governo de Mato Grosso ampliar, de forma contínua, os investimentos em fiscalização e proteção ambiental.
“Ao longo desses últimos seis anos, foram aplicados mais de R$ 400 milhões para combater incêndios e desmatamento. O plano deste ano, de 2025, está em torno de R$ 125 milhões. E essas viaturas estão sendo locadas e entregues não só para o Corpo de Bombeiros, mas também para a Sema, para o Batalhão de Polícia Ambiental, e essas viaturas vão poder compor as ações dos próximos 36 meses”, explicou.
Ainda segundo o secretário, os veículos darão suporte às fases de prevenção, fiscalização, combate e responsabilização de infratores flagrados cometendo crimes ambientais, reforçando o compromisso do Governo de Mato Grosso de tolerância zero contra os crimes ambientais.
“Esses veículos nada mais são do que um reconhecimento do trabalho que o Corpo de Bombeiros já realiza, de toda a dedicação. É um trabalho extremamente cansativo, exaustivo e de risco, mas que, com esse tipo de equipamento, torna-se um pouco mais fácil. São veículos novos que oferecem segurança e garantem que o combatente, o bombeiro que estará no campo, no dia a dia, possa contar com o melhor equipamento possível para realizar esses combates”, concluiu o secretário.
Proibição do uso do fogo
Desde 1º de junho, está proibido o uso do fogo no Pantanal, medida que se estende até 31 de dezembro. Nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período proibitivo teve início em 1º de julho e vai até 30 de novembro. Já nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano. As medidas estão previstas no decreto estadual que regulamenta o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso.
A Polícia Civil cumpriu em Nova Xavantina, nesta terça-feira (29.7), um mandado de prisão definitivo de um homem de 37 anos, condenado à pena de 18 anos e oito meses de prisão pelo crime de roubo. A decisão foi emitida pela 2ª Vara Criminal e Civil da cidade.
A prisão ocorreu depois que policiais da Delegacia de Nova Xavantina tomaram conhecimento do mandado. Diante das informações, a equipe realizou diversas diligências, com o objetivo de identificar e prender o réu.
Foto: Reprodução
Após monitoramento e levantamento de informações, os policiais efetivaram a prisão do condenado, que estava em sua residência, situada no bairro Novo Horizonte.
Em seguida, ele foi conduzido até a delegacia para os devidos trâmites legais e, posteriormente, encaminhado até o Presídio Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa.
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Ocorrências policiais
O condenado havia praticado diversos crimes de roubos na cidade de Nova Xavantina, entre os anos de 2018 e 2019, principalmente em postos de combustíveis.
O homem chegou a ficar preso preventivamente por cerca de cinco meses, à época dos fatos. Mas, acabou sendo colocado em liberdade, ocorrendo a decisão judicial transitada em julgado em no último dia 14.
A Polícia Civil de Mato Grosso e a Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagraram, na manhã desta terça-feira (29.7), a Operação Falsa Persona para cumprir 10 ordens judiciais contra um grupo criminoso envolvido em crimes de extorsão por meio de plataformas digitais.
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Os mandados de busca e apreensão foram deferidos pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) de Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), da Polícia Civil de Mato Grosso.
As ordens judiciais são cumpridas em cinco municípios do Rio Grande do Sul, tanto nas residências dos investigados quanto em presídios dos municípios de Porto Alegre e de Charqueadas. Os trabalhos contam com a participação dos policiais da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos e Defraudações, da Polícia Civil gaúcha.
Investigações
As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) de Mato Grosso identificaram um grupo criminoso sediado no Rio Grande do Sul e que atuava em âmbito nacional.
Foi constatado que os investigados utilizavam perfis falsos em redes sociais para obter a confiança das vítimas e, posteriormente, as constrangiam a realizar pagamentos de valores expressivos, sob a grave ameaça de divulgar material de cunho íntimo, muitas vezes montagens e edições fraudulentas.
O delegado adjunto da DRCI, Guilherme Rocha, que preside as investigações, destacou que o trabalho investigativo demandou meses de diligências contínuas para a elucidação da complexa estrutura do grupo, identificação de seus integrantes e comprovação da materialidade delitiva.
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“O objetivo principal da operação é apreender os dispositivos eletrônicos utilizados pelos criminosos, como smartphones e computadores, para continuidade das investigações e responsabilização criminal dos envolvidos”, disse o delegado.
O delegado titular da DRCI de Mato Grosso, Guilherme Berto Nascimento Fachinelli, destacou que “a operação é reflexo do trabalho qualificado e do compromisso da Polícia Civil de Mato Grosso no combate à criminalidade cibernética, reafirmando sua atuação tanto no ambiente digital quanto em diligências de âmbito nacional”.
A ação contou com apoio de diversas equipes da Polícia Civil gaúcha e, em especial, da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos e Defraudações, bem como da Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado da polícia mato-grossense, que fez a interlocução com o Poder Judiciário e o Ministério Público.
Nome da operação
Falsa Persona faz referência à tática empregada pela organização criminosa, que consistia em criar e utilizar perfis falsos em plataformas digitais para extorquir as vítimas.
A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso no enfrentamento à criminalidade, por meio da operação Inter Partes, que faz parte do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.
A Polícia Civil reforça a orientação para que vítimas de extorsão denunciem os fatos o quanto antes, garantindo que os criminosos sejam identificados e responsabilizados.
O Governo de Mato Grosso aprovou a lei que autoriza a Polícia Militar a retirar invasores de casas, terrenos, fazendas e prédios públicos sem a necessidade de ordem judicial. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado, na sexta-feira (25).
De acordo com a medida, a PM pode desocupar os imóveis invadidos, de forma moderada e pacífica, com prazo de 24 horas após a notificação extrajudicial emitida pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp).
Casas construídas no Contorno Leste em Cuiabá — Foto: TVCA
🔎 A lei define como invasão toda entrada ou permanência da pessoa em um imóvel sem autorização, seja na cidade ou no campo, enquanto ocupação clandestina é aquela feita fora da lei, mesmo que o grupo diga estar reivindicando algum direito.
A Lei partiu de uma proposta do deputado Dilmar Dal Bosco (União Brasil). Segundo ele, a medida busca garantir mais agilidade na proteção da posse e do patrimônio, especialmente em casos de invasão irregular.
Para os imóveis urbanos, a lei autoriza o Governo do estado a aplicar medidas imediatas de segurança pública administrativa para proteger, manter ou reintegrar a posse ao legítimo proprietário em caso de invasão ou ocupação clandestina, individual ou coletiva.
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Já no caso de imóveis rurais, as medidas não se aplicam, caso as pessoas tenham ocupado o local com autorização do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) ou do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Nessas situações, é necessário comprovar que a terra é improdutiva e não cumpre sua função social, conforme previsto no artigo 5º, inciso XXIII, da Constituição Federal.
Ainda segundo a lei, caso houver resistência dos invasores, a PM tem autorização para utilizar meios necessários para garantir a desocupação, inclusive poderá pedir ajuda da Polícia Federal ou de algum outro órgão.
Por Jardes Johnson, Nathânia Ortega, g1 MT e TV Centro América.
O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) abriu nesta segunda-feira (28) as inscrições para cursos superiores presenciais para o primeiro semestre de 2026. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo site da instituição até o dia 30 de setembro.
Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) — Foto: Reprodução/Assessoria
Ao todo, são 1.350 vagas distribuídas entre as 16 unidades do estado. Neste ano, a seleção conta com dois editais diferentes, com oportunidades para candidatos que pretendem utilizar notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou por meio do histórico escolar.
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á os candidatos que optarem pelo ingresso por meio da análise do histórico escolar terão as médias finais das disciplinas do ensino médio avaliadas, conforme os critérios estabelecidos no edital.
Editais IFMT
Critério
Edital 85/2025 (Enem)
Edital 86/2025 (Histórico Escolar)
Forma de ingresso
Nota do Enem (edições entre 2010 e 2024)
Análise do histórico escolar do ensino médio
Vagas ofertadas
687
663
Avaliação
Nota do Enem indicada pelo candidato no momento da inscrição
Média final das disciplinas do ensino médio, conforme critérios do edital
Prova presencial
Não
Não
Sistema de cotas
Sim, conforme a legislação
Sim, conforme a legislação
Modalidade dos cursos
Presencial
Presencial
Áreas contempladas
Bacharelado, licenciatura e tecnologia em diversas áreas do conhecimento
Bacharelado, licenciatura e tecnologia em diversas áreas do conhecimento
Unidades participantes
16 campi do IFMT em todo o estado
16 campi do IFMT em todo o estado
Turnos disponíveis
Integral, matutino, vespertino ou noturno (varia por curso e campus)
Integral, matutino, vespertino ou noturno (varia por curso e campus)
Inscrição
Online, de 28 de julho a 30 de setembro de 2025, pelo site
Online, de 28 de julho a 30 de setembro de 2025, pelo site
Policiais militares do 23º Batalhão prenderam, neste sábado (26.7), um homem de 51 anos, suspeito de crime ambiental, na zona rural de Vila Rica (a 1.162 km de Cuiabá). Embriagado, o indivíduo causou um incêndio de grandes proporções em uma fazenda localizada a cerca de 150 quilômetros do município.
Os policiais militares foram acionados para prestar apoio à ocorrência, que já estava sendo atendida por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Confresa. Alguns funcionários da fazenda também auxiliaram no combate às chamas.
Foto: Reprodução
O suspeito confessou ser o responsável pelo incêndio. Ele prestava um serviço de apoio na construção de uma cerca no local. À PM, relatou que havia ingerido álcool de posto de combustível e, por isso, não foi trabalhar.
Embriagado, o homem afirmou que sua intenção era apenas queimar o lixo no local. No entanto, começou a ventar muito forte, e as chamas se espalharam, atingindo o pasto da propriedade rural.
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Diante dos fatos, os policiais militares conduziram o suspeito à delegacia para o registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.