quinta-feira, 2 abril, 2026
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FUTILIDADE DO DIA – Cirurgia Eletiva

Uma cirurgia eletiva é simplesmente aquela cirurgia que é planejada com antecedência, em vez de uma que é feita em situação de emergência. A cirurgia eletiva é uma cirurgia que pode ser marcada com boa antecedência e, portanto, os pacientes podem ser preparados para a cirurgia apropriadamente.

Foto: Hospital Santa Terezinha

Cirurgia eletiva ou programada: como funciona?

O significado de eletiva é opcional, ou seja, a cirurgia eletiva é baseada na feita pelo paciente ou médico. Alguns dos tipos de cirurgia eletiva são necessários para o bem estar do paciente, mas podem ter sua realização postergada ou adiantada. A maioria das cirurgias eletivas é simples, com a cirurgia e alta do hospital ocorrendo no mesmo dia. A cirurgia eletiva é feita quando um médico acredita que seja necessária, mas que pode ser adiada por pelo menos 24 horas. Uma cirurgia eletiva ou programa não é a mesma coisa que uma cirurgia de emergência ou cirurgia para tratamento de um problema de saúde, e nem abrange o tratamento médico.

Ao optar por uma cirurgia eletiva, pacientes com condições menos urgentes estão autorizados a esperar por algum tempo até a cirurgia. Um exemplo típico de cirurgia mesmo dia seria a reparação cirúrgica de uma hérnia no abdome. Em outros casos, como uma cirurgia urológica mais complexa ou uma cirurgia estética, há um curto período de internação após a cirurgia.

Cirurgia eletiva: exemplos e tipos

Cirurgia semi-eletiva é uma cirurgia que deve ser feita para preservar a vida do paciente, mas não precisa ser realizadas imediatamente.

Uma cirurgia eletiva de urgência é aquela que pode esperar até que o paciente esteja clinicamente estável. No entanto, deve ser realizada dentro de 1 ou 2 dias.

Existem vários procedimentos cirúrgicos que podem ser considerados eletivos.

Cirurgias cosméticas e estéticas: a cirurgia plástica, como um o “facelift”, a colocação de implantes de silicone, abdominoplastia, rinoplastia, são feitas para melhorar individualmente aparência física de um paciente. Cirurgias cosméticas e estéticas são cirurgias eletivas pré-programadas em um momento que seja mutuamente conveniente para o paciente, o cirurgião, e o centro médico.

Cirurgias de baixa complexidade: fixação de tubos auditivos para os ouvidos, tonsilectomias, e cirurgia de escoliose também são cirurgias eletivas.

Cirurgias oftalmológicas: a cirurgia a laser para correção da visão e a cirurgia de catarata, por exemplo. Como ela pode ser realizada com um resultado igual tanto no começo quanto em estágios mais avançados da catarata, dependendo da escolha do paciente e do médico.

Cirurgias de alta complexidade consideradas eletivas: a mastectomia por câncer de mama e a doação de rim por um doador vivo são realizados como cirurgias eletivas também, apesar de ser recomendado que esse tipo de cirurgia seja realizado o mais rápido possível.

Cirurgias cardiovasculares não emergenciais: são aquelas para melhorar o fluxo sanguíneo ou a função cardíaca, como a angioplastia ou a implantação de um marcapasso, essenciais para prolongar a vida. No entanto, ao contrário de uma cirurgia de emergência, que deve ser realizada imediatamente, um procedimento eletivo necessário pode ser programado segundo a conveniência do paciente e cirurgião.

Cirurgia ginecológica: histerectomia e ligadura de trompas também caem no grupo de cirurgias eletivas.

Cirurgia do sistema músculo-esquelético e procedimentos cirúrgicos ortopédicos: substituição da bacia e reconstrução dos ligamentos do joelho são cirurgias eletivas.

Cirurgia exploratória ou de diagnóstico: para decidir a origem e a extensão de um problema médico ou a biópsia amostras de tecidos.

fonte: Hospital Santa Terezinha.

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