Não há embasamento científico, mas a “lei” é uma “regra” de conhecimento comum simplificada pela frase: Aquilo que pode dar errado, vai dar errado!
A lei de Murphy é uma máxima sobre a “perversidade do Universo”, como explica a Revista SuperInteressante. Trata-se de um conceito que existe há pelo menos dois séculos. Trata-se da sensação de que o Universo “quer” que dê tudo errado, como um alerta para sempre se tomar todas as precauções possíveis ao trabalhar em algum projeto. (E quem não toma!)
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O nome se deve ao engenheiro aeroespacial americano Edward A. Murphy. Em 1949, em um teste de tolerância à gravidade por seres humanos, Edward, para poder realizar essa aferição, construiu um equipamento que registrava os batimentos cardíacos e a respiração dos pilotos das aeronaves. Contudo, visto que o técnico responsável instalou o equipamento de forma errada, os sensores que deveriam registrá-lo falharam exatamente na hora do teste (vergonha da professión). Frustrado, Murphy disse “Se este homem tem algum modo de cometer um erro, ele o fará”.
Um dos momentos mais usados para “sentir” a Lei de Murphy em ação, já de conhecimento comum, é o ato de deixar cair uma fatia de pão com manteiga prestes a ser devorada! A Lei diz que se a fatia pode cair com o lado da manteiga pra baixo, assim será (Mas e com margarina?). Aliás, em um teste de probabilidade feito pelo físico britânico Robert Matthews em 1995, foi identificado que em 9.821 quedas de fatias de pão, 6.101 foram com a manteiga para baixo. (Sim! alguém ficou dias jogando um fatia de pão no chão!)
MARIANA – No final do ano de 2015, a barragem do Fundão, localizada no município de Mariana (MG), se rompeu e gerou um compromisso de restaurar a mata nativa em 40.000 hectares e 5.000 nascentes degradadas nos próximos 10 anos na bacia hidrográfica do rio Doce, entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, coberta originalmente por vegetação de Mata Atlântica.
Coletora Marinete Marques Ferreira da aldeia Caieiras Velha, em Aracruz – ES; Foto – Luciano Langmantel Eichholz.
Para possibilitar essa escala de restauração florestal na região se faz necessário estruturar a cadeia de produção de sementes e mudas em quantidade e qualidade que o mercado e a ecologia demandam.
Então em 2019, a Fundação Renova iniciou o projeto “Redes de Sementes e Mudas da Bacia do Rio Doce”, uma iniciativa coordenada pelo Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Associação Rede de Sementes do Xingu (ARSX),sediada em Canarana – MT, que tem como meta estruturar, na região da bacia do rio Doce, uma plataforma de comercialização de sementes que gera renda para agricultores familiares e comunidades tradicionais, desenvolvendo assim três importantes pilares na região: econômico, social e ecológico.
Uma rede de sementes tem sua base em coletores e coletoras, que unidos formam os núcleos coletores que podem ter diferentes organizações sociais, perfis e motivações, que levam em conta o conhecimento e envolvimento das comunidades locais, que incorporam o seu modo de entender ecologia ao processo de produção de sementes e torna possível atender a demanda da restauração ecológica existente no país.
Com o projeto também foi possível, de forma pioneira, trazer a metodologia de semeadura direta para o rol de opções para a restauração das áreas da bacia do rio Doce. Com isso, o projeto forneceu assistência técnica e sementes para a restauração de 100 hectares iniciais, visando entender como a semeadura iria se desenvolver no território.
Para atender essa demanda inicial, foram identificadas comunidades indígenas na região de Aracruz (ES), que já tinham experiência com a atividade de coleta de sementes e, que mobilizadas para ações do projeto, foram responsáveis pela coleta e entrega de 1,5 toneladas de sementes. Foi possível ainda acionar outras redes de sementes para complementar o total de 5,5 toneladas de sementes disponibilizadas no primeiro ano do projeto.
Parte dessas sementes foram introduzidas em sistemas agroflorestais pelo centro do MST, parte foi doada aos viveiros parceiros do projeto e a maior parte foi utilizada para restauração florestal via semeadura direta, com “muvuca de sementes” – mix de sementes de várias espécies nativas junto com plantas cultivadas como adubação verde.
Atualmente, o projeto está dando continuidade à diversas atividades de forma remota, inclusive a mobilização de novos grupos previamente selecionados, como o da Comunidade Quilombola de Degredo, em Linhares (ES).
BOM JESUS DO ARAGUAIA – Uma tentativa de homicídio foi registrada na noite de quinta-feira (13/08), no centro de Bom Jesus do Araguaia – MT. Um homem tentou matar seu inquilino com um golpe de foice.
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De acordo com informações, o suspeito foi até a casa em que a vítima mora e uma discussão foi iniciada, por motivos ainda não apurados. Os dois entraram em vias de fato e, em determinado momento, o suspeito desferiu um golpe de foice na cabeça da vítima. Ele fugiu em seguida.
A Polícia Militar de Bom Jesus do Araguaia foi acionada e conseguiu realizar a prisão do suspeito em flagrante. A vítima foi encaminhada para atendimento médico e foi liberada posteriormente. O agressor foi levado para a Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Ribeirão Cascalheira – MT e o caso será investigado.
CUIABÁ – O trabalho qualificado da Polícia Militar realizado nos 141 municípios resultou na recuperação de 1.120 veículos roubados ou furtados de janeiro a julho de 2020. O saldo positivo é representado pela satisfação dos proprietários que tiveram seus bens recuperados.
Um dos exemplos é do senhor Giovani Fani da Silva, morador da cidade de Salto do Céu, localizada na região Oeste do Estado. Ele teve sua caminhonete F350 recuperada 12 horas depois de ter sido levada da frente da sua propriedade rural, na madrugada do dia 30 de julho.
Foto por PMMT
“A sensação de saber que o seu bem material que te traz sustento foi recuperado, não tem preço. Foi um misto de alegria e alivio. Acordei e olhei para fora e meu veículo de trabalho não estava mais na garagem. Na mesma hora informei o ocorrido via 190. Acompanhei o trabalho dos policiais que não mediram esforços em procurar meu carro. Os criminosos o abandonaram em uma estrada de chão. Só de saber que os policiais procuraram em toda cidade, foi uma satisfação enorme”, destaca Giovani, sem esconder a emoção em lembrar o ocorrido.
Sentimento compartilhado também por Reginaldo Azizes Ferreira, que teve seu Toyota Corolla recuperado pela equipe da Rotam, no dia 17 de julho, no bairro Canjica, na capital. O veículo tinha sido roubado dois dias antes em um posto de combustível.
Proprietários enalteceram o trabalho dos militares que recuperaram seus veículos Foto PMMT
“Não sei explicar o sentimento de receber uma ligação e a outra pessoa dizer que o seu carro tinha sido encontrado. Não controlava os meus batimentos cardíacos. Trabalhar para conquistar um bem material e vê-lo tirado é muito ruim, mas saber que foi recuperado supriu qualquer tristeza. Agradeço de coração a cada policial envolvido em descobrir onde estava o meu carro”, disse Reginaldo.
Nessa ação, a equipe da Rotam descobriu que o Corolla estava em um prédio abandonado e já sendo desmontado. Foram presos três homens em flagrante.
O subchefe de Estado Maior, coronel Wankley Corrêa Rodrigues, explica que em uma ocorrência de roubo ou furto de veículo, tão logo é registrado o crime, a informações é compartilhada por todo o Estado, logo nas primeiras horas após a ocorrência.
Carreta recuperada na cidade de Poxoréu Foto PMMT
“Difundimos entre as forças de segurança e nos empenhamos no trabalho de recuperação, o que torna crucial para conseguirmos o bom resultado até o momento”.
O oficial destaca ainda a necessidade de os empresários e a sociedade em geral fortalecerem a segurança orgânica dos estabelecimentos comerciais e residenciais, a fim de evitar possíveis furtos, roubos e outras ações criminosas.
“Além disso, providências como instalação de câmeras de segurança, alarmes e outros sensores auxiliam tanto a coibir a ação criminosa quanto a encontrar os suspeitos caso o crime se concretize”.
CANARANA – Através de emendas parlamentares e financiamentos, está em construção na cidade de Canarana, drenagem e asfalto na rua Três de Maio, na avenida Mato Grosso, bairro Morada do Sol e bairro Jardim Tropical II.
Foto – Reprodução.
Foto – Reprodução.
OPioneiro entrou em contato com o engenheiro Marcelo Nunes, da empresa MGU, que está executando as obras, para mais informações sobre o que foi feito e os prazos para as etapas de obras que ainda faltam.
Conforme Marcelo, o Jardim Tropical II está com 100% da drenagem e base prontas. O asfaltamento no bairro inicia na próxima semana, com previsão de conclusão em cerca de 20 dias.
Na rua Três de Maio, disse o engenheiro, a drenagem está concluída e a base fica pronta nesta sexta-feira (14), com previsão de receber o asfalto na próxima semana. A avenida Mato Grosso, bairro Sete de Setembro, também está pronta para receber a lama asfáltica, com previsão de execução na semana que vem.
Já no bairro Morada do Sol, 20% da drenagem e da base estão prontas. “[Nesse momento] todos os esforços estão concentrados no bairro Morada do Sol e a finalização dos trabalhos será no mês de dezembro”, disse Marcelo.
Nunes disse ainda que a primeira carga de material de asfalto chega em Canarana na tarde desta sexta-feira (14). Ao todo, serão mais de 77 mil quadrados de asfalto construídos na cidade.
CANARANA – A cidade de Canarana terá até o final de 2020, duas novas praças, no bairro Nova Canarana – ruas Palmeira das Missões e Planalto; e no bairro Jardim Bela Vista – ruas Criciumal e Palmitinho. O recurso é do Ministério do Turismo, somando R$ 910 mil, mais contrapartida do Município.
Os espaços terão pergolado, pisos, instalações elétricas, urbanização e serviços externos, acessibilidade, academia, serviços complementares, além de quadra de areia. Do bairro Nova Canarana terá ainda playground e bancos em alvenaria.
Nas imagens é possível ver como vão ficar as duas praças, que servirão de ponto de lazer, encontro, diversão e para prática de esportes na cidade.
CANARANA – Uma triste notícia passou despercebida da maioria dos veículos de comunicação de Canarana nesta semana. O trabalhador Waldemar Trajano Filho, de 44 anos, morreu na segunda-feira (10/08), após ser esmagado por uma empilhadeira, em uma empresa localizada no Setor Industrial de Canarana.
Waldemar Trajano Filho; Foto – Instagran.
Conforme o boletim de ocorrência, os colegas de trabalho relataram que a vítima estava encostada em um pilar no armazém que trabalha, quando um dos funcionários manobrou uma empilhadeira, que prensou Waldemar contra o pilar. O condutor teria se apavorado com os gritos e imprensado ainda mais a vítima. Outro colega teve que manobrar a empilhadeira para socorrer a vítima, que sangrava bastante.
Waldemar foi levado para o Hospital Municipal Lorena Parode, mas não resistiu aos ferimentos devido a hemorragia severa.
Segundo apurado pela reportagem do OPioneiro, Waldemar faleceu no dia do seu aniversário e quando foi esmagado estaria no celular falando com familiares.
Um homem incendiou a própria casa após colocar fogo em algumas folhas na terça-feira (11/08) na região de Confresa. Segundo o Corpo de Bombeiros, o incidente ocorreu por volta das 22h30.
Por pouco as chamas da residência não atingiram uma loja de auto peças que fica ao lado da casa. Os bombeiros precisaram pular o muro para conseguir entrar no local e efetuar o combate as chamas.
O morador estava dentro de casa, porém não teria acordado com as chamas e o barulho da guarnição. Uma vizinha precisou ligar para o proprietário da casa para conseguir avisar sobre a situação.
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Ao se dar conta do ocorrido, ele saiu do local e informou aos bombeiros que havia colocado fogo em umas folhas mais cedo e ido dormir. O fogo não foi totalmente apagado e passou para umas palhas de arroz que estavam próximas, chegando a queimar alguns materiais próximos também.
O combate foi realizado e após controlado o fogo, foi realizado o rescaldo.
CANARANA – Quem nunca tinha ouvido falar ou não sabia o que significava a palavra da língua inglesa delivery, provavelmente aprendeu durante a pandemia. Tendo como significado o ato de entregar, o termo vem se popularizando, principalmente, no ramo alimentício, impulsionado pela facilidade de pedir alimentos prontos para o consumo num simples toque do smartphone.
Quem nunca tinha ouvido falar ou não sabia o que significava a palavra da língua inglesa delivery, provavelmente aprendeu durante a pandemia; Foto – OPioneiro.
Em cidades como Canarana, o delivery já existia, mas timidamente. Com a pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas estão ficando a maior parte do tempo em casa. As normas restritivas para atenuar o contágio, limitaram o horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais e a solução encontrada foi fortalecer a entrega em domicílio.
Em cidades maiores, aplicativos para pedir comida já se tornaram populares e o ato de aguardar o delivery já virou hábito, tendo o iFood como o mais famoso, ou mesmo o Uber Eats. Diferente dos grandes centros, ainda, em Canarana, os pedidos geralmente são feitos por telefone, WhatsApp ou por aplicativo criado pelo próprio estabelecimento comercial. A entrega também ocorre por entregador ligado à própria empresa.
OPioneiro ouviu duas empresas do ramo alimentício para saber mais sobre o crescimento da modalidade delivery em Canarana. Um deles é o Restaurante Chopinho. Conforme o proprietário Eduardo Lúcio Scalabrin, por ser uma cidade pequena, as pessoas acabavam frequentando mais os estabelecimentos em Canarana.
Contudo, com a pandemia, ele salienta que a entrega em domicílio cresceu e hoje representa uma fatia importante do faturamento do Restaurante. “O delivery é uma modalidade que chamou a atenção e está agregando muito para a empresa. Antes era tímido e agora está se tornando mais forte, representando uma fatia interessante no faturamento”, disse Eduardo.
O Restaurante Chopinho desenvolveu, inclusive, um site onde o cliente pode pedir seu prato online, pelo endereço www.restaurantechopinho.com.br. “Desenvolvemos um cardápio online, onde os clientes podem fazer os pedidos com muita facilidade e praticidade. A pessoa escolhe qualquer prato do nosso cardápio e faz o pedido online, seja no almoço ou na janta”, completou Eduardo.
Outra empresa ouvida pelo OPioneiro, foi a Rossi Pizzaria e Batataria. Larissa Ladwig, administradora da empresa, disse que, no início, ficou bastante receosa com os resultados que a pandemia poderia trazer para todo o comércio. “Tivemos bastante receio de como seria essa situação (pandemia), se teria movimento, por quantos meses conseguiríamos nos manter, caso fosse decretado fechamento total”, falou.
Conforme Larissa, por incrível que pareça, o delivery não só foi o meio encontrado para manter as vendas, como fez com que elas aumentassem. “Já trabalhávamos com entrega antes do início da pandemia! Já era do nosso cotidiano! Porém, após começarmos atender somente em modo delivery, tivemos uma resposta surpreendente do público frente a isso, com aumento de movimento de cerca de 35%”, disse, acrescentando que tiveram de aumentar de um para três entregadores aos fins de semana para suprir a demanda de crescimento.
Enquanto algumas empresas migram e se adaptam para a entrega, outras estão nascendo trabalhando somente com o delivery, sem espaço para consumo no local. São as tendências sendo aceleradas pela pandemia, chegando também por aqui, no interior do Mato Grosso.
CONFRESA – A Prefeitura Municipal de Confresa – MT emitiu uma nota de esclarecimento sobre as ações da 4ª fase da Operação Tapiraguaia, deflagrada na manhã de quarta-feira (12/08) no município.
Conforme apurou o site Olhar Alerta, a nota explica que não houve aviso ou solicitação da Polícia Federal, mas que a prefeitura irá colaborar com as investigações. Além do mais, a assessoria indica que as apurações são referentes ao governo anterior, de 2012 a 2016.
Foto: Olhar Alerta
Confira a nota na íntegra:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Diante da operação deflagrada nesta quarta-feira (12) pela Polícia Federal e Ministério Público Federal (MPF), a Prefeitura de Confresa vem a público esclarecer que:
1) A Prefeitura de Confresa não foi citada nem recebeu qualquer solicitação oficial das autoridades policiais acerca deste caso nesta data. Segundo o noticiado pela imprensa, a operação foi a quarta fase da operação Tapiraguaia, inicialmente desencadeada para apurar irregularidades em Convênios Federais de 2012 a 2016.
2) A Prefeitura de Confresa espera que os fatos sejam devidamente esclarecidos e irá colaborar com as investigaçoes, fornecendo documentos, sustando atos de consolidação do contrato, e afastando eventuais envolvidos, enquanto não forem esclarecidas as dúvidas investigadas;
Em operação, PF faz buscas na Prefeitura de Confresa
3) Diante de tais fatos, a Prefeitura de Confresa informa que vai pleitear acesso ao Inquérito Policial sob a responsabilidade da Polícia Federal, bem como dos apontamentos formais do MPF, para, após conhecimento formal do processo, tomar medidas administrativas, como abertura de sindicância ou Processo Administrativo Disciplinar.
4) Havendo qualquer indício de conduta que fira o Estatuto do Servidor Público do Município ou qualquer ilegalidade praticada no exercício da sua função pública, a prefeitura aplicará as penalidades previstas no Estatuto do Servidor.