ÀGUA BOA – Dois jovens envolvidos em crimes de tráfico de drogas, furto e receptação em Água Boa foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (24.11), durante investigação para esclarecimento de um furto ocorrido no município.
Na ação foram apreendidas porções de droga, dinheiro e um automóvel. Os suspeitos, de 21 e 26 anos, foram presos em flagrante por tráfico de drogas, furto, receptação e corrupção de menores, após rápido trabalho policial de combate a criminalidade.
Durante as diligências para apurar o furto de duas baterias. ocorrido na madrugada de terça-feira (24), os investigadores de Água Boa descobriram que os produtos subtraídos estavam em um imóvel onde funcionava como ponto de venda de entorpecentes.
Com base nas suspeitas, os policiais civis foram até o endereço no bairro Operário, e surpreenderam os dois suspeitos com as duas baterias furtadas. Uma menor de idade foi encontrada no local.
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Além dos dois objetos recuperados, na residência também foram apreendidas aproximadamente 80 porções de droga, entre cocaína e crack, embaladas e prontas para a venda, a quantia em dinheiro de mais de R$ 700 e um veículo Gol.
Diante do flagrante, os dois rapazes foram detidos e levados para a Delegacia de Água Boa, onde foram interrogados pelo delegado Gutemberg de Lucena Almeida, e autuados pelos crimes tráfico de drogas, furto, receptação e corrupção de menores. Já a adolescente conduzida, depois da oitiva e esclarecimentos foi liberada.
O delegado da cidade parabenizou a equipe de Água Boa pela dedicação e empenho no trabalho diário de investigação. “A Polícia Civil em Água Boa continua sua luta em defesa da sociedade e combate firme ao tráfico de drogas e outros crimes na cidade. Confie. Colabore. Denuncie. Ligue 197”, destacou Gutemberg de Lucena Almeida.
CONFRESA – Um homem acusado de tentativa de estupro em Confresa, foi preso pela Polícia Civil do município no início da tarde de terça-feira (24). O suspeito de 53 anos foi autuado em flagrante pelo estupro na forma tentada.
Prisão foi cumprida por policiais civis de Confresa; Foto -Polícia Civil.
As diligências iniciaram logo após uma jovem de 20 anos procurar a delegacia da Polícia Civil e comunicar o crime praticado pelo vizinho no período da manhã.
Conforme relato, a vítima foi até a casa do vizinho acompanhada da mãe dele pegar mudas de beterrabas. Após a mãe do suspeito ir embora, ele assediou a jovem passando as mãos nos seus seios. Mesmo com a negativa da vítima, o suspeito continuou com os atos de abuso sexual.
Assustada e com medo a mulher voltou para casa, sendo ainda perseguida pelo vizinho. A vítima ligou para o seu esposo, momento em que o suspeito passou a ameaçá-la caso fosse revelado algo.
Diante dos fatos graves, os policiais civis foram até a residência onde o suspeito foi preso em flagrante e encaminhado para delegacia. Depois de interrogado o conduzido foi autuado pelo crime de tentativa de estupro. Na delegacia foi constatada a agressão física contra a jovem, que apresentava uma mordida no pescoço.
Conforme o delegado de Confresa, Matheus Soares Augusto, após a confecção dos autos, a Polícia Civil representou pela conversão da prisão em flagrante do suspeito em prisão preventiva.
Em seguida ele foi encaminhado para a Cadeia Pública de Porto Alegre do Norte, ficando à disposição da Justiça.
As digitais de coalas são tão parecidas com às dos seres humanos, que podem não ser facilmente identificadas mesmo com o auxílio de um microscópio. Em muitos países, a polícia tinha medo de que esses animais passassem por uma cena de crime, o que poderia prejudicar as investigações.
Impressão de um coala à esquerda e de uma pessoa à direita. Foto: Ripleys.
Alguns cientistas acreditam que a impressão digital do coala se desenvolveu recentemente, porque seus parentes mais próximos não possuem. Esse processo evolutivo pode estar relacionado ao estilo de vida dos coalas.
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Além disso, chimpanzés também possuem impressões digitais parecidas com as nossas. Em 1975, a polícia britânica chegou a procurá-los em zoológicos e casas de macacos para checar suas impressões digitais devido a um crime não resolvido. Isso aconteceu porque impressões borradas eram associadas a macacos.
QUERÊNCIA – Policiais militares da 19ª Companhia de Querência – MT prenderam na madrugada desta terça-feira (24.11) um homem e apreenderam um adolescente por tráfico de droga e porte ilegal de arma de fogo.
A denúncia descrevia que a dupla seria membro de uma organização criminosa. Em diligência, os policiais identificaram os suspeitos que estavam em uma motocicleta. Foi iniciado o procedimento e solicitado ordem de parada, não obedecida.
Durante o monitoramento, os dois homens estavam e alta velocidade colocando a própria vida e de outras pessoas em risco. Depois de alguns quilômetros em fuga, eles pararam e foram abordados.
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O adolescente carregava 59 pedras de crack prontas para venda. O piloto tinha na cintura uma faca de mesa e um alicate. A motocicleta Honda Biz estava com queixa de roubo. Os policiais ainda foram na casa do homem e encontraram um pistola calibre 22, com quatro munições.
A Força Tática fechou mais uma boca de fumo na segunda-feira (23), no bairro Santo Antônio em Barra do Garças/MT. Duas pessoas foram presas.
Conforme boletim de ocorrência, após denúncias de havia um grande movimento de pessoas suspeitas, a equipe policial foi ao local, onde depararam com uma suspeita entregando uma porção de pasta base de cocaína a uma pessoa.
Foto: Força Tática.
Assim que avistaram a viatura policial e mesmo sob a ordem de colocarem a mão na cabeça, saíram correndo. A suspeita correu para dentro da residência, onde os militares encontraram um suspeito fumando maconha. Ambos os suspeitos portavam uma porção de pasta base de cocaína, sendo que dentro da residência ainda foi encontrado o restante do entorpecente localizado na gaveta do armário e da cozinha, além de jóias no quarto.
Um ano sem juiz em Porto Alegre do Norte é ‘comemorado’ por advogados da região
Os acusados foram conduzidos juntamente com o entorpecente e material apreendido para Polícia Judiciária Civil, onde ficaram à disposição da justiça.
Por Semana 7 com Assessoria. Com redação OPioneiro.
PORTO ALEGRE DO NORTE – Na tarde de segunda-feira (23), advogados que atuam nos municípios atendidos pela Comarca de Porto Alegre do Norte – MT, organizaram um protesto diferente em prol da nomeação de juiz.
‘Comemoração’ de um ano sem juiz em Porto Alegre do Norte; Foto – Reprodução.
Uma tenda com decoração festiva foi montada na frente do Fórum de Porto Alegre do Norte, onde o grupo de profissionais ‘comemorou’ com um bolo o aniversário de um ano na ausência de juízes na Comarca.
O evento totalmente pacífico, foi mobilizado no intuito de destacar a preocupação dos profissionais na qualidade do serviço prestado na região, uma vez que as mesmas estão sendo diretamente impactadas pela ausência de magistrados.
Na ‘comemoração’, os presentes cantaram os parabéns em alusão ao período sem juízes.
Reuniões com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso já foram feitas para solucionar o problema, mas até agora nenhum juiz foi nomeado.
CUIABÁ – O Governo de Mato Grosso estima que R$ 3,341 bilhões poderão ser destinados a novas obras de infraestrutura na malha rodoviária estadual a partir da economia a ser obtida, ao longo dos próximos 30 anos, com a concessão de 512 quilômetros de rodovias no Estado, pois os serviços de conservação, recuperação, manutenção e implantação de melhorias rodoviárias serão executados pela iniciativa privada.
Mato Grosso possui 7,2 mil quilômetros de estradas estaduais pavimentadas; Foto -Secom-MT.
O leilão de concessão de três lotes de rodovias estaduais acontece no próximo dia 26 (quinta-feira), na sede da B3, a bolsa de valores oficial do Brasil, na cidade de São Paulo. A sessão pública está marcada para 14h (horário de Brasília), com a presença do governador Mauro Mendes, e três empresas já apresentaram propostas de preço para concorrerem no leilão.
Serão concedidos três lotes à iniciativa privada: o Lote 1, com 138,4 quilômetros da MT-220, no trecho entre Tabaporã e Sinop; o Lote 2, com 233,2 quilômetros, das rodovias MT-246, MT-343, MT-358 e MT-480, nos trechos de Jangada a Itanorte; e o Lote 3, com 140,6 quilômetros da MT-130, entre Primavera do Leste e Paranatinga.
Para o Lote 1, entre Tabaporã e Sinop, estão estimados investimentos de R$ 749,502 milhões em melhorias diretamente na rodovia. No lote 2, entre Jangada a Itanorte, estão previstos investimento de R$ 1,571 bilhão. Já para o lote 3, entre Primavera do Leste a Paranatinga, o investimento previsto é de R$ 1,020 bilhão, totalizando os R$ 3,341 bilhões.
Esse montante corresponde a melhorias na infraestrutura rodoviária, com a realização de serviços definitivos de recuperação, implantação de acostamentos, passarelas e sinalização, por exemplo, e a operação e conservação das rodovias que a iniciativa privada terá de fazer ao longo dos 30 anos dos contratos de concessão.
Nesse período, o Governo deixa de aplicar o recurso nessas melhorias rotineiras e poderá destinar investimentos em novas pavimentações e construção de pontes, de modo a atender a grande demanda que o Estado possui hoje, de acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
“Nós temos algumas rodovias estruturantes, principalmente no sentido longitudinal de Mato Grosso, que nós precisamos pavimentar, pois são rodovias por onde é escoada nossa produção. Se ficarmos sempre fazendo manutenção, vai nos faltar recursos para novos investimentos e Mato Grosso precisa desses investimentos”, afirmou o secretário.
Hoje, Mato Grosso possui 7,2 mil quilômetros de estradas estaduais pavimentadas, mais 1,1 mil quilômetros de rodovias pavimentadas coincidentes com rodovias federais e outros 22 mil quilômetros de estradas não-pavimentadas, totalizando 33,8 mil quilômetros de rodovias estaduais. Além disso, ainda existem 2,023 mil pontes de madeira sob a responsabilidade do Estado.
Mato Grosso possui 7,2 mil quilômetros de estradas estaduais pavimentadas; Foto – Secom-MT.
Esse cenário, segundo o secretário, é o principal entrave logístico para o escoamento da produção e transporte no Estado e, por consequência, o desenvolvimento de Mato Grosso. Por isso, a concessão é uma medida que o Governo toma para que essas melhorias rodoviárias sejam constantemente feitas, dentro de um prazo menor e com a qualidade que se necessita.
“Nosso Estado é um dos grandes responsáveis pelo equilíbrio da balança comercial do Brasil e nós poderíamos estar melhor, pois muito da nossa produção se deve às rodovias. Com rodovias boas, você barateia o frete do insumo e do escoamento da produção. Poderíamos estar produzindo ainda mais, pois com rodovias melhores nossas perdas seriam menores. Estradas não-pavimentadas e pontes de madeira são obstáculos e, para solucionar esse problema, precisamos tirar da conta do Estado a manutenção. Passar a manutenção para o setor privado, para que nos sobre recursos para fazer investimentos”, esclareceu o secretário.
E essas melhorias na infraestrutura já se iniciam logo no primeiro ano de concessão de cada um dos lotes, com os serviços em todo o trecho, segundo o secretário Marcelo de Oliveira. Desse modo, a economia para o Estado já é imediata, quando o Governo transfere a responsabilidade pela rodovia à empresa vencedora da licitação. Além dessas rodovias em leilão, o Governo já possui sete outros contratos de concessão comum vigentes, totalizando 923,4 quilômetros de rodovias.
Leilão na B3
Para assegurar a confiabilidade e transparência de todo este processo de concessão, o leilão é conduzido pela Comissão Permanente de Licitação da Sinfra e assessorado pela B3. Tal medida fomenta a competitividade, pois permite a participação de empresas nacionais e estrangeiras, isoladamente ou reunidas em consórcio, e garante credibilidade a todo o processo.
Já os estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica referentes a todos os lotes, bem como as respectivas minutas de edital e contrato que subsidiam a licitação em andamento, foram realizados pela Secretaria-adjunta de Logística e Concessões da Sinfra, com a assessoria do Grupo Houer Concessões.
Inicio este texto trazendo dados do Atlas da Violência 2020, produzido pelo IPEA-Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Tais dados referem-se ao período de 2008 a 2018, considerando as informações mais recentes tabuladas pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e divulgadas no site do Departamento de Informática do SUS – DATASUS. Neste período, foram assassinadas 628.595 pessoas, sendo 8,0% mulheres. Em 2018, 4.519 mulheres foram assassinadas, uma taxa de 4,3 por 100 mil habitantes, o que representa que a cada 2 horas 1 mulher é assassinada no Brasil.
Com esta introdução, passo a discutir sobre tão relevante e atual tema que dia após dia aparece estampada em noticiários de todo o país, a Violência Contra a Mulher. Afinal, o que acontece com esses homens de hoje? Muitos devem se perguntar. Loucura? Descontrole emocional? Efeito do álcool e drogas? Estresse? Desemprego? Vou além. Cultura, machismo, sociedade patriarcal, processo histórico, desigualdade de gênero.
Podemos afirmar sem sombra de dúvidas, que, fatores como, o uso de álcool e outras drogas; estresse; desemprego; descontrole emocional, por parte do autor da agressão, não são a causa, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência. Os verdadeiros motivos ou causas que levam a mulher ser uma presa fácil da agressão estão na constituição desigual dos lugares de homens e mulheres na sociedade, a imperiosa desigualdade de gênero, que traz implicações não somente nos papéis sociais do masculino e feminino e nos comportamentos sexuais, mas também em uma relação de poder. Significa dizer que a desigualdade é estrutural, ou seja, social, histórica e culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de submissão e menor poder em relação aos homens. Traduzindo, a grande causa da violência contra a mulher está no machismo estruturante da sociedade brasileira. Para comprovar esta constatação, basta que analisemos como se dá educação de meninas e meninos ainda nos dias de hoje, em que tarefas domésticas são prioritariamente designadas às meninas. É comum que mulheres, mesmo em cargos de poder, sejam assediadas de uma forma que homens não são; um homem sentir ciúmes de sua mulher, controlando a roupa e certas condutas é considerado “normal” e até entendido como “cuidado” e “proteção”; é comum que vítimas de violência sejam questionadas nas suas atitudes quando, na verdade, são vítimas.
Todos estes fatores criaram ao longo de décadas, rígidos estereótipos do que é “ser homem” e “ser mulher” e, desconstruir esse processo histórico e conceitos tão arraigados em nossa sociedade, depende de uma rede de enfrentamento, com a união e atuação articulada entre instituições, serviços governamentais, não-governamentais e a comunidade, visando ao desenvolvimento de estratégias efetivas de prevenção e de políticas que garantam o empoderamento das mulheres e seus direitos humanos, a responsabilização dos homens autores de agressão e a assistência qualificada às mulheres em situação de violência. Também de suma importância, a organização da rede de atendimento é imprescindível, sendo o conjunto de ações e serviços de diferentes setores (em especial, da assistência social, da justiça, da segurança pública e da saúde), que visam à ampliação e à melhoria da qualidade do atendimento; à identificação e ao encaminhamento adequado das mulheres em situação de violência e à integralidade e humanização do atendimento.
Outro ponto, não menos importante, ao falarmos sobre rede de atendimento, é que se faz urgente a articulação do olhar sobre o autor da violência. A culpa e responsabilização pela agressão apenas não bastam para que cesse a violência contra a mulher. É imperioso o olhar a este homem, sua história, seus conceitos e valores sobre seu papel de homem, fatores que o levam a estar agredindo sua companheira, amiga, mãe, irmã. A Lei Maria da Penha, em seu artigo 22 faz referência ao encaminhamento do autor da agressão a programas de recuperação e reeducação. Tais programas visam incluir este homem em grupos de reflexão e apoio psicossocial, no intuito de que tenham a oportunidade de reavaliar suas condutas e ressignificar suas atitudes e comportamentos, diminuindo a reincidência de casos.
Desta forma, a melhor forma de combate e prevenção a violência contra a mulher, com certeza está na educação, com a formação de meninas e meninos baseada na equidade de gênero e capacidade de diálogo, buscando formas de masculinidade não focada na agressividade e negação a tudo que é feminino.
O primeiro telefone móvel que não é nada comparado com os de hoje, mas que era muito avançado para a época, custava US$ 3.995. Inventado em 1973, o motorola Dynatac 8000X pesava 793 gramas (um celular hoje pesa em torno de 180 gramas) e sua bateria durava apenas de 20 a 30 minutos, mesmo demorando mais de oito horas para carregar.
Em 1956 foi lançado o chamado Ericsson MTA (Mobilie Telephony A). Contudo, ele era MUITO (muito mesmo) diferente dos aparelhos que conhecemos hoje. Para tornar-se móvel, era necessário transportá-lo dentro do carro, pesava quase 40 quilos e para utilizá-lo era preciso ligar o motor do carro. Com todos esses probleminhas, o Ericsson não foi popularizado.
Primeiro telefone portátil. Foto: iStock.
Já em 1973, com a motorola, a comunicação começou a ser facilitada. O Dynatac 8000X foi então o primeiro telefone portátil com medidas (25cm de comprimento e 7cm de largura) que facilitavam seu transporte. A primeira ligação foi realizada por Martin Cooper, engenheiro eletrotécnico da Motorola, sendo considerado o pai do celular. Entretanto, essa ligação em 1973 foi feita com o protótipo. O lançamento oficial aconteceu somente 10 anos depois.
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No Brasil, a comercialização de celulares iniciou apenas em 1990 com o Motorola PT-550 no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Fonte: Tech Mundo; Segredos do Mundo; e, Canal Tech.
BARRA DO GARÇAS – Uma mulher, de 30 anos, foi encontrada morta, amarrada em casa, e a filha de 11 anos, que foi estuprada, em estado de choque, também amarrada, na madrugada de segunda-feira (23), em Barra do Garças – MT.
De acordo com o relato da menina, a casa foi invadida por um homem desconhecido, que a estuprou e matou a sua mãe.
Segundo informações da Polícia Militar, uma amiga sentiu falta da vítima e foi até a sua casa. Chegando no local, encontrou o portão trancado e mesmo chamando pelo seu nome, ninguém aparecia.
Uma testemunha que estava com ela pulou o muro, entrou na casa e já encontrou a mulher amarrada e sem vida.
Eles foram surpreendidos pela filha da vítima, uma menina de 11 anos, que saiu assustada do quarto, com o braço amarrado e em estado de choque.
Ela contou que um homem alto, branco e barbudo invadiu a casa da família e em posse de uma faca, fez ameaças. Amarrou a criança e a levou para o quarto, onde foi estuprada.
A mãe dela estava no quarto, deitada com a barriga para o chão, amordaçada e com os pés e a cabeça amarradas.
O local do crime foi isolado e a Perícia Oficial acionada para atender o caso. O caso será investigado pela Polícia Civil.