sábado, 2 maio, 2026
Início Site Página 521

Governador: “Ferrovia Estadual e Ferrogrão, juntas, elevam patamar de MT na logística mundial”

0

CUIABÁ – O governador Mauro Mendes afirmou que o lançamento da Ferrogrão, que é articulado pelo Governo Federal, aliado com a implantação da Ferrovia Estadual, vai “elevar o patamar de MT na logística mundial”.

O governador Mauro Mendes – Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT

Neste sábado (21.08), haverá um evento em defesa da Ferrogrão, na cidade de Sinop. Além de Mauro Mendes, também estará presente no ato o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

“A Ferrovia Estadual e Ferrogrão, juntas, elevam o patamar de MT na logística mundial. Por ser uma ferrovia entre dois estados, a legislação determina que só pode ser feita pelo Governo Federal. E cabe a nós apoiar, cobrar e incentivar. E tudo o que depender de mim enquanto governador, vou trabalhar todos os dias para viabilizar a Ferrogrão”, afirmou.

Mauro Mendes ressaltou que o Governo de Mato Grosso tem feito um grande esforço para melhorar a logística rodoviária e ferroviária no estado. A previsão é que até o final de 2022, a gestão entregue 2.500 de asfalto novo, só para citar um exemplo.

“Dentro desse esforço de melhorar a logística, desenvolvemos todo o pacote legislativo com apoio da Assembleia e aprovamos todas as leis necessárias para dar andamento à primeira ferrovia estadual brasileira, baseado na legislação federal e nas leis estaduais”.

O gestor lembrou que a Ferrovia Estadual sairá de Rondonópolis até Cuiabá e de Rondonópolis até Lucas do Rio Verde, passando por Nova Mutum, além de se conectar com a malha ferroviária nacional, com investimento previsto de R$ 12 bilhões, em recursos da empresa que vencer o chamamento público.

Já a Ferrogrão também vai abranger um eixo de grande importância, que sai de Sinop até Miritituba, no Pará. A previsão é que R$ 25 bilhões sejam investidos na obra.

“Porque tendo essas duas ferrovias, mais a Fico [Ferrovia de Integração do Centro-Oeste] no Araguaia, junto com as alternativas já existentes, gera uma competição que vai fazer o custo do frete cair. Caindo o custo do frete, isso melhora para todo mundo. Melhora a geração de emprego, pois serão milhares de empregos gerados não só na obra, mas com as oportunidades que serão criadas. Vai gerar empregos com mais qualificação e remuneração para as famílias mato-grossenses”, destacou.

Por Lucas Rodrigues | Secom-MT.

Homem tenta fugir da Delegacia em Canarana após ser informado de Mandados de Prisão em aberto

CANARANA – A Polícia Judiciária Civil de Canarana – MT deu cumprimento a dois Mandados de Prisão contra um homem de 36 anos na tarde desta quarta-feira (18.08). O homem teria comparecido à Delegacia de Polícia juntamente com sua advogada para prestar esclarecimentos sobre vias de fato enquadrada na Lei Maria da Penha.

Após ser informado que possuía Mandados de Prisão em seu desfavor (um da comarca de Canarana e outro de Querência – MT), o homem (F.P.A.) saiu correndo de dentro da Delegacia. A equipe policial perseguiu o suspeito e, ao alcança-lo, após o uso de força moderada, o capturou ainda nas imediações da Delegacia, sendo algemado e apresentado à autoridade policial.

O homem, condenado pelo crime de lesão corporal decorrente de violência doméstica contra a mulher, teve seu mandado cumprido e foi recolhido às celas da Delegacia. Ele também teve a prisão civil alimentícia cumprida na mesma ocasião. Os mandados de prisão eram pelo artigo 129, parágrafo 9, do Código Penal.

Além da violência doméstica ao qual foi condenado, ele também foi cientificado de uma medida protetiva requerida em seu desfavor.

Por OPioneiro.

Presidente Bolsonaro participa de evento em Cuiabá nesta quinta-feira

0

CUIABÁ – Presidente Jair Bolsonaro desembarca no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, na manhã desta quinta-feira (19) e, pela primeira vez desde que foi eleito, cumprirá agenda em Cuiabá, participando do terceiro dia do Seminário Regional de Etnodesenvolvimento e Sustentabilidade Centro-Oeste.

Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O evento acontece no Hotel Fazenda Mato Grosso e tem como objetivo promover o diálogo sobre entre estados, municípios, Governo Federal e a iniciativa privada. O seminário começou na terça-feira e termina nesta sexta (20).

A participação no evento é apenas para pessoas credenciadas. Mas, por se tratar da primeira visita do presidente em Cuiabá desde que foi eleito, acredita-se que boa parte dos políticos que apoiaram a eleição de Bolsonaro vão estar presentes no local. Ele deixará a cidade antes mesmo do almoço.

Por GazetaDigital.

“Ferrogrão vai complementar logística de Mato Grosso e baratear custo do frete”, afirma secretário de Infraestrutura

0

SINOP – O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, afirmou que a construção de 933 quilômetros de malha ferroviária da Ferrogrão, entre os municípios de Sinop (MT) e Miritituba (PA), vai complementar os investimentos que o Governo de Mato Grosso está realizando em infraestrutura e logística e gerar um ciclo virtuoso de desenvolvimento no Estado.

– Foto por: Secom-MT

Segundo o secretário, as obras de pavimentação, restauração e pontes de concreto que estão sendo executadas nas rodovias estaduais vão proporcionar a melhora da trafegabilidade em direção ao novo corredor ferroviário da Ferrogrão, o que vai refletir em maior facilidade para o escoamento da produção mato-grossense.

Além disso, a implantação da ferrovia aliviará as condições de tráfego na rodovia federal BR-163 e diminuirá o fluxo de caminhões pesados e os custos com a conservação e a manutenção de diversas outras estradas. Situações que irão ocasionar o barateamento do frete e proporcionar maior competitividade de Mato Grosso para as exportações dos produtos do agronegócio.

Mato Grosso, tendo as rodovias arteriais em excelentes condições – pavimentadas e com pontes de concreto – e interligadas aos terminais, terá como tendência a de que os produtores aumentem a produção. Ou seja, os investimentos que o Governo tem feito em logística, somados à ferrovia, vão estimular ainda mais os produtores. O frete dos insumos cai, o custo para o escoamento cai, o valor da produção aumenta e Mato Grosso cresce”, resumiu Marcelo de Oliveira.

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que Mato Grosso produziu aproximadamente 74 milhões de toneladas na safra 2019/2020 de grãos e cresceu 9,3% em relação ao ano anterior, superando a média de aumento da produção nacional, que foi de 3,8%. A projeção para os próximos nove anos é de 120 milhões de toneladas, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Para o secretário Marcelo de Oliveira, a iminente implantação da ferrovia vai beneficiar, especialmente, a região Médio Norte, grande produtora de grãos do Estado, já que a malha ferroviária sairá de Mato Grosso desembocando diretamente no porto paraense, com destino à exportação. Os investimentos previstos à ferrovia, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANNT), são de 25,2 bilhões e o leilão está programado para o 3º trimestre deste ano.

“Hoje estamos produzindo 74 milhões de toneladas de grãos e a tendência é crescer, com desenvolvimento em pesquisas e conversão de pastagens em agricultura nos próximos anos. E a Ferrogrão é um investimento pesado previsto para daqui oito anos. É importante a Ferrogrão para que se tenha opções e redução do custo do frete. As ferrovias não concorrem entre si, tampouco com as rodovias e outros modais de transporte. Complementariedade é a palavra-chave nessa dinâmica de ampliação na oferta de modais de transporte no Estado”, garantiu.

Além do benefício para o agronegócio, a Ferrogrão também vai favorecer outros segmentos, como o da mineração, que estará em plena expansão no Noroeste do Estado, com o início da operação da mineradora na Serra do Expedito, em Aripuanã, já em 2022.

Por Karine Miranda | Sinfra-MT.

FUTILIDADE – A historia do ketchup

0

No dia 11 de outubro de 1924, a Heinz realizou uma ação de marketing de fazer inveja a qualquer empresa de hoje. Sem internet, ela organizou 62 banquetes simultâneos em diferentes cidades dos EUA, Canadá, Inglaterra e Escócia. Foram 10 mil pratos servidos ao mesmo tempo, graças a um sistema de comunicação via rádio e alto-falantes sincronizados. O dia, que ficou conhecido como Golden Day (“Dia Dourado”, em inglês), contou até com a transmissão de um discurso do então presidente americano, John Calvin Coolidge, por telefone.

Roberto Seba/Superinteressante

O jornalista Jean-Baptiste Malet, em seu livro O Império do Ouro Vermelho, sobre a história da indústria do tomate, sintetiza o auê: “O frasco de ketchup, ao lado da garrafa da Coca-Cola, é um dos símbolos mais famosos da americanização do mundo”.

Olhando assim, é difícil imaginar que esse condimento tradicionalmente americano, na verdade, não nasceu nos EUA – nem levava tomate. A história do ketchup tem partes na Ásia, na Europa, no continente americano, e todos esses lugares ajudaram a moldar o molho vermelho que você coloca em cima da batata frita – ou da pizza, para os mais hereges.

MADE IN VIETNÃ
A jornada do ketchup começa por volta de 300 a.C., na região onde hoje é o Vietnã. É nessa época que surgem os primeiros registros de um molho fermentado de peixe e soja. Seu nome? Kê-tsiap, que na língua hokkien (dialeto chinês falado também em outras partes do Sudeste Asiático) quer dizer algo como “salmoura de peixe em conserva”.

O kê-tsiap era um condimento popular, e não demorou para que ele se espalhasse Ásia afora. No século 18, os ingleses entraram em contato com ele na região da Indonésia, onde os britânicos possuíam colônias. Eles ficaram fascinados com o produto e com sua capacidade de “turbinar” os pratos com seu sabor marcante. Decidiram, então, levar a ideia para a Europa.

De volta à terra da Rainha, os ingleses se depararam com um problema: não havia soja por lá. A solução foi adaptar o molho testando uma série de outros ingredientes: cogumelos, feijões, anchovas, nozes, ostras… A primeira receita publicada na Inglaterra é de 1727. Para se fazer o “katshop” (olha a grafia mudando), era preciso itens como vinagre e vinho branco, gengibre, pimenta e casca de limão.

O molho foi um sucesso por conta de sua durabilidade – numa época em que a conservação de alimentos era difícil, isso era fundamental. O ketchup possuía várias versões de acordo com seus ingredientes, e era usado para tudo que precisasse de um tempero extra, como carnes, peixes e pães. Conta-se que a escritora Jane Austen (Orgulho e Preconceito) era uma consumidora fiel do katshop de cogumelos.

ERA UMA VEZ NA AMÉRICA
O ketchup à base de tomate foi inventado em 1812, na Filadélfia, pelo cientista e horticultor James Mease. Sua receita levava polpa de tomate, conhaque e algumas especiarias. Mas havia um problema. Como a polpa era um produto perecível, o novo ketchup ia na contramão dos seus parentes europeus, que se popularizaram justamente pela sua durabilidade nas despensas.

A solução para quem fabricava foi encher o produto de conservantes. Os primeiros estudos sobre o ketchup identificaram níveis preocupantes de alcatrão de hulha (para realçar a cor avermelhada) e benzoato de sódio (para prolongar a data de validade). Acontece que, no final do século 19, já se sabia que esses produtos faziam mal à saúde. Um dos maiores críticos a esses aditivos era o químico Harvey Washington Wiley.

Wiley defendia que conservantes do tipo não eram necessários se os fabricantes usassem ingredientes de alta qualidade. Um fabricante de ketchup decidiu encampar a briga de Wiley: Henry John Heinz.

Heinz ia na contramão dos outros empresários da época e, assim como Wiley, também acreditava na regulação alimentícia. Em vez de aditivos, sua receita de ketchup levava tomates mais maduros para dar cor ao molho, além de uma quantidade de vinagre bem mais alta que o normal – o que conservaria o condimento.

Deu certo: naquele ano, o ketchup da Heinz foi uma das sensações da famosa Exposição Universal, que rolou na Filadélfia. E chamou mais atenção que outras invenções que estavam ali, como um certo telefone.

Em 1897, as indústrias da Heinz em Pittsburgh possuíam linhas de produção, com tarefas divididas e que começavam a ser automatizadas. Tudo isso 11 anos antes das linhas de montagem do Ford Modelo T –o ketchup foi fordista antes de Henry Ford.

Por SuperInteressante.

 

Homem tenta matar ex-mulher a tiros e em seguida dispara contra própria cabeça, em Ribeirão Cascalheira (MT)

RIB. CASCALHEIRA – Um homem de 35 anos tentou matar a ex-mulher a tiros no início da tarde desta terça-feira (17.08), em seguida, o suspeito atirou contra a própria cabeça. O caso aconteceu em Ribeirão Cascalheira – MT.

De acordo com informações, uma vizinha percebeu que estava havendo uma discussão na casa ao lado, quando escutou o suspeito dizer que iria matar alguém. No momento em que ligava para a Polícia, ela escutou disparos de arma.

Uma equipe da Polícia Judiciária Civil chegou ao local em poucos minutos, e encontrou a vítima consciente pedindo ajuda, já o suspeito, estava caído de bruços com a arma ao lado. À Polícia Civil, uma testemunha informou que o suspeito tentou matar a vítima e em seguida cometer suicídio, atirando contra a própria cabeça.

A vítima, de 35 anos, foi levada ao hospital em uma viatura, outros policiais encaminharam o suspeito ao Pronto Socorro, ainda com vida. No local, foram apreendidos quatro munições intactas de calibre 32, duas cápsulas deflagradas do mesmo calibre e uma arma de fabricação artesanal.

Os dois receberam os primeiros atendimentos e, em seguida, foram encaminhados ao Hospital Regional Paulo Alemão, em Água Boa – MT.

 

Por O Âncora MT, com redação OPioneiro.

Reitor do IFMT visita Centro de Referência de Canarana e propõe parceria com a prefeitura municipal para reforma da estrutura física

CANARANA – Na última quarta-feira (11/8), o reitor do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), Julio César dos Santos, e o diretor de Relações Internacionais, Willian Silva de Paula, visitaram o Centro de Referência do IFMT em Canarana para verificar as condições de funcionamento da unidade. Na ocasião, o coordenador do Centro de Referência, Alexis de Aquino Leal, apresentou as salas de aula e os espaços onde funcionam os setores administrativos,  destacando a necessidade de reforma da infraestrutura existente.

foto; IFMT

Logo após a visita, o reitor realizou uma reunião com o prefeito de Canarana, Fábio Faria, que participou de forma remota, e com a equipe da secretaria de educação municipal, para propor uma parceria para a reforma da unidade e, a partir daí, dar continuidade à oferta de novos cursos para o município. O gestor máximo do IFMT reforçou a parceria já existente com a prefeitura e pontuou o apoio que o município sempre prestou ao Instituto. “Agradecemos o valor que Canarana dá à educação e a credibilidade que sempre depositaram na instituição. É muito importante quando encontramos gestores públicos comprometidos e preocupados com o ensino”, destacou Julio César dos Santos.

 

O Instituto Federal de Mato Grosso vem sofrendo, desde 2015, redução significativa de recursos para investimento. “Isso é uma realidade em todos os Institutos Federais do país. O orçamento de 2021 representa um terço do que era o orçamento da instituição em 2015, o que se torna uma grande dificuldade para o investimento em novas obras. Outra grande dificuldade é o quadro de servidores, que, atualmente, apresenta um déficit de 263 técnicos administrativos no contexto do IFMT”, explicou o reitor.

Diante do cenário apresentado pelo reitor, o objetivo é somar forças com a prefeitura municipal na reforma total do imóvel – salas, telhado, cercamento da área e construção da fachada – e na contratação de docentes para oferta de cursos técnicos em 2022. Em contrapartida, já no início do próximo ano, o IFMT irá ofertar 120 vagas em cursos técnicos com um forte enfoque curricular tecnológico para suprir as necessidades, dos arranjos produtivos regionais. Além disso, irá realizar o planejamento para a oferta do primeiro curso de Agronomia na unidade para o segundo semestre de 2022. Um anseio antigo do município.

Após todas as adequações estruturais, o IFMT, com o apoio parlamentar estadual e federal, irá solicitar ao Ministério da Educação (MEC) autorização para implantar, definitivamente, o Instituto Federal de Mato Grosso no município de Canarana, através de um projeto para transformar a unidade atual em um campus avançado, ou seja, com uma estrutura físico-administrativa de referência, um quadro próprio de professores e técnicos administrativos, para oferta sistemática de cursos que atendam à necessidade de formação dos moradores da região.

O prefeito de Canarana, Fábio Faria, destacou que o município sempre foi parceiro do IFMT. “O que a instituição precisar da prefeitura, vamos correr atrás para conseguir viabilizar o recurso necessário para a realização desse projeto, principalmente para colocarmos em funcionamento para o ano que vem, vamos agir de imediato. Colocaremos nosso engenheiro para elaboração do projeto e levantamento do valor necessário para a realização da obra”, concluiu Faria.

Já o vereador Ederson Pörsch deu boas-vindas e salientou que a Câmara Municipal de Canarana está à disposição da instituição e da administração municipal na luta política para o projeto de reestruturação do Instituto na cidade. “O IFMT sempre foi tratado pelo município e pela população como a ‘menina dos olhos’, e não é agora que será diferente, não iremos deixá-los na mão. Tenham certeza de que todos os vereadores estarão imbuídos nesta luta, para que possamos transformar Canarana em um polo de educação do Instituto Federal de Mato Grosso”, enfatizou .

Participaram da reunião a representante da Secretaria Municipal de Ação Social, Liziana Wisch, a representante da Secretaria Municipal de Educação, Elaine Eisenbach, e a chefe de gabinete da Prefeitura de Canarana, Adirma Koester.

Por Reitoria, IFMT.

 

FUTILIDADE – Dia do Pão de Queijo

0

É uma deliciosa experiência gastronômica, mas bem que poderia ser sensorial também. Saborear um pão de queijo quentinho inebria o olfato, aquece o tato, é um deleite ao paladar e, com tudo isso, não seria surpresa ouvirmos “hmmm” após degustá-lo. Levemente crocante, douradinho por cima, macio por dentro, a iguaria está presente na cozinha de restaurantes e lares que prezam por uma comida aconchegante, com intenções afetivas.

Foto: Getty Images

Em sua celebração, vamos comemorar o dia que é só dele17 de agosto, compartilhando um pouco de sua história, que dentre tantas, nos conta que ele nasceu lá em Minas Geraiscerto?

A origem

“Difícil precisar sobretudo quando olhamos para um tempo em que os traçados políticos não eram como os atuais. No entanto, levando em conta a ampla presença da mandioca (o pão de queijo é elaborado, basicamente, a partir de derivados dela e do leite) pelo território nacional e o intenso desenvolvimento de cultura queijeira em Minas a partir do século 18, imaginar a iguaria surgindo lá não me parece uma teoria descabida. Importante dizer que há registros de receitas semelhantes e antigas em outros países da América do Sul, como a chipa.”, explica Eduardo Tristão Girão, jornalista e consultor gastronômico especializado em queijos.

Pão de queijo (Foto: Getty Images)
Pão de queijo (Foto: Getty Images)

A historiadora da alimentação Carolina Figueira da Costa endossa ainda mais essa história e confirma que a origem é, de fato, incerta. “Para entendermos a história podemos recorrer a livros e cadernos de receitas culinárias. Tanto o pão de queijo como o queijo são considerados patrimônios da cozinha mineira. Mas o poder simbólico e identitário em Minas Gerais é inegável. O que se reconhece historicamente também é que alguns fatores contribuíram para seu sucesso, como a possibilidade de fácil adaptação ao tempo e sintonia às exigências e padrões alimentares contemporâneos. Só é tradição porque continua fazendo sentido no presente, não apenas no passado.”

A ligação com o estado mineiro tem a ver com as muitas maneiras de processar e utilizar a mandioca, aproveitando o alimento em diversas receitas. Girão conta que um “antepassado” do pão de queijo seria o biscoito de goma de mandioca “distinguido pelo acréscimo de Queijo Minas Artesanal ou sua rala (aparas do processo de acabamento do queijo). Hoje é uma receita amplamente difundida e apreciada no Brasil, com preparos semelhantes.”

O modo de preparo

Existem vários jeitos de se fazer o petisco. Há quem use apenas polvilho azedo, apenas polvilho doce e há quem misture os dois ingredientes. Para além disso, há também quem encorpe a massa com fubá e até mesmo com batata. É uma receita com múltiplas interpretações e em constante transformação, esclarece o consultor. Carolina joga luz a alguns dados contidos no livro Receita de Mineiridade de Mônica Chaves Abdala, que nos mostra que algumas receitas do norte de Minas se diferenciam pelo uso: se são voltadas ao comércio ou para consumo no próprio lar, utiliza-se polvilho doce, resultando em pãezinhos menores, mais delicados. Quando interessa a apresentação, é usado polvilho azedo, o pão cresce mais, rende mais, é mais apropriado ao comércio.”

O queijo ideal para a receita

“O mais indicado e tradicional é o Queijo Minas Artesanal meia cura, todo elaborado em Minas Gerais com leite cru de vaca, prensado a mão e maturado em prateleira de madeira por aproximadamente metade do tempo necessário para que fique curado (entre 7 e 11 dias). Daí o nome meia cura, ou seja, metade do tempo de cura desse tipo de queijo (estabelecido entre 14 e 22 dias). Ele tem firmeza e sabor suficientes para performar bem na receita do pão de queijo, sem desmanchar totalmente e agregando sabor equilibrado”, revela Girão.

Por Mariana Belley, da CNN.

Casal é preso com arma em Canarana

CANARANA – A Policia Militar de Canarana – MT, em rondas pela zona urbana no final da tarde desta segunda-feira (16.08), recebeu informações de que haveria um casal transportando uma arma em um veículo, a caminho do interior.

Imediatamente os agentes iniciaram rondas na saída da cidade, sentido distrito do Garapu, localizando o veículo, um Fiat Toro prata. Após abordagem, foi encontrado uma pistola Taurus, calibre 38, em baixo do banco do motorista, bem como munições no porta luvas do carro, além de uma cápsula deflagrada.

Questionado se possuía registro ou porte para a arma, o homem negou. O casal recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Delegacia de Policia para demais providências.

Por OPioneiro.

Voluntários do PR e MT se preparam para 2ª expedição e visitam Xavantes

0

PARQUE NACIONAL DO XINGU – Um grupo de voluntários de Maringá, Londrina e Cuiabá se preparam para levar e montar mais de 100 cadeiras de rodas para os indígenas de Xavantes, em Mato Grosso. Em julho, eles estiveram no Parque Nacional do Xingu, para onde levaram 25 cadeiras de rodas e mais de 700 kits de materiais escolares.

Cadeiras de Rodas – foto; Assessoria c/ RDNews

A nova expedição do Programa Mobilidade para Todos partirá em 3 de setembro. As cadeiras de rodas são fornecidas pela Free Wheelchair Mission (FWM), ONG americana que doa anualmente para a Associação Norte Paranaense de Reabilitação (ANPR) através do Distrito 4630 do Rotary International, que faz a distribuição.

Os Rotary Clubs são divididos em Distritos Rotários e no Paraná são 4 Distritos, todos eles estão participando do programa. O Distrito 4440 (Região do Mato Grosso) é o mais novo parceiro do projeto coordenado pelo Distrito 4630.

Zozoel de Paula, governador do Distrito 4440, participará da Expedição Xavantes juntamente com a esposa Regina Célia; o governador do Distrito 4630 Wilson Pereira de Godoy e a esposa Hebe; o governador do Distrito 4710 Paulo Roberto Balla e a esposa Aureliana e o governador eleito 2022-23 do Distrito 4710, Arthur Harbs.

Milton Tamaki Nakashima será o líder da expedição, que conta com mais nove voluntários, além da coordenadora do projeto, Renata Giroldo Mestriner Krambeck. A expedição terminará em 7 de setembro.

Expedição Xingu

Na primeira expedição os rotarianos saíram no dia 24 de junho e percorreram mais de 3 mil quilômetros para chegar em Querência (MT). Eduardo Evangelista, 25 anos, afirma que a expedição foi incrível, apesar das dificuldades no trajeto. “Foi uma possibilidade de sairmos da nossa bolha, de entender, superficialmente, outra cultura, outra realidade. Ficamos muito emocionados!”.

“Ir para o Parque Nacional do Xingu foi um grande aprendizado, desde conhecer um pouco mais desta cultura importante para a construção do nosso país, a entender as suas necessidades. O próprio acesso às aldeias é bem dificultoso e complexo. Percorremos mais de mil quilômetros de estrada de chão indo às aldeias”, pontua Renato Coneglian, presidente do Rotary Club de Maringá-Acim.

Por Assessoria c/ RDNews.