sábado, 2 maio, 2026
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Pai suspeito de estuprar as filhas de 11 e 5 anos será investigado pela Polícia Civil em Água Boa

ÁGUA BOA – A Polícia Civil irá investigar um pai, de 35 anos, suspeito de abusar sexualmente das próprias filhas, de 11 e 05 anos, na cidade de Água Boa (MT), a 234 km de Barra do Garças (MT).

policia civil
foto; arquivo OPioneiro

A denúncia do suposto estupro foi feita no domingo (29), pela mãe das crianças, que relatou ter notado um comportamento diferente na filha mais velha.

À polícia, a mulher disse que está separada do pai das crianças há cerca de quatro anos, e que desde então, o ex-marido passou a ter o direito, de estar com as filhas aos finais de semana.

Segundo a mãe, há quatro meses ela tem notado que o comportamento da filha está diferente do normal, e que essa mudança, foi percebida também, pela professora da menina de 11 anos.

De acordo com a ocorrência policial, no domingo (29), ao buscar as filhas na casa do pai, a criança mais velha relatou que o pai deitou sobre ela, e massageou sua mão, dizendo que se ela contasse a alguém, ele a mataria, e depois iria se suicidar.

A menina também contou a mãe, que o pai ingeriu bebida alcoólica durante a noite, e que urinou sobre ela e a irmã de cinco anos, que estavam deitadas.

As duas crianças afirmaram, que o suspeito toca em suas partes íntimas, sempre que elas estão na casa dele, aos finais de semana.

Por Rede da Notícia.

ESTIAGEM: Águas Canarana e Climatempo firmam parceria para monitoramento meteorológico

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CANARANA – As secas são fenômenos naturais e cíclicos. Seus impactos se tornam ainda mais danosos à medida que o período de estiagem se prolonga, demandando a necessidade de monitoramento de riscos e tendências climáticas. Para auxiliar nesse trabalho, a Águas Canarana, empresa controlada pela Iguá Saneamento, contratou os serviços da Climatempo, uma das mais importantes empresas de meteorologia do país, sediada em São Paulo (SP).

 “Chegamos à marca de mais de 100 dias sem chuva. A última precipitação registrada no dia 02 de maio. É preciso que saibamos se esta é uma tendência ou se há o risco de agravamento da situação para que a empresa consiga gerir os riscos e tomar as medidas necessárias. Para auxiliá-la nesse trabalho, a Águas Canarana passa a contar com o Sistema de Monitoramento e Alerta Climatempo (SMAC) da Climatempo”, explica a diretora operacional Julie Campbell da Águas Canarana.

foto; Arquivi OPioneiro

Por meio do acesso à plataforma SMAC, a concessionária obtém informações sobre as condições climáticas a qualquer momento, previsões de tempo severo para diferentes prazos, desde os curtos, como uma hora, três ou 15 dias, como de longo prazo (seis meses). Também são disponibilizados históricos meteorológicos para períodos longos como uma década, além de API (Application Programming Interface) de dados e assessoria meteorológica 24h.

 A parceria também inclui um serviço de consultoria, que consiste em reuniões periódicas com especialistas em clima onde são apresentadas tendências de chuva e temperatura para os próximos meses. Elas são importantes para que se analise a situação atual e os impactos dos fenômenos meteorológicos no regime hidrológico da área de atuação da Águas Canarana.

 “Trata-se de uma iniciativa inovadora que está inserida em nosso Plano de enfrentamento à estiagem e nos possibilitará agir de maneira ainda mais objetiva e assertiva no estabelecimento de importantes estratégias”, acrescenta a diretora operacional.

 Consumo consciente – Para demonstrar à população a necessidade da economia de água neste período de seca, a companhia lançou neste mês de julho uma campanha de consumo consciente, com o mote “Água: A melhor fonte é o seu cuidado”, e produziu conteúdos com orientações básicas e que podem ser seguidas no dia a dia. A ideia é auxiliar os clientes com práticas mais econômicas e sustentáveis e que evitem o desperdício. Compõe também o planejamento, a emissão de boletins informativos com alertas de estiagem, níveis dos reservatórios e locais mais afetadas pelo baixo volume de água. Além disso, iniciou-se um movimento com a hashtag #suadiferença que está movimentando as redes sociais com boas práticas.

 

Por Assessoria.

FUTILIDADE – O que é a “síndrome de Havana”?

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Diplomatas americanos em diferentes países relataram nos últimos anos sintomas crônicos como vertigem, enxaqueca e falta de equilíbrio. Últimos casos foram no Vietnã. Origem ainda é mistério.A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, deveria voar de Cingapura para o Vietnã na terça-feira à tarde (24/08), para uma reunião com o presidente Nguyen Xuan Phuc. Mas a decolagem foi adiada por mais de três horas, depois que sua equipe foi informada de dois possíveis casos da chamada “síndrome de Havana” na capital vietnamita.

foto; SuperInteressante

Um comunicado da Embaixada dos EUA em Hanói não falou em “síndrome de Havana”, mas em um “evento de saúde anormal”. É um termo pouco usual que os diplomatas americanos usam sempre que falam da síndrome. Mas do que se trata ela exatamente?

Primeiros casos foram em Cuba

A síndrome misteriosa apareceu pela primeira vez em 2016. Naquela época, dezenas de casos foram detectados entre diplomatas americanos e canadenses e parentes na capital cubana. Os afetados sofriam de sonolência, fadiga, enxaqueca, problemas auditivos e visuais. Alguns perderam permanentemente a audição.

Desde os incidentes em Cuba, os sintomas são repetidamente relatados por diplomatas e funcionários da inteligência dos EUA em países como Rússia, China, Áustria e, mais recentemente, em Berlim. Entre os sintomas relatos estão náuseas, tonturas, fortes dores de cabeça, dores de ouvido e fadiga, e alguns afetados não conseguiam sequer trabalhar, escreveu o jornal The Wall Street Journal.

Há notícias também de agentes americanos com a misteriosa síndrome em outros países europeus, segundo o jornal. Alguns dos que sofreram com sintomas eram encarregados de temas como a exportação de gás, segurança cibernética ou interferência política.

Os sintomas aparecem muito de repente. Uma pessoa afetada em Moscou em 2017, por exemplo, sentiu algo pela primeira vez enquanto estava deitada na cama à noite, como relatado pela revista GQ. Devido ao enjoo, primeiro pensou que se tratasse de intoxicação alimentar, mas depois se sentiu tão tonta que caiu quando tentou chegar ao banheiro.

Parecia “que eu ia vomitar e desmaiar ao mesmo tempo”, disse o funcionário da CIA à revista. Tudo isso o pegou completamente desprevenido. Ao contrário de alguns cidadãos americanos na embaixada em Havana em 2016, por exemplo, ele diz não ter ouvido nenhum som agudo.

Especialistas do Centro de Lesões Cerebrais da Universidade da Pensilvânia estudaram alguns dos cidadãos americanos que foram afetados em Cuba e publicaram um estudo no Journal of the American Medical Association em 2018. Nele, os pesquisadores escreveram que os pacientes estavam gravemente debilitados em seu equilíbrio, habilidades cognitivas, motoras e sensoriais – sintomas parecidos com os de quem sofreu uma concussão severa.

Mas, ao contrário das concussões, os sintomas não desapareceram: no máximo, diminuíram de vez em quando, apenas para retornar com força concentrada.

A coordenadora de inteligência dos EUA Avril Haines disse recentemente que as autoridades continuam inseguras sobre o que está causando os “eventos de saúde anormais”. Mas as possibilidades investigadas são muitas.

Uma delas foi manifestada por especialistas da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, em dezembro de 2020: eles suspeitam que a exposição direta àradiação de micro-ondas foi a provável causa do que ficou conhecido como “síndrome de Havana” .

O estudo não cita uma fonte de energia e não afirma categoricamente que ela foi fruto de um ataque deliberado, embora não o descarte. Mas destaca que pesquisas anteriores sobre os efeitos de ondas de radiofrequência pulsadas foram realizadas na antiga União Soviética.

Assim como não se sabe o que está por trás da “síndrome de Havana”, também não está claro quem seria o responsável por causá-la. Em maio, funcionários do governo dos EUA disseram em condição de anonimato à revista Politico que suspeitavam que a agência de inteligência militar da Rússia estaria por trás dos ataques. A Casa Branca, entretanto, não fez nenhuma acusação oficial.

Por RevistaPlaneta.

Presidente da Funai participa de visita técnica a projeto referência de pesca esportiva em área indígena do MT

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CANARANA – O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Xavier, participou de uma visita técnica ao projeto de turismo de pesca esportiva da Associação Pequizal Naruvôtu, na Terra Indígena (TI) de mesmo nome, localizada nas cidades de Canarana e Gaúcha do Norte, estado de Mato Grosso. O objetivo da visita foi conhecer em detalhes a iniciativa, que é referência no segmento. O projeto de pesca esportiva na região é desenvolvido em parceria entre os indígenas e o setor privado, com apoio da Funai.

Fotos: Acervo/Funai

“Fiquei muito entusiasmado com tudo o que vi aqui. Trata-se de um projeto ambientalmente correto, executado com muita responsabilidade e que traz o protagonismo dos indígenas para as atividades de turismo. A Funai apoia iniciativas como essa, que tem um potencial enorme para levar dignidade às aldeias”, frisou o presidente da Funai.

Morada das etnias Kalapalo e Naruvôtu, a Terra Indígena Pequizal Naruvôtu integra o Parque do Xingu e abriga rica região pesqueira. No projeto de pesca esportiva, a circulação dos turistas se restringe à zona de pesca, sem qualquer contato com a aldeia. Xavier visitou a área a qual os turistas têm acesso nos dias 22 e 23 deste mês. Entre os pontos de destaque, está a confluência dos rios Sete de Setembro e Kuluene, os quais formam o Rio Xingu, uma área considerada sagrada pelos indígenas Narovôtu.

Consultor de pesca esportiva da Funai, Kelvin Lopes acompanhou o presidente na visita técnica. Segundo ele, a experiência é baseada no “pesque e solte”, ou seja, todos os peixes capturados são devolvidos à água para que sigam seu ciclo natural de vida. São espécies comuns na região a cachara, piraíba, cachorra, jaú, matrinchã, tucunaré e curvina, entre outros.

“No passado, esta área era acometida por atividades exploratórias irregulares, o que provocou a redução do número de espécies aquáticas. A partir do projeto de turismo de pesca esportiva, verificamos uma recuperação significativa da população de peixes na região. Além disso, a presença dos turistas, com acompanhamento dos indígenas e do setor privado, afasta a exploração ilegal. Como consequência, temos geração de renda para a população local, preservação ambiental e incremento da gestão territorial. É um cenário em que todos ganham. Temos aqui um case de sucesso”, pontua Lopes.

Para Xavier, o crescente interesse das comunidades indígenas no desenvolvimento e regularização da atividade é o que motiva os esforços da Funai em acompanhar e apoiar essas iniciativas. “A fundação está aberta ao diálogo e empenhada em incentivar atividades sustentáveis nas Terras Indígenas para promover a autonomia das diferentes etnias, sempre com respeito aos usos, costumes e tradições, no intuito de promover a autossuficiência dos indígenas”, enfatizou o presidente.

A iniciativa de base comunitária foi criada em 2017 e tem se mostrado essencial para os indígenas da região, já que os valores gerados se destinam à compra de equipamentos para as aldeias, alimentação, melhorias na infraestrutura da TI e apoio financeiro a outras etnias.

Mazinho Kalapalo, que desenvolve o projeto em parceria com a pousada Recanto do Xingu, explica que os lucros obtidos com a atividade possibilitaram à etnia realizar uma série de melhorias na área indígena. “O projeto de pesca esportiva nos permitiu estruturar a aldeia. Com os recursos, compramos carro, barco, motor, gerador e placa solar. Também instalamos internet na aldeia. Nossa vida melhorou muito depois que o projeto começou”, ressalta.

Lopes explica que o sucesso da experiência também se deve à presença da Funai em todas as fases do processo, desde a sua criação. “O cacique Mazinho, logo de início, solicitou o apoio técnico da Funai, o que fez com que o projeto já nascesse à luz da Instrução Normativa nº 3. O cumprimento de todas as exigências reforça que o caminho da regularização desse tipo de atividade turística se mostra muito interessante para os indígenas, para o operador de turismo e para a Funai, que está proporcionando a gestão de um incremento econômico sustentável aos indígenas”.

Além da pesca esportiva, outros projetos exitosos são desenvolvidos pela aldeia, a exemplo da produção e comercialização de alimentos, como pequi, castanha de baru, banana e mandioca. “Estes projetos permitem nossa independência e a melhoria das condições de vida na aldeia Naruvôtu”, afirma Mazinho.

Medidas preventivas

Tendo em vista o avanço da vacinação dos indígenas contra a covid-19, as atividades turísticas em TIs estão sendo retomadas gradativamente mediante protocolos sanitários específicos. Entre as exigências, está a realização de exame PCR e apresentação da carteirinha de vacinação.

As medidas foram estabelecidas após análise, pela Funai e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), quanto à viabilidade da continuidade de projetos de turismo de pequeno porte nas Terras Indígenas. Foi autorizado o prosseguimento dos projetos desde que observados os protocolos sanitários definidos pelas autoridades competentes em nível local, regional e/ou nacional, e também levando-se em consideração o respeito à autonomia dos indígenas.

Por Assessoria de Comunicação/Funai.

Pavimento de rodovia estadual entre Paranatinga e Canarana transforma agronegócio ao redor de 270 km

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PARANATINGA – Quando o asfalto na MT-020 começou a ser construído e poucos se aventuravam a percorrer seus quase 270 km entre Canarana e Paranatinga para ir à capital Cuiabá, o que se via nas suas margens eram áreas de pastagens degradadas. Com logística ruim e terras que requeriam maiores investimentos para serem transformadas em lavouras, não se imaginaria que poucos anos depois, toda aquela região viraria um celeiro agrícola, mesmo a rodovia não estando pronta.

Agro em expansão na MT-020; Foto -OP.

Hoje, os moradores do Médio e do Baixo Araguaia que adentram por Canarana para irem até Cuiabá passando por Paranatinga, se surpreendem com a transformação do entorno da MT-020, que virou quase tudo em lavoura, demonstrando a importância que tem uma rodovia pavimentada para uma região. Só quem mora em lugares sem ligação asfáltica, sabe o que é rodar por estradas de chão, com atoleiros na chuva e poeira na seca. Já dizia o velho ditado que o progresso não anda em estrada de chão.

O pioneiro de Canarana, Gilmar Dell Osbel, há seis anos comprou uma área de terra nas imediações da MT-020, localizada no município de Água Boa, bem próximo do distrito de São José do Couto, quase no meio do trajeto entre Canarana e Paranatinga. Quando ele iniciou a investir na Fazenda Mirante do Tesouro, as terras eram de pecuária degradada. Para rodar os mais de 100 km até chegar lá, só existiam 15 km de pavimento a partir de Canarana e, atualmente, está em fase final o asfaltamento dos últimos 10 km nesse trecho.

“Aumentou muito as lavouras na região por conta dos preços das commodities e outra pela quase conclusão da MT-020. Nós hoje plantamos dois mil hectares de soja e temos 1.300 hectares de pastagens onde trabalhamos com cria. Fazemos integração lavoura pecuária e na safrinha plantamos milho e capim. Estamos satisfeitos na região, com o clima e com a logística. Paranatinga foi o maior produtor de arroz do Brasil, então já existiam áreas abertas. Porém, como parte das terras tem silte, demorou mais para converter em lavoura. Mas tendo logística e preços bons, o produtor investe em terras siltosas também”, relata Gilmar.

O secretário de Agricultura de Paranatinga, Diego Café, disse que era um sofrimento para todo mundo quando a MT-020 era de chão. “Era um sofrimento danado. Sem asfalto o produtor sofre para trazer insumos, para retirar a safra. É caminhão que tomba, é atoleiro, é soja que arde. É prejuízo. Mas agora, com o asfalto, o produtor consegue trazer os insumos e tirar a safra com mais agilidade e sem prejuízos”. Outro ponto positivo da pavimentação é a valorização das terras ao redor da rodovia. Conforme Diego, muitos estão indo à Paranatinga para comprar fazendas, mas quem tem terra, não quer vender mais.

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A Sedec (Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico) levantou a área plantada de lavoura em cada município de Mato Grosso. Pela Sedec, Canarana plantou na última safra 285 mil hectares com soja e 120 mil com milho. Já Paranatinga, pelos dados da Sedec, plantou 235 mil hectares com soja e 78 mil com milho. Porém, conforme levantamento da Secretaria de Agricultura de Paranatinga, repassados por Diego Café, o município já passou de 270 mil hectares com soja, sendo que boa parte desse crescimento vem acontecendo recentemente na área de influência da MT-020.

Para o prefeito de Paranatinga, Josimar Marques Barbosa (Marquinhos), além dos benefícios para o agro, a pavimentação movimenta também a economia da cidade. Sua opinião é que o governo Mauro Mendes vem dando atenção à região. “A MT-020 trouxe muitos benefícios para Paranatinga, que se tornou rota de quem vem do Araguaia em direção a Cuiabá, o que movimenta todo o comércio. A pavimentação da rodovia também possibilitou a conversão de áreas em lavouras, o que igualmente movimenta a economia. O governador Mauro Mendes tem feito bastante pela nossa região e acredito que fará muito mais, com a conclusão da MT-020 e melhorias em outras rodovias que cortam nosso município”.

Agro em expansão na MT-020; Foto – OP.

A MT-020 encurta em aproximadamente 200 km o trajeto do Médio e do Baixo Araguaia com Cuiabá. Dos 270 km, ainda restam 48 para serem concluídos até o final de 2.022, sendo que 10 km devem ser liberados para o tráfego ainda este ano. Depois de Paranatinga, atualmente os viajantes acessam a MT-130, que segue até Primavera do Leste. Essa rodovia será repassada para concessão à iniciativa privada, que fará melhorias em seu trajeto. E em breve, outro caminho estará à disposição, com a continuidade da pavimentação da MT-020 entre Paranatinga e Campo Verde/Chapada dos Guimarães.

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Com a conclusão do asfalto na MT-020 e da duplicação das pontes de concreto sobre quatro rios nesse trajeto, o trânsito dos moradores da região com Cuiabá se dará quase que totalmente por essa rota. Já o agronegócio continuará sua expansão na área de influência da rodovia, com o incremento de milhares de hectares de pastagens degradadas em lavouras de soja, de milho, de gergelim, de arroz e, agora, também, de algodão, transformando numa das maiores fronteiras agrícolas em crescimento no Brasil.

Por Rafael Govari para OPioneiro.

Em 2.021, construção civil deve crescer mais de 40% em Canarana

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CANARANA – A pandemia mudou o mundo desde a virada de 2.019/20, provocando milhões de mortes. A economia mundial também foi afetada e a inflação nunca esteve tão alta na maioria dos países. Mas mesmo diante desse cenário, a construção civil está crescendo no Brasil todo. Canarana mais ainda.

Construção civil em Canarana; Foto – OP.

OPioneiro fez um levantamento junto a Secretaria de Obras, para saber o número de alvarás de construção liberados em 2.019, último ano sem a pandemia, em 2020 e até agosto de 2.021. Os dados foram repassados pelo servidor Marciano Mendes de Oliveira. Em 2.019, foram liberados 135 alvarás de construção. Em 2.020 foram 150, crescimento de 4,44%.

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Já em 2.021, até o mês de agosto, já foram liberados 141 alvarás, uma média superior a 17 alvarás por mês. Nesse ritmo, devem ser emitidos mais de 200 alvarás até o final do ano (211). Se isso se concretizar, o crescimento da construção civil em Canarana em 2.021, será superior a 40% em relação ao ano passado.

Para o engenheiro civil Niccolas Renck, esse crescimento é visto em todo o Brasil, mesmo com pandemia e alta nos preços da mão de obra e dos materiais de construção. Para ele, o principal motivo é o encorajamento por parte do governo da contratação de crédito imobiliário. Já em Canarana, ele cita, além disso, a pujança do agronegócio.

“O agronegócio em Canarana está injetando dinheiro na construção civil. Então eu diria que, no município, 30% do crescimento se deve ao incentivo do crédito imobiliário e os outros 70% em decorrência do movimento econômico do agro”, disse Niccolas.

Construção civil em Canarana; Foto – OP.

Como muitas empresas e pessoas estão se instalando em Canarana, o município entra num círculo econômico que necessita cada vez mais de prédios para as empresas e de casas para os novos moradores. A tendência para os próximos anos é que o setor continue crescendo.

Por Rafael Govari e Lavousier Machry para OPioneiro.

Mulher é assaltada na noite de sábado (28) em Canarana

CANARANA – Uma mulher de 43 anos foi assaltada por volta das 11:25h da noite do último sábado (28.08) na rua Três Passos, próximo ao Estádio Municipal Elídio Corbari, no bairro Nova Canarana.

Conforme Boletim de Ocorrência, a vítima havia acabado de encerrar o expediente e fechado a sorveteria em que trabalha, localizada nas imediações, tendo seguido rumo a sua residência, a pé, quando o suspeito, numa bicicleta, a abordou e disse “para! Se não eu atiro”.

O suspeito, que trajava blusão, boné e bermuda, ordenou que a vítima entregasse um malote que carregava, e a questionou ainda sobre um envelope, que a vítima disse desconhecer, sendo necessário levantar a blusa para mostrar que não carregava mais nada com ela.

No malote roubado, havia em torno de R$ 800,00, bem como objetos e documentos pessoais da vítima. O assaltante fugiu, se juntando à outro suspeito, também de bicicleta, tomando rumo ignorado. O caso será investigado.

Por OPioneiro.

IBGE aponta que Luciara e outras três cidades da região do Araguaia tiveram redução de população

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LUCIARA – A população dos municípios de Araguainha, Novo São Joaquim, Ponte Branca e Luciara localizados na região Araguaia de Mato Grosso encolheu nos últimos 5 anos. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na sexta-feira (27), referentes ao período entre 2017 e 2021.
A cidade de Luciara, região Norte Araguaia
Foto: Reprodução

Além dos 04 municípios da região Araguaia, outros 15 municípios de Mato Grosso tiveram a mesma situação: no estado, o município que teve a maior redução populacional foi Santo Antônio de Leverger, com uma diminuição de 1.204 pessoas. O segundo município que teve uma maior redução é Jauru, com um déficit de 399 pessoas.

Além disso, 35 municípios possuem menos de 5 mil habitantes. A menor cidade de Mato Grosso é Araguainha, com 909 moradores, seguido por Ponte Branca (1.525), Serra Nova Dourada (1.705) e Ribeirãozinho (2.439). Araguainha é o terceiro menor município do Brasil, ficando atrás só de Serra da Saudade (MG), com 776 moradores e Borá (SP), com 839.

Mesmo assim, Mato Grosso teve um crescimento de 33 mil pessoas a mais do que o último levantamento de 2017. Em 2017, Mato Grosso tinha 3.3445.44 moradores no estado e neste ano subiu para 3.567.234.

Dos estados do Centro-Oeste, Mato Grosso é o segundo com o maior número de habitantes, ficando atrás somente de Goiás, com mais de 7 milhões de pessoas. Neste ano, o estado superou o Rio Grande de Norte e passou a ser o 16° maior estado em número de habitantes do Brasil.

Por outro lado, 122 municípios de Mato Grosso tiveram crescimento populacional. Em Cuiabá teve um aumento de 33 mil pessoas. Em 2017 a capital tinha 590.118 habitantes e nesse ano subiu para 623.614 moradores.

O segundo município que mais cresceu foi Rondonópolis com 17.297 pessoas e Várzea Grande com 16.370. Além disso, a taxa de natalidade no estado é de 16,07 e de mortalidade é de 5,86 o que contribuiu para o aumento da população.

Fora Araguainha, Luciara, Novo São Joaquim e Ponte Branca, os outros municipios que encolheram a população são Arenápolis, Carlinda, Figueirópolis D’Oeste, Itaúba, Jauru, Marcelândia, Nortelândia, Nova Guarita, Porto Estrela, Poxoréu, Salto do Céu, Santo Antônio do Leverger, Terra Nova do Norte, Torixoréu e União do Sul.

Por Eldorado FM, Olhar Alerta. 

Em reconhecimento, governador promove almoço para forças de Segurança que atuaram em Nova Bandeirantes

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CUIABÁ – O governador Mauro Mendes parabenizou e agradeceu todos os agentes que atuaram na operação realizada em Nova Bandeirantes, nos últimos meses, contra os criminosos responsáveis por assaltos a banco no município.

Governador Mauro Mendes se reúne com os comandantes da segurança Pública – Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT

O gestor promoveu um almoço com diversos representantes das instituições envolvidas, e também com alguns dos policiais que atuaram “in loco”. A operação durou 58 dias e resultou na prisão de cinco envolvidos nos crimes. Outros nove criminosos foram mortos em confronto.

“Em meu nome, na condição de governador, mas tenho certeza que em nome de milhares de mato-grossenses, registro o orgulho que senti pela operação que ocorreu em Nova Bandeirantes. Um resultado extremamente satisfatório e, óbvio, não comemoro as mortes, mas sim o resultado. Infelizmente houve confrontos e prisões, mas foi deixado um recado muito claro, muito forte e determinativo de como estamos tratando a Segurança Pública no Estado de Mato Grosso”, afirmou.

Mauro Mendes registrou ter acompanhado o desenrolar da operação e que os agentes da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), da Polícia Militar e da Polícia Civil tiveram muita coragem e bravura no enfrentamento aos criminosos.

“Ao final, tivemos desfechos positivos. Imagino as dificuldades de todos que participaram disso, especialmente de quem esteve no front, fazendo esse combate. Por isso fiz questão de chamar não só quem comandou os batalhões, mas alguns que estiveram lá para esse almoço. Muito obrigado, não só por essa ação, mas por tudo o que está sendo feito no dia a dia. Nossos indicadores de Segurança estão melhorando. O fato é que estamos atendendo melhor todos os setores, e na Segurança não é diferente”, pontuou.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamente, destacou a integração entre as forças policiais e a contribuição que o Governo de Mato Grosso tem dado para que haja a estrutura adequada de atuação.

“O dinheiro roubado foi quase 100% recuperado. E o mais importante para a sociedade é saber que quando a Polícia chega no local, é dada uma resposta positiva. Estamos prontos para qualquer ação. Vamos deixar a Segurança Pública, ao final desse governo, com nível alto de tecnologia, rádio digital, inquérito digital, armamento e estrutura de qualidade para uma melhor Segurança a todos”, disse.

De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Assis, essa operação foi a mais longa já realizada ininterruptamente pela corporação: 58 dias.

“A operação foi muito exitosa. Empregamos quatro comandos regionais e foi tudo muito bem conduzido. É um momento histórico para nós esse reconhecimento vindo do maior mandatário do estado. Temos aqui um soldado de Nova Bandeirantes que nunca imaginou que estaria sentado à mesa junto com o governador”, frisou.

Apesar de os trabalhos em campo já terem sido encerrados, as investigações contra o grupo criminoso continuam em andamento, segundo explicou o delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval.

“Nossos agentes também estiveram trabalhando ‘in loco’. Participamos ativamente desse grande momento para a Segurança Pública do nosso estado. Mas ainda temos o que chamamos de ‘rescaldo’ e muita coisa boa por vir, só estamos esperando algumas manifestações do Judiciário”, adiantou.

Por Lucas Rodrigues | Secom-MT.

FUTILIDADE – História do Ar-condicionado

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Durante muito tempo o homem pensou em maneiras de amenizar os efeitos do calor. Invenções mais antigas, como ventiladores, abanadores e até mesmo o uso do gelo em larga escala faziam parte dos métodos disponíveis na tentativa de reduzir a temperatura de um ambiente.

foto; Historia de tudo

No início do século XX, em Nova York, a empresa Sackett-Wilhelms Lithography and Publishing viu que seu trabalho ficava prejudicado no verão, pois o calor fazia com que os papéis absorvessem a umidade do ar, tornando as escritas borradas e escuras. Assim, a companhia contratou Willis Carrier, um engenheiro formado na Universidade de Cornell, para desenvolver uma forma de solucionar tal problema.

Em 1902, Carrier desenvolveu um processo capaz de resfriar o ar, fazendo-o circular por dutos resfriados artificialmente. Além de resolver o problema do calor, o mecanismo do engenheiro também reduzia a indesejável umidade, uma antiga reivindicação de muitas fábricas novaiorquinas que tinham a qualidade de seus produtos alterada com a ação do vapor de água no ar. Este foi o primeiro ar-condicionado contínuo por processo mecânico da história.

Durante as décadas de 10 e 20, a história do ar-condicionado nos revela curiosas realidades. Aos poucos as pessoas foram percebendo o potencial daquele novo invento. Em 1921, o cinema Tivoli ficou bastante famoso em Nova York justamente pelo fato de contar com ar-condicionado em suas salas: durante o verão, as filas eram quilométricas! No entanto, com a crise de 1929, as “máquinas de ar frio” perderam popularidade, haja vista que eram aparelhos caros e totalmente supérfluos para uma sociedade que passou a não ter nem o que comer direito.

De qualquer forma, o ar-condicionado voltou com força total depois da maior crise econômica da história. Após a Segunda Guerra Mundial, o uso do aparelho nas residências americanas foi massificado, tornando-se um item essencial inclusive nos automóveis, a partir da década de 80.

Por História de Tudo.