terça-feira, 28 abril, 2026
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Mudança na legislação de aquisição de imóveis rurais por empresas estrangeiras pode atrair investimentos para o Brasil

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BRASÍLIA – O Brasil pode ter, em breve, uma nova porta aberta para atração de capital estrangeiro. Isso porque tramita no Congresso Nacional o projeto de lei (PL) 2.963/19, que propõe um novo marco legal para aquisição de imóveis rurais por empresas de fora do país. Atualmente, o artigo 190 da Constituição Federal veda a compra ou o arrendamento de propriedade rural por pessoa física ou jurídica estrangeira.

tramita no Congresso Nacional o projeto de lei (PL) 2.963/19, que propõe um novo marco legal para aquisição de imóveis rurais por empresas de fora do país.
Crédito – Brasil 61.

A disponibilidade de terras e recursos naturais e o domínio tecnológico do Brasil configuram atrativos para investimentos no setor de agronegócios. A barreira imposta pela atual legislação brasileira, no entanto, barra a entrada de capital de fora do país.

Pelo texto da proposta, os imóveis rurais adquiridos por sociedade estrangeira deverão obedecer a princípios da função social da propriedade e devem ser autorizados por ato do Poder Executivo. A soma das áreas rurais pertencentes e arrendadas a pessoas estrangeiras não poderá ultrapassar 25% da superfície dos municípios onde se situem. “Não haverá uma liberdade ampla e irrestrita para aquisição desses bens pelos estrangeiros. Mas a redação que se propõe já em consonância com a liberdade econômica, em consonância com o recebimento desses investimentos estrangeiros”, avalia o advogado e especialista em Direito Internacional, Acácio Miranda.

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São propostas limitações às aquisições de terras por ONGs com sede ou com maioria orçamentária vinda do exterior, fundações particulares cujos instituidores sejam estrangeiros e sociedades brasileiras cuja composição societária seja composta por mais de 10% de participação de fundo soberano. O PL também limita aquisições por empresas controladas, direta ou indiretamente, por pessoas físicas ou jurídicas estrangeiras, em áreas do Bioma Amazônico onde a Reserva Legal for de 80%.

“O PL 2962 visa pacificar o entendimento de que as restrições da lei de aquisição de terras por estrangeiros não se aplicam às pessoas jurídicas brasileiras, ainda que constituídas ou controladas direta ou indiretamente por pessoas privadas físicas ou jurídicas estrangeiras”, destaca a advogada Clarita Costa Maia.

Para o autor do projeto, senador Irajá (PSD-TO), ao convalidar todas as aquisições e arrendamentos de imóveis rurais por pessoas físicas ou jurídicas estrangeiras e definir regras claras para as novas aquisições, a proposta concilia segurança jurídica com a transparência e controle do Estado sobre seu território.

“Uma das vantagens do projeto, além de gerar empregos e alimentos, garante a segurança jurídica para quem quer investir no Brasil. Nós temos a restrição para que estrangeiros possam investir no agro brasileiro, tanto no arrendamento quanto na compra de terras. Deixamos de receber milhões de investimentos, isso foi um grande retrocesso. A expectativa é que, uma vez aprovada, nós tenhamos algo em torno de R$ 50 bilhões em investimentos no Brasil por ano”, diz.

Na elaboração da proposta, o senador destaca que houve preocupação quanto a preservação da soberania nacional. “Retiramos do projeto as áreas de 150 quilômetros da fronteira do Brasil com outros países, também tivemos cuidado com o meio ambiente, com as áreas do bioma amazônico, e limitamos as áreas por municípios”, completa.

O texto do PL prevê ainda que o Legislativo poderá, por manifestação prévia do Poder Executivo, autorizar a aquisição de imóvel por pessoas estrangeiras além dos limites fixados na lei, quando se tratar da implantação de projetos prioritários para o desenvolvimento do país.

Fonte – Brasil 61.

Contran proíbe radares ocultos e restringe uso de lombadas eletrônicas

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BRASÍLIA – O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definiu regras para a instalação de radares fixos e móveis. O órgão definiu que os chamados “pardais” só podem ser instalados em locais onde houver placas de sinalização indicando claramente o limite de velocidade da via. Onde houver redução gradual de velocidade, isso também deve ser indicado. Também fica proibido instalar radares ocultos por placas, postes e árvores.

Contran definiu que “pardais” só podem ser instalados em locais onde houver placas de sinalização indicando o limite de velocidade da via.
Crédito – Brasil 61.

As autoridades de trânsito também vão precisar publicar na internet quais são os trechos que serão fiscalizados. Também fica proibido a instalação de equipamentos sem dispositivo registrador de imagem. O uso do radar do tipo fixo redutor, as chamadas “lombadas eletrônicas” fica restrito a trechos críticos e de vulnerabilidade de usuários da via, especialmente, pedestres, ciclistas e veículos não motorizados.

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Para o órgão, as mudanças têm o objetivo de tornar a fiscalização de trânsito um procedimento educativo, em vez de punitivo.

Fonte – Brasil 61.

Canarana realiza atividades com estudantes da rede municipal sobre empreendedorismo na pandemia

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O mundo precisou se adaptar às novas realidades impostas pela pandemia da covid-19. Aulas online ou acompanhamento remoto das atividades educacionais foram alternativas para não interromper o processo de ensino-aprendizagem. As mudanças encaradas por estudantes de diversos níveis exigiram a ampliação da capacidade criativa para lidar com o momento adverso. O município de Canarana, a 838 km de Cuiabá, possui experiências positivas na manutenção das atividades e dos conteúdos de educação empreendedora aplicados junto aos alunos do ensino fundamental da rede pública do município.empreendedorismo na pandemia

Exemplo disso é que mesmo em situação de isolamento social, durante a pandemia, nove escolas municipais mantiveram os trabalhos do Programa Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso (Sebrae/MT), de forma bastante proativa. Ajustes como videoaulas gravadas pelos professores e encaminhadas aos grupos de WhatsApp de cada turma e a prática de tarefas a distância são algumas das ações realizadas.

Segundo a assessora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Canarana, Elaine Noeli Elsenbath, as escolas buscaram manter suas atividades de forma remota, por meio de grupos de WhatsApp, Instagram, Facebook e outras tecnologias acessíveis.

 

“Esse é o terceiro ano que trabalhamos com o JEPP e devido a pandemia tivemos que mudar nosso planejamento. Inicialmente ficamos um tempo sem atividades e depois começamos a trabalhar de forma remota. Enviamos para cada aluno um livro impresso sobre o programa e os professores elaboraram uma sequência de atividade remotas para serem impressas e enviadas semanalmente aos alunos. Além dos vídeos pelas mídias sociais e Whatsapp. Cada escola com sua estratégia”.

A intenção foi proporcionar aos alunos e seus familiares a vivência de experiências colaborativas de aprendizagem por meio da educação empreendedora, incentivando-os com novas aprendizagens, apresentando novos conhecimentos e aprimorando comportamentos empreendedores como: comprometimento, busca de informações e rede de contatos, independência e autoconfiança, entre outros. 

“Ao final do projeto o normal seria a realização da Feira do Empreendedorismo onde as crianças com o auxílio da família e dos professores, colocam em prática o que aprenderam. Porém com a pandemia foi necessário se reinventar e realizar as ações em casa. E cada escola escolheu a melhor forma para conseguir fazer isso. Mesmo com os desafios de trabalhar remotamente observamos o empenho de todos”, conta.

Aplicação prática

Segundo a diretora da escola Emeb Nova Era, Marinalda Ferreira Costa, foi proporcionado aos estudantes e seus familiares a vivência de experiências colaborativas de aprendizagem por meio da educação empreendedora, incentivando-os com novas aprendizagens, apresentando novos conhecimentos e aprimorando comportamentos empreendedores.

“Exemplo disso, são os alunos do segundo ano, que escolheram trabalhar com temperos naturais. As professoras enviaram algumas sementes como coentro, alho com broto e cebolinha e sugeriram plantar com a ajuda da família, voltado para o consumo próprio. Já o quinto ano com a colaboração dos pais, fizeram comidas e simularam a venda para familiares ou conseguiram realmente vender nos arredores. Os alunos também fizeram vídeos sobre os produtos que estavam ofertando, alguns ainda deram dicas de receitas. E apesar dos desafios desenvolver e realizar este trabalho de forma remota só foi possível devido o empenho e o envolvimento das famílias na execução das atividades propostas”, destaca.

A escola rural Emeb Coronel Vanick, também teve sucesso com as ações do JEPP. A diretora, Joelma Furlan Trodo, conta que devido à distância, o WhatsApp e as mídias sociais foram grandes aliados.

“Os alunos do terceiro ano escolheram como parte final do JEPP confeccionar brinquedos ecológicos, então a professora pesquisou sobre o assunto, preparou vídeoaulas que foram enviadas aos pais para que eles pudessem, com materiais que possuíam em casa desenvolver os brinquedos. Outro exemplo é dos alunos do sexto ao nono ano, as professoras realizaram uma pesquisa pela internet sobre o lixo produzido em casa e decidiram na temática: combate à dengue. Como eles ainda não finalizaram, será realizado um ‘Dia D’ e todos os alunos irão limpar o quintal de sua casa, voltado para prevenção”, ressalta.

Segundo a gestora estadual do Programa Empreendedor do Futuro do Sebrae em Mato Grosso, Kristianny Arruda, com o auxílio do Sebrae as escolas conseguiram articular o conteúdo de Educação Empreendedora com processos de desenvolvimento de competências que podem ser realizados em casa no dia a dia.

“Mostramos que envolvendo as famílias, as atividades do programa poderiam ocorrer com adaptações é claro. Mas apesar das dificuldades é muito gratificante saber que esse conteúdo, ajudou essas crianças a soltar energia, inclusive proporcionando uma aproximação e participação junto com seus pais. Há relatos ainda de que as atividades do JEPP uniram mais pais e filhos”, relata.

A gestora lembra ainda que, para as escolas que estão tendo algum tipo de dificuldades, o Sebrae/MT se coloca à disposição para auxiliá-las em relação a aplicação remota do JEEP e outros produtos da educação empreendedora.

Por Senar MT.

Águas Canarana doa sementes nativas para Bacia do Rio Tanguro

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CANARANA – Buscando colaborar com a preservação ambiental e em sintonia com o DNA da Iguá Saneamento, controladora da concessionária, a Águas Canarana doará de 61 quilos de sementes nativas do Cerrado para contribuir com a proteção à Bacia do Rio Tanguro. Fornecido pela Rede de Sementes Xingu, o material será entregue à Secretaria de Meio Ambiente de Canarana – MT para a produção de 25 mil mudas. O plantio está programado para dezembro.

Com sua nascente localizada na terra indígena Pimentel Barbosa, na zona rural do município, o Rio Tanguro é fonte de água para o abastecimento da cidade de Canarana. Parte das mudas será destinada ao plantio na bacia do rio, incluindo o ponto de captação de água para o sistema de tratamento e distribuição local. Outra parte será doada para escolas, entidades sociais e propriedades rurais que margeiam a microbacia do rio, por meio do projeto ambiental municipal Aroeira. A loja da Águas Canarana também irá disponibilizar exemplares a clientes interessados no plantio de espécies nativas.

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“Todas as nossas ações visam o respeito às pessoas e ao meio ambiente. Nós captamos água do Rio Tanguro para distribuição, após o tratamento, a toda a população de Canarana, e entendemos que cabe a todos nós o cuidado com essa rica fonte de vida. Além de um cuidado com o meio ambiente, é um investimento para a cidade como um todo”, afirma o gerente da Águas Canarana, André Bof.  

As sementes nativas do cerrado foram adquiridas junto à Rede de Sementes Xingu. Com 13 anos de existência, a rede já viabilizou a recuperação de mais de 6,6 mil hectares de áreas na Bacia dos Rios Xingu e Araguaia, além de outras regiões do Cerrado e Amazônia. Dentre as sementes adquiridas pela concessionária para a doação estão as de Caju, Cajuzinho do Cerrado, Ipês Branco, Verde e Roxo, Jatobá da Mata e o Pequi do Xingu (confira a lista completa e os nomes científicos das espécies da flora nativa). 

Sobre a Águas Canarana

Por meio de concessão plena com validade de 40 anos, a Águas Canarana assumiu os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município em 2000. A empresa atende a 22 mil pessoas e tem como objetivo universalizar o acesso da população à água de qualidade e à coleta e tratamento de esgoto. Desde 2017, faz parte da Iguá Saneamento, companhia que está presente em 37 municípios brasileiros e que alcança 6 milhões de pessoas com o compromisso de ser a melhor empresa de saneamento para o Brasil.

Sobre a Iguá Saneamento

A Iguá Saneamento, controlada pela IG4 Capital, atua no gerenciamento e na operação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, por intermédio de concessões e de parcerias público-privadas. Atualmente, está presente em 37 municípios de cinco estados brasileiros: Alagoas, Mato Grosso, Santa Catarina, São Paulo e Paraná, por meio de 18 operações que somadas beneficiam 6 milhões de pessoas. O alcance dos serviços prestados pela companhia a coloca entre os principais operadores privados do setor de saneamento do país. Em 2019, foi eleita pelo terceiro ano consecutivo uma ótima empresa para se trabalhar pela consultoria Grate Place to Work (GPTW). Atualmente, emprega cerca de 1,5 mil pessoas. O nome Iguá é uma referência direta ao universo em que atua: em tupi-guarani, “ig” quer dizer água. www.iguasa.com.br.

Por Íntegra Comunicação.

Índio confirma candidatura a prefeito em Campinápolis

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CAMPINÁPOLIS – Campinápolis – MT realizou a primeira convenção municipal em uma aldeia indígena de Mato Grosso, na quarta-feira (09). Na ocasião, foram confirmados os nomes dos pré-candidatos a prefeito e vice-prefeito da etnia Xavante pelo partido Patriota, Sererê Xavante e Izaías Prowe, respectivamente. Além de nove vereadores índios e não-índios.

Convenção realizada em uma aldeia indígena em Campinápolis - MT, confirmou o nome de um índio como pré-candidato a prefeito.
Convenção realizada em uma aldeia indígena em Campinápolis – MT, confirmou o nome de um índio como pré-candidato a prefeito; Foto – Reprodução.

A aldeia indígena Campinas fica localizada a 80 km do município Campinápolis, distante 500 km de Cuiabá. A cidade possui pouco mais de 15 mil habitantes, sendo que 2/3 da população são indígenas.

LEIA MAIS – Apoiador de Bolsonaro, indígena Xavante lança pré-candidatura a prefeito de Campinápolis

“Estamos aqui buscando nosso espaço como parte de Campinápolis. Embora a chapa seja pura, apenas de indígenas, queremos trabalhar para índios e não-índios. Porém, conheço a realidade Xavante e quero atender às necessidades do meu povo, que são muitas”, destacou Sererê em discurso.

A Coronel Fernanda, que é a pré-candidata do Patriota ao Senado apoiada pelo presidente Jair Bolsonaro, fez questão de participar da convenção. “Fico feliz em saber que a comunidade indígena está organizada, querendo fazer parte da política mato-grossense porque só vocês conhecem a realidade e é preciso se unir para que a mudança aconteça. Nada melhor que um representante indígena para defendê-los. E estou disposta a apoiá-lo no que puder”, ressaltou a coronel.

A militar citou ainda que o presidente Bolsonaro, ao contrário do que muitos dizem, se preocupa com a população indígena e quer garantir direito de crescimento financeiro. “O presidente quer autorizar o uso de terras indígenas para que os mesmos as explorem e tenham independência econômica, e protejam o restante”.

Sererê é o único indígena que disputará a eleição majoritária municipal no Estado.

Por Folha Max.

Mato Grosso registra redução de óbitos autoprovocados em 2020

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CUIABÁ – Mato Grosso registrou uma redução do número de óbitos autoprovocados em 2020. A informação foi divulgada durante o III Encontro Intersetorial de Prevenção ao Suicídio, transmitido virtualmente nesta quinta-feira (10.09), em consonância com o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio, ocasião que promoveu o debate público sobre o tema.

Setembro Amarelo - O Estado de Mato Grosso registrou uma redução do número de óbitos autoprovocados no ano de 2020.
Mesmo com a queda no número de óbitos, as notificações por tentativas de suicídio e mortes ligadas a essa causa ainda são alarmantes; Por -Reprodução.

De março a agosto de 2019, foram notificadas 3,6 mortes para cada 100 mil habitantes do Estado. Considerando o mesmo período de 2020, a média foi de 2,3 notificações – uma queda de 1,3.

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Neste contexto, o Estado aderiu à meta nacional que visa à redução em 10% da mortalidade por suicídio no Brasil até 2020. O país integra o Plano de Ação em Saúde Mental lançado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), que considera o período de 2015 a 2020, cujo objetivo é monitorar as notificações de óbito e desenvolver programas de prevenção ao suicídio.

“O evento e a campanha têm o propósito de articular os setores e instituições envolvidas nesta temática da Promoção da Vida e Prevenção ao Suicídio, de forma a intervir nas taxas de mortalidade por suicídio ou de lesões autoprovocadas. O nosso Estado fez adesão às diretrizes da agenda do Ministério da Saúde, que tem como meta a redução da mortalidade por suicídio no Brasil”, enfatizou o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, durante a abertura do evento.

Contudo, a análise da efetividade das ações desta agenda será feita em 2021, visto que a pandemia alterou drasticamente os índices de mortalidade.

A psicóloga da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde, Mestre e Doutora em Psicanálise, Daniela Bezerra, explica que, mesmo com a queda no número de óbitos, as notificações por tentativas de suicídio e mortes ligadas a essa causa ainda são alarmantes.

“Os dados de mortalidade diminuíram, mas os dados da lesão autoprovocada continuaram aumentando e vem sendo um aumento progressivo. Sabemos que a violência doméstica e o feminicídio aumentaram bastante na pandemia, fator que tem relação com os índices de tentativa de suicídio. As taxas de mortalidade e lesão autoprovocada estão ligadas a muitos fatores, como a qualidade de vida da população”, disse a especialista.

Sobre o Setembro Amarelo, Daniela também reforçou que “a campanha não está necessariamente em diálogo direto com a pessoa em sofrimento psíquico, mas principalmente com os profissionais da Saúde e com as demais áreas da sociedade para levar o entendimento sobre a temática, que é intersetorial”.

Dados epidemiológicos

Em território nacional, cerca de 11 mil pessoas tiram a própria vida anualmente; essa é a quarta maior causa de morte no país. Em Mato Grosso, a média de notificações de óbito está entre 200 e 222 por ano.

Foram notificados casos de suicídio em quase todo o território mato-grossense, sendo que a maior concentração das ocorrências está na região da Baixada Cuiabana – com 26,6% do total das notificações do Estado.

A área técnica ainda informou que o Balanço Epidemiológico com todos os dados relacionados às notificações por óbito autoprovocado em Mato Grosso estará disponível em breve.

O III Encontro Intersetorial de Prevenção ao Suicídio foi realizado pela Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde da SES. O evento contou com o apoio da Secretaria Adjunta de Comunicação (Secom), Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Covepi), Coordenadoria de Ações Programáticas e Estratégicas (Coapre), Escola de Saúde Pública do Estado de Mato Grosso (ESP-MT), Escritórios Regionais de Saúde e Superintendência de Gestão Regional da SES.

Para conferir a íntegra do evento virtual, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=jvv0Ttm_mS8.

Por Ana Lazarini/SES-MT.

Em Vila Rica, homem vai ao fórum consultar processo, descobre mandado em aberto em aberto e é preso

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Em Vila Rica – MT, região do Araguaia, policiais militares prenderam um homem de 29 anos que estava com mandado de prisão em aberto expedido pelo Tribunal de Justiça de Goiás, da Comarca de Iporá.

A prisão ocorreu na tarde de quarta-feira (09.09), nas instalações do Fórum. De acordo com informações registradas pela equipe da 1ª Companhia de PM de Vila Rica, o suspeito foi até o fórum consultar a tramitação de seu processo.

No momento em que estava averiguando o andamento, um funcionário da Comarca verificou que havia um mandado de prisão expedido contra ele e acionou a Polícia Militar. O homem foi conduzido à delegacia de polícia para demais encaminhamentos legais.

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Reprodução.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

Por Olhar Alerta.

PRF apreende mais de 130 quilos de maconha em Barra do Garças

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na tarde de quinta-feira (10/09), 136 quilos de maconha, em um caminhão VW 790 cinza, que estava trafegando na BR-070, em Barra do Garças. A droga estava escondida em um fundo falso no baú do veículo.

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Foto: PRF.

A abordagem ocorreu no quilômetro 8 da rodovia federal. Segundo registrado no boletim de ocorrência, o motorista e uma mulher apresentaram “certo nervosismo” durante a abordagem, o que chamou atenção dos policiais. Os agentes descobriram o compartimento oculto no baú do caminhão e localizaram a droga.

Segundo a PRF, o caminhão também transportava móveis que supostamente iriam ser endereçados a Água Boa. Os policiais registraram, ainda, que o motorista apresentou uma identidade falsa, ao ser abordado. Ele vai responder por tráfico e uso de documento falso. Já a mulher deve ser indiciada por tráfico de drogas.

O caminhão e a droga foram encaminhados para a sede da Polícia Federal de Barra do Garças, para onde os suspeitos também foram levados.

Por Semana 7.

Bandidos morrem após confronto com Força Tática em Barra do Garças

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BARRA DO GARÇAS – Dois suspeitos armados morreram na tarde desta quinta-feira (10/09) durante confronto com policiais militares da Força Tática ‘Araguaia’ na zona rural de Barra do Garças.

O confronto aconteceu após a averiguação de uma denúncia feita pelo número 190 de que dois homens armados estavam circulando em uma motocicleta Yamaha XT 660c pela área rural do distrito de Vale do Sonhos, cerca de 60 km de Barra do Garças.

No momento em que os militares chegaram no local indicado, os criminosos perceberam que seriam abordados e reagiram entrando em confronto com a polícia.

 

Os dois foram feridos e encaminhados rapidamente ao Pronto Socorro de Barra do Garças, mas ambos tiveram o óbito confirmado pelo médico plantonista.

Os suspeitos foram identificados e possuem passagens por homicídio e tráfico de drogas. De acordo com a PM, no momento da abordagem cada um estava armado com revólver.

Por Semana 7 com informações do 5ºCR/PMMT.

Incêndios crescem na região do Xingu em MT

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Depois do Pantanal, agora é a vez do Xingu. Uma das regiões com maior concentração de biodiversidade florestal do país, o Alto Xingu, região que compreende mais de 26 mil hectares de propriedades rurais, terras indígenas e áreas de conservação no Norte do Mato Grosso, está em chamas.

Apenas no fim de semana, dias 6 e 7 de setembro, foram identificados 31 novos focos de incêndio, vários deles de grandes proporções. Os focos têm se alastrado rapidamente, colocando em risco fazendas e populações indígenas que vivem no Xingu. Na segunda-feira (7), líderes da etnia Kamayurá enviaram um pedido de socorro à ONG Aliança da Terra, que há mais de dez anos auxilia e treina os indígenas no combate aos incêndios florestais.Brigadistas tentam apagar incêndio no Xingu Foto Assessoria

Em carta enviada à ONG, Mayaru Kamayura, herdeiro do cacique, e Kanawayuri Kamayura, conselheiro da Brigada Indígena, reforçam que, além do caráter de urgência do combate ao fogo, a etnia enfrenta ainda casos de infecção com a Covid-19. “Infelizmente vivemos o momento fragilizado na saúde da comunidade e na Brigada Kamayura”, afirmam no pedido de auxílio para conter as chamas nas áreas do lago Ypavu e Jacaré.

O trabalho dos brigadistas – uma equipe treinada pelo Serviço Florestal Norte-Americano e reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho – é custeado por doações de empresas, parceiros e fundos, além de pessoas físicas, e vive o desafio de reunir recursos em um ano que combinou o cenário da pandemia e de um grande número de incêndios na região.

Por G1 MT.