segunda-feira, 15 junho, 2026
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Sicoob alcança novo patamar de cooperados e reafirma a força do modelo cooperativo no Brasil

BRASÍLIA – O Sicoob ultrapassou a marca de 10 milhões de cooperados. O marco reflete um ciclo de crescimento consistente nos últimos três anos, quando a base contava com 6,9 milhões de cooperados (dez/2022), expansão de 44% no período, impulsionada por um diferencial estrutural que nenhum banco tradicional consegue replicar: no modelo cooperativo, o cooperado não é cliente, é dono. 

Imagem Reprodução.

Esse diferencial tem se traduzido em uma adesão cada vez maior. Atualmente, a base reúne mais de 8 milhões de pessoas físicas e 2 milhões de pessoas jurídicas, entre elas mais de 600 mil produtores rurais, retratando a pluralidade de perfis que encontram no cooperativismo financeiro uma alternativa sólida, sustentável e comprometida com seus interesses.

“Reunir mais de 10 milhões de cooperados em um ambiente financeiro cada vez mais competitivo e fragmentado exigiu uma combinação precisa de solidez institucional, inovação e posicionamento de marca. Não basta ter produto: é preciso ter propósito claro e capacidade de entregá-lo de forma consistente. O que estamos vendo é que o cooperativismo financeiro deixou de ser uma opção de nicho e passou a ser uma escolha estratégica para um número crescente de brasileiros. E ainda estamos no início dessa curva”, afirma Marco Aurélio Almada, diretor-presidente do Sicoob.

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Para sustentar esse crescimento, o Sicoob combina pilares que raramente coexistem em uma única instituição. A capilaridade é um deles: com mais de 4,7 mil pontos de atendimento físico em todo o país, incluindo atuação exclusiva em centenas de municípios, o Sistema garante proximidade real com comunidades que o mercado financeiro tradicional historicamente não alcançou.

A completude do portfólio é outro: crédito, investimentos, cartões, consórcios, seguros, previdência e meios de pagamento disponíveis em uma única instituição, com condições voltadas ao benefício do cooperado, o que se traduz, na prática, em taxas mais competitivas, menor custo de serviços e retorno direto dos resultados, seja na forma do resultado financeiro distribuído, seja em benefícios aplicados ao próprio relacionamento financeiro. A inovação fecha esse tripé: em 2025, o Super App Sicoob registrou 18 bilhões de transações, evidenciando que conveniência digital e proximidade humana são, no modelo cooperativo, complementares.

“Existe um equívoco recorrente no debate sobre o futuro dos serviços financeiros: o de que digital e presença física são caminhos opostos. No Sicoob, eles são complementares por definição. O cooperado que acessa o App também valoriza ter uma agência na sua cidade, um gerente que conhece sua realidade e um modelo construído para a sua necessidade, não para a escala. Essa combinação não é uma concessão ao passado. É uma vantagem competitiva”, destaca o executivo.

A solidez financeira do Sistema sustenta cada um desses movimentos. Em 2025, o Sicoob registrou R$ 430,1 bilhões em ativos totais, crescimento de 19,6% em relação ao ano anterior, resultado financeiro de R$ 11,3 bilhões e benefício econômico de R$ 49,8 bilhões gerado diretamente aos cooperados. Na prática, isso representou uma vantagem média comparativa de R$ 7.352 por cooperado, acréscimo de 29,3% em relação ao exercício anterior, expressão concreta do que diferencia o modelo cooperativo: quanto mais o sistema cresce, mais o cooperado ganha. O bom desempenho permitiu ainda ao Sicoob destinar parte relevante de seu resultado para o fortalecimento da própria estrutura patrimonial, ampliando a capacidade de seguir crescendo com solidez.

O crescimento da base vem acompanhado de um movimento igualmente estratégico: o aprofundamento da relação com o cooperado. Nos últimos anos, o Sicoob investiu em iniciativas que vão além da aquisição, focando em experiência, principalidade e na redução da fragmentação financeira. Um cooperado que concentra sua vida financeira no Sicoob e que percebe valor concreto no modelo é mais do que um número na base: é um defensor do cooperativismo. Essa identificação se constrói também fora das agências: em 2025, cerca de R$ 567 milhões foram destinados a iniciativas de impacto social em educação, empreendedorismo, cultura e inclusão financeira. “Quando o cooperado vê o Sistema agindo em favor da sua comunidade, a relação deixa de ser transacional e passa a ser de pertencimento, e é exatamente esse vínculo que transforma uma instituição financeira em escolha principal”, finaliza Almada.

Por Assessoria.

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