segunda-feira, 4 maio, 2026
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Cachorro fica preso em motor de carro e é resgatado por bombeiros em MT

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Um cachorro de pequeno porte ficou preso no compartimento do motor de um carro e precisou ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros, no bairro Buritis, em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, na noite de terça-feira (4).

Cachorro fica preso em motor de carro e é resgatado por bombeiros em MT — Foto: Corpo de Bombeiros

A equipe foi acionada pela tutora e dona do veículo que não soube informar como o cachorro ficou preso no motor.

Ao chegar no local, a equipe localizou o animal no fundo do compartimento. Segundo os bombeiros, foram necessárias diversas tentativas de retirada devido ao espaço apertado e à posição na qual o cachorro se encontrava.

O resgate só foi possível, após os bombeiros realizarem um corte em um suporte da mangueira do ar-condicionado do carro, que abriu espaço suficiente para retirar o cachorro com segurança.

De acordo com os bombeiros, o animal estava sem ferimentos e foi entregue para a tutora.

Foram necessárias diversas tentativas de retirada devido ao espaço apertado e à posição na qual o cachorro se encontrava — Foto: Corpo de Bombeiros

Por g1 MT.

Recém-nascido morre enquanto dormia na cama com os pais em Paranatiga

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PARANATINGA – Um bebê recém-nascido morreu enquanto dormia na cama com os pais, no bairro Vila Nova, em Paranatinga, a 411 km de Cuiabá, na ultima quarta-feira (5).

A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e acionou a Polícia Militar. De acordo com os militares, os pais da criança relataram que colocaram o filho para dormir na cama do casal na noite anterior. Ao acordar, perceberam que o filho não estava respirando e ligaram para o Samu, que constatou a morte do bebê.

Os pais perceberam que o filho não estava respirando e ligaram para o Samu, que constatou a morte do bebê — Foto: Divulgação/Samu

A criança tinha cerca de 20 dias de vida.

A Polícia Civil também compareceu no local e investiga o caso.

Por g1 MT

Mulher de 68 anos é atropelada por caminhão em Canarana

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CANARANA – Um grave acidente de trânsito foi registrado na tarde desta quarta-feira (05) na Avenida Paraná, Bairro Jardim Tropical, em Canarana (MT). Um caminhão Mercedes-Benz branco, modelo rodotrem de nove eixos, atropelou uma mulher de 68 anos.

De acordo com o Boletim de Ocorrência elaborado pela Polícia Militar, o acidente aconteceu por volta das 15h08. A vítima, identificada como R. M. C., foi atingida pelo veículo quando ele saía de um estacionamento. Testemunhas informaram que a idosa caminhava pela via pública quando o caminhão iniciou o deslocamento e a atropelou. Após o impacto, o motorista seguiu viagem.

Equipes da polícia e do resgate foram acionadas, e a vítima, que sofreu lesões no braço esquerdo, foi socorrida e encaminhada para o Hospital Municipal Lorena Parode. A polícia fez buscas pelo veículo, verificando câmeras de segurança e monitorando postos de combustíveis e saídas da cidade, mas o caminhão não foi localizado.

As imagens de segurança analisadas pelas autoridades indicam que o caminhão possuía uma numeração na lateral direita, no canto superior esquerdo, porém as placas não foram identificadas.

A Polícia Militar registrou o caso como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor e segue investigando o paradeiro do motorista. Quem tiver informações sobre o veículo pode entrar em contato com as autoridades locais.

Por OPioneiro.

Assembleias 2025 da Sicredi Araxingu iniciam no dia 7 de fevereiro

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A Sicredi Araxingu, maior instituição financeira cooperativa genuína da região, dará início às assembleias cooperativistas de 2025. A primeira será no dia 7 de fevereiro, em Capanema/PA, no Clube Nassau, com início às 18h45 e com o coquetel receptivo. As reuniões ocorrerão presencialmente em todos os municípios da cooperativa, dando aos associados a oportunidade de votarem pelo melhor futuro da instituição.

Foto: Assessoria

As assembleias da Sicredi Araxingu são momentos que envolvem os associados da cooperativa, que são informados sobre os resultados do último ano. É essencial para a cooperativa que os associados estejam envolvidos no processo de decisão, já que as assembleias são o momento em que eles exercem seu poder de voto. A participação ativa dos associados é fundamental para a construção de um ambiente cooperativo mais forte e alinhado com as necessidades e expectativas da comunidade.

O programa Pertencer é o que origina as assembleias da Sicredi Araxingu, possibilitando a integração e o engajamento dos associados na condução da cooperativa. Este programa busca fortalecer os laços entre os associados e a instituição, para assim suas opiniões serem ouvidas e levadas em consideração nos planos estratégicos.

A Sicredi Araxingu, com suas assembleias, não só fortalece o seu nome em serviços financeiros cooperativos, mas também reforça seu compromisso com o desenvolvimento local das comunidades em que está presente.

Por Assessoria.

Região de Querência, Canarana e Água Boa se torna a segunda maior produtora de grãos de Mato Grosso

QUERÊNCIA – A região Nordeste de Mato Grosso, composta por 22 municípios, incluindo Canarana, Querência e Água Boa, alcançou um marco significativo ao se tornar a segunda maior produtora de grãos do estado, ultrapassando a região Sudeste. Atualmente, a liderança permanece com a região Médio-Norte, que possui uma previsão de produção de 31,84 milhões de toneladas na safra 2024/25, distribuídas entre soja (13,7 mi/t) e milho (18,14 mi/t).

Colheita de soja em Canarana – Foto AGR.

Para a mesma safra, a região Nordeste projeta uma colheita de 16,05 milhões de toneladas, sendo 9,2 mi/t de soja e 6,85 mi/t de milho, o que representa 16,57% da produção estadual. Esses dados evidenciam a ascensão do Nordeste, que, devido à disponibilidade de áreas com pastagens degradadas, possui um grande potencial para expansão agrícola. Em comparação, a região Sudeste espera colher 16,03 milhões de toneladas, com 9,2 mi/t de soja e 6,83 mi/t de milho.

Dentro do Nordeste de Mato Grosso, Querência destaca-se como o município com a maior área plantada de soja, ultrapassando 400 mil hectares. Logo em seguida, Canarana ocupa a segunda posição, com 350 mil hectares dedicados à cultura da soja. Já Água Boa semeou 250 mil hectares com a oleaginosa. São Félix do Araguaia e Gaúcha do Norte são outros dois grandes produtores de grãos na região.

Foto: Imea

No contexto estadual, Mato Grosso tem uma previsão de colher 45,85 milhões de toneladas de soja e 48 milhões de toneladas de milho na safra 2024/25, alcançando quase 100 mi/t nas duas principais culturas (93,85). Esses números reforçam a posição do estado como líder na produção de grãos no Brasil.

Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Por OPioneiro.

Governo cria programa para preparar estado para perda de arrecadação em 2033

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Preocupado com as consequências da reforma tributária para Mato Grosso, o governador Mauro Mendes trabalha na construção de um programa que visa preparar o Estado para essa nova realidade. O gestor frisa que Mato Grosso deve perder mais de R$ 7 bilhões a partir de 2033 com esse novo modelo de tributação e lançará no próximo mês o MT 33, pacote de ações para reduzir esse impacto.

‘A perda estimada inicialmente é de mais de R$ 7 bilhões. Existe um fundo compensador, que faz a compensação disso nos anos iniciais, mas nós já entramos de cara perdendo 10%, porque não compensa 100% das perdas”, explicou Mendes.

Foto: Reprodução – Governador Mauro Mendes

“A grande maioria dos brasileiros não tem a menor noção do que aconteceu. Temos uma reforma tributária que será muito desafiadora para o estado de Mato Grosso. Se nós não tivermos muita responsabilidade, muito cuidado até 2033. Mato Grosso vai se deteriorar a partir daquele momento”, continuou.

A preocupação do governador se dá porque o imposto passará a ser cobrado com base no consumo de casa estado e Mato Grosso é um estado produtor com baixa população.
“Hoje, o ICMS ele é pago na origem e no destino. A partir de 2033, em uma transação que começa agora em 2026, nós não teremos mais ICMS. Mato Grosso é um grande produtor, nós produzimos mais de 5 bilhões de litros de etanol e, mesmo tendo o Prodeic, o ICMS fica no estado. Somos o maior rebanho de carne e pouco mais de 1% fica no Estado, mesmo sendo consumido em todos os estados brasileiros. A partir de 20233 zero, só teremos o IVA daquilo que consumirmos no estado”, detalhou.

Ele afirma, inclusive, que isso vai travar o desenvolvimento econômico do estado. “Vai travar o nosso crescimento, porque acaba os incentivos fiscais e vamos ter dificuldades de atrair novas industriais para cá, já que estamos longe dos centros de consumo, e estamos no centro produtor”, completou.

Desta forma, Mendes reforça que “é preciso agir com a cabeça, com estratégia e inteligência”, pois acredita que se não houver cuidado, Mato Grosso será muito prejudicado com as mudanças previstas na reforma tributária, que começam a ser implantadas a partir do próximo ano.

“Nas próximas semanas, até o início do mês de março, estaremos chamando os senhores deputados para apresentar um programa que chama MT 33. Um programa com diversas ações e recomendações que pretendemos discutir com o senhores, com o setor produtivo, com os poderes, para que possamos ter clareza dessa trajetória até 2033 e o que precisamos fazer para não ser engolidos por uma reforma tributária que não será boa a Mato Grosso e, acredito, que para o Brasil”.

O Programa MT-33 será coordenado pelo vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com o apoio do secretário de Fazenda Rogério Gallo e do chefe da Casa Civil, Fabio Garcia.

Por Diário de Cuiabá.

Decreto legislativo quer barrar poder de polícia da Funai: ‘Derramamento de sangue à vista’

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O decreto 12.373, de 31 de janeiro de 2025, assinado na segunda-feira (3) pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva que confere à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) o poder de polícia para proteger as terras indígenas está sendo criticado pela bancada do agronegócio no Congresso.

A publicação atendeu a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF) de dezembro do ano passado por conta de ação no poder público da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em 2020, a respeito da forma como estavam sendo tratados os povos indígenas durante a pandemia.

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O deputado Alceu Moreira (MDB-RS), um dos líderes da bancada do agro na Câmara, porém, entrou com um projeto de decreto legislativo para anular a decisão. Segundo ele, a nova lei possibilitará à Funai atuar sobre áreas cujo processo de demarcação ainda está sob análise, fator que pode causar “derramamento de sangue no campo”, nas palavras do parlamentar.

“A grande maioria dos processos de demarcação têm vícios de origem ou são fraudulentos para atender a interesses velados e que em nada beneficiam as comunidades indígenas. Isso é pano de fundo para que a Funai tenha o direito ao abuso de autoridade e reprima proprietários que compraram a sua terra com o suor do rosto”, afirma.

Moreira afirmou, ainda, que espera contar com a ajuda do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, para derrubar o decreto assinado pelo presidente Lula. “Temos votos para aprovar e derrubar esse absurdo”, conclui o deputado.

Entretanto, para o comentarista do Canal Rural Miguel Daoud, a lei é clara ao se referir às terras indígenas já formalizadas e não as que estão em processo de concessão. “Acho que o produtor rural não tem que se preocupar com isso porque ele não invade terra, ele cuida da sua área e respeita [as áreas alheias]. O produtor rural é uma categoria que cumpre a lei”

Segundo Daoud, o decreto é uma resposta às regiões indígenas na Amazonia cuja população está sendo dizimada por garimpeiros, traficantes e bandidos que praticam, entre outros crimes, a pesca ilegal.

“Nesse sentido, acho que precisa realmente ter uma resposta aos crimes cometidos em terras indígenas. Mas a eficácia do decreto me parece nula porque quase 14% de nosso território é terra indígena e a Funai tem cerca de 1.400 funcionários, mas se contarmos os que realmente atuam [na linha de frente], ela vai continuar inoperante como sempre foi”.

O que diz o decreto?

O decreto assinado conforme exigência do STF permite que a Funai use o poder de polícia para prevenir a violação – ou a ameaça de violação – dos direitos dos indígenas, e evitar a ocupação ilegal de suas terras.

Assim, os agentes da Fundação devem combater ataques ao patrimônio cultural, material e imaterial, além de coibir construções ilegais e atividades de exploração exercidas por outras pessoas dentro das terras indígenas e em desacordo com a lei.

Desta forma, os alvos da força policial da Funai incluem:

  • Quem tentar remover indevidamente os indígenas de suas próprias terras;
  • Quem usar de forma inadequada a imagem dos indígenas ou das comunidades, sem a devida autorização; e
  • Quem atacar ou descaracterizar as placas e marcos que delimitam os territórios
    Retirada obrigatória de ocupantes

A instituição também passa a ter legitimidade em restringir o acesso às terras indígenas, expedir certificado de medida cautelar e determinar a retirada obrigatória de ocupantes, além de destruir, inutilizar, apreender bens ou instalações usadas nas infrações.

Além disso, a Funai passa a ser autorizada a solicitar aos órgãos de segurança pública, especialmente à Polícia Federal (PF) e às Forças Armadas, cooperação para proteger as comunidades.

Por Canal Rural.

Soja convencional tem prêmios atrativos na safra 2024/25

Segundo o Instituto Soja Livre, os prêmios para a soja convencional têm se mostrado bastante atrativos, variando entre US$ 4 e US$ 6 por saca, em função da oferta e da demanda no mercado. Apesar da redução na área plantada, há interesse no cultivo para atingir mercados mundiais.

“Ao longo da última década, a soja livre se tornou um nicho para ‘produtores especialistas’, pois é um produto com muita tecnologia embarcada e de muito valor agregado, pois requer cuidados específicos desde a semente à originação para garantirmos a segregação do grão. Em troca disso, eles, os produtores, são rentabilizados. Assim, mantemos seguros com a demanda de mercado, bem como contribuímos para garantir a liberdade de escolha do sojicultor brasileiro”, diz César Borges, presidente do Instituto Soja Livre (ISL).

Foto: Reprodução

A China, maior consumidor mundial de soja, tem demonstrado um interesse crescente pela soja não transgênica, impulsionada pela preocupação com a segurança alimentar e a busca por produtos mais saudáveis para sua população.

De 2015 até 2025, a China praticamente dobrou a produção de soja convencional para dar conta do consumo doméstico, e vem crescendo ano a ano. Em 2022, além da maior produção local, a China ainda importou cerca de 1,5 milhão de toneladas de soja livre de transgênicos.

Além da China, outros países como o Japão também têm demandado soja convencional para a produção de alimentos como tofu, leite e óleo de soja. O país asiático busca diversificar sua cadeia de suprimentos e reduzir a dependência do mercado norte-americano.

“Empresas coreanas também estão fazendo o mesmo movimento, o que pode se converter na recuperação do corredor de sojas especiais para a Ásia”, explica o consultor do ISL, Fernando Nauffal.

A estimativa é que o Japão importa hoje cerca de 3,5 milhões de toneladas de soja livres de transgênicos, a maior parte originada nos EUA e Canadá. Deste total, um milhão de toneladas são dedicadas ao consumo humano, com base em variedades especiais.

A Europa, por sua vez, após enfrentar uma safra frustrante em alguns países, tem se mostrado um importante destino para a soja convencional brasileira. Apesar do grande crescimento da produção de soja na EU-27 ao longo dos últimos dez anos, passando de cerca de 1,5 milhão para quase 3 milhões em 2023, a necessidade de importações segue sem alterações.

A queda na produção local na safra 2024/25 e as dificuldades persistentes derivadas das importações de soja e farelo da Rússia e da Ucrânia devido à guerra têm impulsionado as importações da América do Sul, o que tem beneficiado os produtores nacionais.

A Noruega, maior demandador de soja convencional brasileira, também ampliará o comércio devido às influências climáticas na aquicultura, com menor produção de espécies adequadas à produção de farinha e óleo de peixe, principais alternativas a soja com insumo de rações.

Mato Grosso segue sendo líder na produção da soja convencional no país, sendo responsável por cerca de 47% da área de produção nacional, com mais de 700 mil toneladas originadas na última safra. Para 2025, a expectativa é que a produção brasileira alcance 1,5 milhão de toneladas.

Apesar do crescimento da demanda de soja convencional, houve uma redução de 21% na área total destinada a essa cultura no Brasil na última safra, passando de 686 mil hectares para 543 mil hectares. Em Mato Grosso, a redução foi ainda maior, de 27%, passando de 379 mil hectares para 274 mil hectares.

“Mesmo com uma área menor, a soja convencional se mostra como uma alternativa promissora para os produtores brasileiros, que podem aproveitar os bons prêmios oferecidos pelo mercado internacional. Com a iminência de aumento da demanda global por esse nicho de commodity, o cultivo de soja convencional oferece boas oportunidades de negócios para os agricultores”, afirma Eduardo Vaz, diretor executivo do Instituto Soja Livre.

Por DiáriodeCuiabá.

310 mil estudantes voltam às aulas com proibição para uso de celular

Mais de 310 mil estudantes distribuídos em 13.621 turmas disponibilizadas por 627 escolas da rede estadual de ensino iniciaram oficialmente, ontem (3), o ano letivo 2025 em Mato Grosso. Neste ano, a volta às aulas é marcada pela proibição do uso de celulares nas unidades públicas e particulares que ofertam a educação básica, ou seja, os ensinos infantil, fundamental e médio. Em Cuiabá, o início do ano eletivo no sistema municipal foi adiado para o próximo dia 10.

Em janeiro deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei 15.100/2025, que proíbe o uso dos aparelhos durante as aulas, recreios, intervalos e atividades extracurriculares, mas será liberado em alguns casos, como emergências, para fins pedagógicos, com a orientação do professor, e para acessibilidade de estudantes com deficiência.

Foto: Reprodução

Em nível estadual, a regra está prevista em projeto de lei sancionado no dia 06 de dezembro de 2024 pelo governador Mauro Mendes (União). Segundo relatório do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, de 2022, alunos que passaram mais de cinco horas diárias conectados tiveram, em média, 49 pontos a menos em matemática do que os que usaram o celular por até uma hora.

“Nas 13 Diretorias Regionais de Educação haverá muita atenção quanto a proibição do uso de celulares e outras mídias eletrônicas pelos estudantes em sala de aula, biblioteca e outros espaços de estudo”, disse o secretário de Educação, Alan Porto. Segundo ele, nesta primeira semana, a atenção de diretores, coordenadores pedagógicos, professores e demais profissionais da educação se concentra no acolhimento dos estudantes.

Porto reforçou ainda que todos os servidores lotados nas unidades escolares vão contribuir com orientação e a fiscalização para que a regra não seja descumprida. “As equipes psicossociais das escolas e das DREs já trabalham com orientação nesse sentido desde novembro de 2024, quando começamos as discussões acerca da proibição de celulares nas áreas de estudo. Alunos e pais já são conhecedores das regras”, completa.

Por meio da assessoria de imprensa, Alan Porto frisou que outra novidade para este ano está relacionada ao “Novo Ensino Médio”, que conforme ele, “tem a proposta de tornar a formação dos alunos mais flexível, permitindo que escolham áreas de aprofundamento de acordo com seus interesses. Essa reformulação visa alinhar o currículo às demandas do mercado de trabalho e às necessidades da sociedade, oferecendo uma educação mais personalizada.

Para o secretário, este será mais um ano de avanços no ensino e na aprendizagem da rede estadual e que a “Semana Pedagógica”, realizada em janeiro passado, envolveu todas as escolas e suas equipes para alinhamento de diretrizes, estratégias e metas do Plano EducAção 10 Anos.

CUIABÁ – Na sexta-feira (31) passada, o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) anunciou que o início das aulas na rede municipal foi adiado para o dia 10 de fevereiro. A decisão, segundo ele, foi tomada após reunião com a presidente do Conselho Municipal de Educação, Andréa dos Santos, e comunicação prévia ao promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, diante da precariedade da infraestrutura das unidades escolares.

Na ocasião, Abilio disse que a gestão municipal ainda não conseguiu contratar as empresas responsáveis pela manutenção e limpeza das escolas, além de enfrentar dificuldades na aquisição de materiais de limpeza por conta a repasses em atraso deixados pela gestão anterior.

Também citou as fortes chuvas que agravaram a situação estrutural de algumas unidades, como a Escola Zeferino Leite de Oliveira, no Bairro Pedra 90, onde há riscos elétricos sérios. “São 171 unidades e a gente ainda não teve a condição de contratar as empresas responsáveis pela manutenção e limpeza considerando a situação da infraestrutura das escolas”, afirmou.

Ainda, conforme o prefeito, entre 10 e 15 escolas estão em condições insustentáveis. “Temos unidades com telhados comprometidos e caixas d’água com risco de desabamento, como a que caiu no Nico Baracat. Precisamos proteger nossos alunos e servidores, por isso é mais seguro adiar o início das aulas”, alertou. Contudo, a garantia é de que a grade curricular será ajustada para repor os dias letivos perdidos, cumprindo os 200 dias exigidos por lei.

Por DiáriodeCuiabá.

Macaco é flagrado ‘invadindo’ casas e assusta moradores em Canarana

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CANARANA – Um macaco-prego solto no Bairro União, em Canarana, a 838 km de Cuiabá, tem chamado a atenção dos moradores ao circular livremente pelas ruas, telhados e quintais. O animal, que aparece em vídeos correndo e pulando entre as casas, já foi visto entrando em residências e até levando objetos pessoais dos moradores da vizinhança.

Foto: Reprodução – animal correndo entre os telhados das casas da vizinhança

Imagens registradas por moradores da região mostram o macaco correndo entre os telhados das casas do município

Segundo moradores da região, o macaco-prego pertencia a um grupo indígena que vivia nas proximidades. No entanto, após a mudança da comunidade, o animal permaneceu na cidade e passou a circular pelo bairro, onde se tornou uma presença frequente nos telhados, quintais e até dentro das casas.

Por g1 MT.